Túlio Gadêlha Apresenta Chapa Plural e Fortalece Caminhada ao Senado
Em um ato realizado na sede do PSD de Pernambuco, no Recife, nesta quinta-feira (13), o deputado federal e candidato ao Senado Túlio Gadêlha (PSD) oficializou os nomes que vão compor sua chapa na disputa por uma das vagas na Casa Alta. A escolha recaiu sobre a ex-deputada estadual e professora Dulci Amorim (PSD) como primeira suplente, e o cacique Marcelo Pankararu (Avante), de Tacaratu, como segundo suplente. A composição foi anunciada após dias de expectativa e consolida um projeto político que o candidato define como coletivo e representativo.
A dupla de suplentes reflete uma estratégia clara de ampliação do diálogo com diferentes segmentos da sociedade pernambucana. Dulci Amorim, com trajetória política consolidada no Sertão do estado e atuação na área da educação, representa a força da mulher e do interior pernambucano na disputa. Já o cacique Marcelo Pankararu, liderança indígena, traz para a chapa a pauta dos povos tradicionais, um marco na política estadual. A formação da chapa foi recebida como um movimento para oxigenar a representação política, unindo experiências distintas em torno de um projeto comum.
Em seu discurso durante o anúncio, Túlio Gadêlha destacou o simbolismo da aliança e reafirmou seu compromisso com a participação ativa dos suplentes. Ele declarou que seu mandato, caso eleito, será construído de forma coletiva, com a presença e atuação de Dulci e Marcelo. O candidato enfatizou o orgulho de unir pessoas tão diversas e assumiu o compromisso de se licenciar para que ambos possam exercer o mandato de senador. A declaração visa consolidar a imagem de uma candidatura aberta e democrática, em sintonia com as demandas das diversas regiões e grupos sociais.
A escolha dos nomes também carrega um significado estratégico para a campanha. A presença de Dulci Amorim amplia a capilaridade da chapa no Sertão, região de forte influência política, enquanto a inclusão de Marcelo Pankararu representa um gesto de reconhecimento e valorização dos povos indígenas. O cacique, por sua vez, ressaltou a importância da aliança e do espaço aberto para pautas historicamente marginalizadas, como a dos indígenas, quilombolas e povos de terreiro. A formação da chapa é vista como um passo para fortalecer o diálogo com esses segmentos e construir uma base de apoio sólida e diversificada.
O anúncio dos suplentes ocorreu em meio a intensas articulações nos bastidores políticos. Inicialmente, o nome do vice-presidente estadual do PSD, André Teixeira Filho, era um dos mais cotados para ocupar a suplência. No entanto, a composição final com Dulci Amorim e Marcelo Pankararu surpreendeu aliados e consolidou uma chapa que o candidato define como inovadora e comprometida com a diversidade. A definição dos nomes encerra um período de expectativa e demonstra a capacidade de articulação de Túlio Gadêlha, que soube construir uma aliança representativa para sua caminhada ao Senado.
Com a chapa completa, Túlio Gadêlha dá um passo decisivo em sua campanha, apresentando ao eleitorado um projeto que promete ser plural e participativo. O candidato reafirmou sua disposição para percorrer o estado e defender um programa de desenvolvimento que dialogue com as necessidades de todos os pernambucanos. A composição da suplência, com perfis tão distintos, é um sinal claro da intenção de construir uma representação que vá além do mandato individual, fortalecendo a democracia e a inclusão social no estado.
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