{"id":4901,"date":"2026-09-10T16:43:18","date_gmt":"2026-09-10T19:43:18","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901"},"modified":"2026-09-10T16:43:18","modified_gmt":"2026-09-10T19:43:18","slug":"energia-a-rota-da-transicao-por-fernando-dueire","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901","title":{"rendered":"Energia: a rota da transi\u00e7\u00e3o. Por Fernando Dueire"},"content":{"rendered":"<header class=\"bc-hero\">\n<div class=\"container bc-hero-inner\"><\/div>\n<\/header>\n<div class=\"bc-body\">\n<div class=\"container bc-body-grid\">\n<div class=\"bc-body-main\">\n<div class=\"bc-share bc-share-float\" aria-label=\"Compartilhar\"><\/div>\n<div class=\"bc-content entry-content\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Por Fernando Dueire*<\/strong><\/p>\n<p><em>O debate sobre o fim dos combust\u00edveis f\u00f3sseis costuma ser habitado por leg\u00edtimas paix\u00f5es. No entanto, na vida real de ind\u00fastrias, servi\u00e7os, e milh\u00f5es de consumidores individuais, a economia imp\u00f5e um pragmatismo incontorn\u00e1vel. A transi\u00e7\u00e3o para uma matriz limpa \u00e9 urgente, mas exige estabilidade. Nesse cen\u00e1rio de transi\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel, o g\u00e1s natural deixa de ser um coadjuvante e assume o papel de protagonista e ponte para o amanh\u00e3.<\/em><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>N\u00e3o se trata de abrir m\u00e3o das fontes renov\u00e1veis, mas de viabiliz\u00e1-las. A intermit\u00eancia da energia solar e e\u00f3lica necessita de uma base firme, capaz de garantir o funcionamento da produ\u00e7\u00e3o quando o vento cessa ou a noite cai. O g\u00e1s natural cumpre essa miss\u00e3o emitindo substancialmente menos poluentes e CO\u2082 do que o carv\u00e3o ou o \u00f3leo combust\u00edvel. Ele \u00e9 o equil\u00edbrio entre o apelo da sustentabilidade e a seguran\u00e7a operacional.<\/em><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Em Pernambuco, essa engrenagem de mudan\u00e7a tem boa ferramenta, e atende pelo nome de Coperg\u00e1s. Ela tem sido a via indutora de uma transforma\u00e7\u00e3o silenciosa, mas profunda, que rasga o solo do estado para plantar desenvolvimento. Ao expandir a infraestrutura de distribui\u00e7\u00e3o canalizada, a empresa retira das vias p\u00fablicas a fuma\u00e7a pesada dos caminh\u00f5es de \u00f3leo e oferece efici\u00eancia na porta das ind\u00fastrias, do com\u00e9rcio, resid\u00eancias \u00a0e postos de combust\u00edveis.<\/em><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>O m\u00e9rito local tem sido a interioriza\u00e7\u00e3o. Levar o g\u00e1s canalizado para al\u00e9m do Porto de Suape e da Regi\u00e3o Metropolitana do Recife, alcan\u00e7ando o Agreste e o Sert\u00e3o, \u00e9 um ato de descentraliza\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica. Significa dizer ao investidor que o interior pernambucano poder\u00e1 possuir a mesma seguran\u00e7a energ\u00e9tica da capital. Essa \u00e9 conquista onde j\u00e1 temos os primeiros resultados. O desenvolvimento, antes represado no litoral, ganha as estradas e fixa o trabalhador em sua terra natal com emprego qualificado.<\/em><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Mas o caminho at\u00e9 a descarboniza\u00e7\u00e3o total n\u00e3o est\u00e1 livre de gargalos. Seguran\u00e7a regulat\u00f3ria para fontes totalmente limpas, planejamento da matriz, e no caso espec\u00edfico do g\u00e1s natural, o custo de capital para implantar quil\u00f4metros de tubula\u00e7\u00f5es subterr\u00e2neas \u00e9 alt\u00edssimo e exige seguran\u00e7a jur\u00eddica para atrair investimentos de longo prazo. Al\u00e9m disso, a pr\u00f3pria geografia do nosso estado desafia a engenharia tradicional, demandando solu\u00e7\u00f5es criativas para abastecer polos distantes dos pontos de recep\u00e7\u00e3o litor\u00e2neos.<\/em><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>A trilha para superar tais desafios passaobrigatoriamente pela inova\u00e7\u00e3o. O futuro da pr\u00f3pria rede da Coperg\u00e1s est\u00e1 na sua capacidade de se tornar h\u00edbrida, abrindo espa\u00e7o para o biometano gerado a partir de res\u00edduos org\u00e2nicos regionais. O g\u00e1s natural prepara o terreno, a infraestrutura e a cultura industrial. Quando o hidrog\u00eanio verde e o biometano estiverem maduros e economicamente vi\u00e1veis em larga escala, as tubula\u00e7\u00f5es j\u00e1 estar\u00e3o prontas e enterradas no ch\u00e3o, esperando por eles.