Uma investigação encomendada pela ONU apontou que o aparato de repressão da Venezuela permanece praticamente intacto, apesar da redução de alguns abusos após a destituição de Nicolás Maduro no início de 2026.

O relatório reconhece medidas adotadas pela presidente interina Delcy Rodríguez, como libertação de presos, lei de anistia e fechamento do centro de detenção El Helicoide. Grupos civis e opositores também ganharam maior liberdade de atuação.

Especialistas, porém, afirmam que centenas de pessoas continuam detidas arbitrariamente e relatam tortura e maus-tratos. A missão pediu reformas nas forças de segurança, libertação de presos políticos e investigação de supostos crimes contra a humanidade.