Golpes no Carnaval: de PIX falso a “Boa noite, Cinderela”, saiba como se proteger

Um dos golpes que voltou a aparecer em diversos eventos sociais é o chamado “golpe do PIX falso”. Nesse esquema, a vítima recebe um pedido de pagamento por transferência instantânea por meio de QR Code adulterado ou número fornecido por alguém se passando por vendedor ou conhecido. Se a pessoa não confere o nome do recebedor ou o valor antes de confirmar, a transação sai e não há como reverter facilmente. Bancos e especialistas recomendam sempre verificar no celular o nome da conta beneficiada e conferir duas vezes o valor antes de confirmar um Pix.

O ambiente festivo facilita ainda outros tipos de fraudes financeiras. Assim como no Carnaval, golpistas podem usar QR Codes falsos colados em barracas ou postes para direcionar pagamentos para contas controladas por criminosos. Essa técnica explora a empolgação e a pressa dos foliões, que muitas vezes querem apenas pagar rápido e seguir para curtir o bloco.

Além das fraudes digitais, há golpes que misturam engenharia social e perigo físico. A Polícia Civil alerta para o “golpe do beijo”, em que alguém se aproxima da vítima com um abraço ou beijo e usa esse momento de distração para furtar itens como celular, carteira ou documentos. Em outros casos, criminosos simulam confusões ou empurra-empurra em meio ao público para distrair e furtar pertences pessoais.

Outro golpe que também preocupa durante o Carnaval é conhecido popularmente como “Boa noite, Cinderela”. Nesse esquema, uma pessoa coloca substâncias entorpecentes em bebidas ou alimentos sem que a vítima perceba. A intenção é fazer com que ela perca os sentidos e fique vulnerável, facilitando roubo de objetos ou mesmo situações de risco físico. Autoridades orientam que ninguém aceite bebida ou comida de estranhos e que se prefira embalagens lacradas sempre que possível.

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