<\/em><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Registre-se que setor sucroenerg\u00e9tico vive uma reinven\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, consolidando-se como pe\u00e7a-chave nessa engrenagem de descarboniza\u00e7\u00e3o ao se transformar em biorrefinarias avan\u00e7adas. O grande salto tecnol\u00f3gico dessa cadeia aponta para os c\u00e9us com o avan\u00e7o em dire\u00e7\u00e3o ao SAF (SustainableAviation Fuel), utilizando a rota Alcohol-to-Jet (AtJ) para produzir um querosene renov\u00e1vel drop-in que posiciona o agroneg\u00f3cio brasileiro, e o Nordeste, como protagonista na energia limpa do amanh\u00e3.<\/em><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>A transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica n\u00e3o se faz com rupturas traum\u00e1ticas, mas com engenharia, planejamento e passos firmes. O g\u00e1s natural \u00e9 a rota mais segura para essa travessia. Pernambuco mostra que compreendeu o recado do tempo: o futuro tem pressa, mas exige a solidez de caminhos bem trilhados para que a sustentabilidade deixe de ser apenas uma parte de nossos sonhos e se torne, finalmente, realidade plena no ch\u00e3o onde pisamos.<\/em><\/p>\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>*Senador da Rep\u00fablica por Pernambuc<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Fernando Dueire* O debate sobre o fim dos combust\u00edveis f\u00f3sseis costuma ser habitado por leg\u00edtimas paix\u00f5es. No entanto, na vida real de ind\u00fastrias, servi\u00e7os, e milh\u00f5es de consumidores individuais, a economia imp\u00f5e um pragmatismo incontorn\u00e1vel. A transi\u00e7\u00e3o para uma matriz limpa \u00e9 urgente, mas exige estabilidade. Nesse cen\u00e1rio de transi\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel, o g\u00e1s natural [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":4902,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[37,66,1,38,65],"tags":[],"class_list":["post-4901","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-https-gazetapernambucana-com-page_id212","category-cidades","category-https-gazetapernambucana-com-page_id225","category-https-gazetapernambucana-com-page_id215","category-politica"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v24.5 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Energia: a rota da transi\u00e7\u00e3o. Por Fernando Dueire -<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Energia: a rota da transi\u00e7\u00e3o. Por Fernando Dueire -\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Por Fernando Dueire* O debate sobre o fim dos combust\u00edveis f\u00f3sseis costuma ser habitado por leg\u00edtimas paix\u00f5es. No entanto, na vida real de ind\u00fastrias, servi\u00e7os, e milh\u00f5es de consumidores individuais, a economia imp\u00f5e um pragmatismo incontorn\u00e1vel. A transi\u00e7\u00e3o para uma matriz limpa \u00e9 urgente, mas exige estabilidade. Nesse cen\u00e1rio de transi\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel, o g\u00e1s natural [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-09-10T19:43:18+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/whatsapp-image-2024-09-02-at-120442-2.jpeg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"854\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"GP\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"GP\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"4 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\/\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901\",\"url\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901\",\"name\":\"Energia: a rota da transi\u00e7\u00e3o. Por Fernando Dueire -\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/whatsapp-image-2024-09-02-at-120442-2.jpeg\",\"datePublished\":\"2026-09-10T19:43:18+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/#\/schema\/person\/188dc283325181ac2de4db1e9e987427\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901#primaryimage\",\"url\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/whatsapp-image-2024-09-02-at-120442-2.jpeg\",\"contentUrl\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/whatsapp-image-2024-09-02-at-120442-2.jpeg\",\"width\":1280,\"height\":854},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Energia: