Da economia à literatura: Carlos Vieira lança livro de crônicas na Paraíba

Presidente da Caixa apresenta “Fragmentos do Cotidiano em Crônicas” na Academia Paraibana de Letras, após lançamento prestigiado em Brasília.

O economista Carlos Antônio Vieira Fernandes, atual presidente da Caixa Econômica Federal e natural de Lagoa de Dentro, na Paraíba, volta ao seu estado de origem para lançar o livro “Fragmentos do Cotidiano em Crônicas”, no próximo 9 de abril, às 18h, na Academia Paraibana de Letras, em João Pessoa. A agenda integra o projeto Pôr do Sol Literário e marca a chegada da obra ao público paraibano depois da estreia em Brasília.

A obra foi lançada na capital federal em 4 de fevereiro de 2026, em noite de autógrafos realizada no restaurante Nau Frutos do Mar, reunindo autoridades, representantes da imprensa, familiares, amigos e convidados. O evento expôs uma faceta menos institucional e mais íntima do dirigente da Caixa: a do cronista que transforma lembranças, afetos e observações do cotidiano em literatura.

Segundo relatos publicados sobre o lançamento, “Fragmentos do Cotidiano em Crônicas” reúne textos escritos ao longo de 15 anos. São crônicas construídas a partir de memórias pessoais, cenas simples da vida diária, relações familiares e reflexões sobre o tempo, num registro mais sensível e humano. Ao apresentar o livro, o próprio Carlos Vieira definiu a obra como uma coletânea de memórias transformadas em crônicas.

O livro também chega respaldado por um prefácio simbólico: o texto de apresentação é assinado por Severino Ramalho Leite, presidente da Academia Paraibana de Letras, que descreve a obra como uma narrativa “humana, sentimental e até romântica do cotidiano”. O gesto reforça o peso cultural da etapa paraibana do lançamento e amplia a leitura de que não se trata apenas de mais uma noite de autógrafos, mas de um retorno às origens, agora pela via da literatura.

A passagem do livro por João Pessoa tem um significado que vai além da agenda cultural. Depois de uma estreia prestigiada em Brasília, cercada por figuras do meio político, jurídico e institucional, Carlos Vieira apresenta sua obra na Paraíba em chave mais afetiva, diante do público de sua terra e em um espaço de forte densidade simbólica para a vida intelectual do estado. A expectativa é de um encontro entre trajetória pública, memória pessoal e identidade regional.

Na prática, o lançamento na Academia Paraibana de Letras projeta uma imagem complementar à do gestor público. Presidente de uma das maiores instituições financeiras do país, Carlos Vieira surge agora como autor que se volta para os detalhes da existência, para os vínculos familiares e para a experiência cotidiana, revelando que, por trás do cargo, há também um homem moldado pela lembrança, pela observação e pela palavra.

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