Goleiro Bruno finalmente revela notícias sobre Elisa Samudio

Do Diario de Pernambuco

Durante participação em um podcast, o goleiro Bruno, condenado pelo assassinato de Elisa Samudio,  o criminoso comentou sobre o relacionamento com Elisa Samudio e a forma como lidava com sua vida pessoal na época. Ele revelou que, em determinado momento, não tinha mais diálogo direto com ela. Segundo Bruno, quem cuidava de suas questões era uma terceira pessoa, apelidada de “Macarrão”. “Ele fazia tudo para mim”, disse o atleta.

Bruno explicou que chegou um momento em que não conseguia mais conversar com Elisa. A ausência de comunicação direta marcou um período conturbado de sua vida, em que decisões importantes foram tomadas por terceiros.

Reflexões sobre o júri

O ex-goleiro, que ficou cerca de seis anos preso pelo crime, também falou sobre o julgamento e os momentos em que precisou se explicar diante do tribunal. Ele disse que, quando questionado pela juíza sobre se havia mandado executar o assassinato de Elisa, respondeu que não, embora tivesse conhecimento delas.

“Quando a juíza me pergunta: ‘você mandou fazer isso?’, eu falo: não. Mas você sabia? Sabia, mas eu não mandei. Aí eu quis dizer o que para as pessoas? Fui omisso. Meu erro foi ter sido omisso”, afirmou.

Bruno revela que não é inocente

Bruno ressaltou que admitir a omissão não significa se declarar inocente. “Isso faz de mim uma pessoa inocente? Não. Em momento algum, em todo o júri, eu disse que sou inocente. Mas também não sou o demônio da situação”, explicou.

Ele ainda destacou que precisou lidar com uma situação complexa, envolvendo facções e pessoas além do que o público poderia imaginar. Segundo Bruno, isso exigiu cautela, contenção e decisões difíceis para administrar problemas que ultrapassavam sua esfera pessoal.

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