a rota da transi\u00e7\u00e3o. Por Fernando Dueire\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/#website\",\"url\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/\",\"name\":\"\",\"description\":\"\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/#\/schema\/person\/188dc283325181ac2de4db1e9e987427\",\"name\":\"GP\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/#\/schema\/person\/image\/\",\"url\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9dad78ff9a2d8b5742d11779f8a3f53b052320c550b2e1907882353c067bb111?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9dad78ff9a2d8b5742d11779f8a3f53b052320c550b2e1907882353c067bb111?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"GP\"},\"sameAs\":[\"http:\/\/gazetapernambucana.com\"],\"url\":\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?author=1\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Energia: a rota da transi\u00e7\u00e3o. Por Fernando Dueire -","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Energia: a rota da transi\u00e7\u00e3o. Por Fernando Dueire -","og_description":"Por Fernando Dueire* O debate sobre o fim dos combust\u00edveis f\u00f3sseis costuma ser habitado por leg\u00edtimas paix\u00f5es. No entanto, na vida real de ind\u00fastrias, servi\u00e7os, e milh\u00f5es de consumidores individuais, a economia imp\u00f5e um pragmatismo incontorn\u00e1vel. A transi\u00e7\u00e3o para uma matriz limpa \u00e9 urgente, mas exige estabilidade. Nesse cen\u00e1rio de transi\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel, o g\u00e1s natural [&hellip;]","og_url":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901","article_published_time":"2026-09-10T19:43:18+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":854,"url":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/whatsapp-image-2024-09-02-at-120442-2.jpeg","type":"image\/jpeg"}],"author":"GP","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"GP","Est. tempo de leitura":"4 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901","url":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901","name":"Energia: a rota da transi\u00e7\u00e3o. Por Fernando Dueire -","isPartOf":{"@id":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/whatsapp-image-2024-09-02-at-120442-2.jpeg","datePublished":"2026-09-10T19:43:18+00:00","author":{"@id":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/#\/schema\/person\/188dc283325181ac2de4db1e9e987427"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901#primaryimage","url":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/whatsapp-image-2024-09-02-at-120442-2.jpeg","contentUrl":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/whatsapp-image-2024-09-02-at-120442-2.jpeg","width":1280,"height":854},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4901#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Energia: a rota da transi\u00e7\u00e3o. Por Fernando Dueire"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/#website","url":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/","name":"","description":"","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/#\/schema\/person\/188dc283325181ac2de4db1e9e987427","name":"GP","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9dad78ff9a2d8b5742d11779f8a3f53b052320c550b2e1907882353c067bb111?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/9dad78ff9a2d8b5742d11779f8a3f53b052320c550b2e1907882353c067bb111?s=96&d=mm&r=g","caption":"GP"},"sameAs":["http:\/\/gazetapernambucana.com"],"url":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?author=1"}]}},"jetpack_publicize_connections":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4901","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4901"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4901\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4903,"href":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4901\/revisions\/4903"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/4902"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4901"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4901"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4901"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}