GAZETA PERNAMBUCANA – Túlio Gadêlha: voz ativa dos trabalhadores em debate acalorado na CCJ

Deutado Túlio Gadelha

Deputado reafirma compromisso com a dignidade humana e a convivência familiar

O debate travado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados entre Túlio Gadêlha (Rede‑PE) e Zé Trovão (PL‑SC) marcou um momento decisivo na discussão sobre a Proposta de Emenda à Constituição que propõe o fim da jornada de trabalho conhecida como escala 6×1, elegeu claramente lados na defesa dos trabalhadores brasileiros.

Durante a sessão, Zé Trovão classificou a proposta como “espinhosa”, num tom de crítica que causou incômodo em diversos setores sindicais e da sociedade civil. Em resposta, Gadêlha foi direto:

“Deputado, espinhosa é a jornada 6×1, que deixa o trabalhador longe da família, esgotado e sem tempo de conviver com os filhos. O senhor trabalha 2×5 e está querendo decidir sobre a vida de quem trabalha 6 dias e descansa 1″, afirma Gadelha.

A declaração de Gadêlha, que circulou amplamente nas redes sociais, resume o cerne de sua argumentação: a defesa de uma política pública centrada na dignidade humana.

A proposta em discussão busca reestruturar a jornada de trabalho de modo a permitir mais dias de descanso e ampliar o tempo de convivência com a família, em consonância com movimentos sociais e experiências internacionais que apontam benefícios significativos para a saúde mental e física do trabalhador.

Túlio Gadêlha tem sido um dos parlamentares mais atuantes de Pernambuco, especialmente em pautas voltadas à proteção dos direitos sociais. Sua atuação não se restringe ao plenário: ele tem buscado diálogo com sindicatos, especialistas e representantes da classe trabalhadora para sustentar uma proposta que, se aprovada, dará aos brasileiros mais tempo para viver, amar e criar laços familiares, aspectos amplamente negligenciados pelo regime 6×1.

O embate com Zé Trovão escancarou mais do que diferenças de opinião: revelou a distância entre um mandato pautado pela escuta social e outro movido por retórica de ocasião.

Se aprovada, a PEC será mais do que uma mudança legal. Será um avanço civilizatório e um passo concreto em direção a um Brasil que valoriza a convivência familiar tanto quanto respeita o esforço honesto do trabalhador.

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