{"id":4171,"date":"2026-07-10T23:16:36","date_gmt":"2026-07-11T02:16:36","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4171"},"modified":"2026-07-10T23:16:36","modified_gmt":"2026-07-11T02:16:36","slug":"conversas-de-1-2-minuto-53-por-jose-paulo-cavalcanti-filho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=4171","title":{"rendered":"Conversas de 1\/2 minuto (53). Por Jos\u00e9 Paulo Cavalcanti Filho"},"content":{"rendered":"<p><strong><em>Por Jos\u00e9 Paulo Cavalcanti Filho \u00a0\u2013 \u00a0Escritor, poeta, membro das Academias Pernambucana de Letras, Brasileira de Letras e Portuguesa de Letras. \u00c9\u00a0 um dos maiores conhecedores da obra de Fernando Pessoa. Integrou a Comiss\u00e3o da Verdade\u00a0 \u2013\u00a0 <\/em>AN\u00daNCIO DE JORNAL.\u00a0<\/strong>Na grande cheia do Recife, em 1975, algumas vias (ou trechos delas) ficaram cobertas por dois metros de \u00e1gua ou mais. Como a Avenida Caxang\u00e1. Depois o propriet\u00e1rio de casa l\u00e1 situada fixou cartaz, no port\u00e3o, que ganhou a primeira p\u00e1gina dos jornais locais:<\/p>\n<p><em>\u2013 Vende-se essa merda.<\/em><\/p>\n<p>* **<\/p>\n<p>Por falar em an\u00fancios me mandaram esse, que seria de um jornal impresso:<\/p>\n<p><strong>\u2012 VENDO IM\u00d3VEL.<\/strong><\/p>\n<p>Em \u00f3tima localiza\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Te vi passando. Pela primeira vez<\/p>\n<p>E \u00e0 primeira vista<\/p>\n<p>Fiquei assim, sem rea\u00e7\u00e3o:<\/p>\n<p>Vendo, im\u00f3vel.<\/p>\n<p>S\u00f3 que em verdade eram, conferi depois, versos de Bruno F\u00e9lix (na s\u00e9rie\u00a0<em>Poemas classificados<\/em>).<\/p>\n<p><strong>GORDO,<\/strong>\u00a0<em>boleiro no t\u00eanis<\/em>. Eram g\u00eameos, iguais nos rostos mas diferentes nos caminhos. Daniel, crente, quase um santo. Enquanto Samuel, com extensa folha corrida na pol\u00edcia, estava para ser preso a qualquer momento. S\u00f3 que morreu Daniel, dif\u00edcil entender os des\u00edgnios do Senhor. Pouco depois falei com seu irm\u00e3o Samuel, o\u00a0<em>Gordo<\/em>,<\/p>\n<p><em>\u2013 Lamento.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 N\u00e3o foi t\u00e3o ruim, dr. Jos\u00e9 Paulo.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Como?<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 \u00c9 que enterrei ele com meu nome. Quem morreu fui eu. E j\u00e1 avisei, na delegacia, para cancelar os processos de Samuel. Resumindo, agora sou Daniel.<\/em><\/p>\n<p>Incr\u00edvel \u00e9 que tudo acabou bem. Os processos j\u00e1 prescreveram. N\u00e3o lhe aconteceu nada. E ele acabou mudando mesmo de vida, passando a ser (um pouquinho) mais parecido com o mano Daniel.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>MARIA,<\/strong><em>\u00a0empregada de Margarida Cantarelli.<\/em>\u00a0Em Londres, fazia todas as compras. Por ser quem cozinhava, na casa, sabia do que precisaria. Ningu\u00e9m acreditou pudesse conseguir, dado n\u00e3o falar uma palavra de ingl\u00eas. Mas nunca teve qualquer problema, incr\u00edvel.\u00a0 H\u00e1 quilos de hist\u00f3rias, com ela. Vai s\u00f3 uma, da primeira feira que fez. Quando acabou, somou os pre\u00e7os e pagou:<\/p>\n<p><em>\u2012 Est\u00e1 tudo aqui.<\/em><\/p>\n<p>O vendedor da feira entendeu pelos sinais, contou o dinheiro e confirmou na sua l\u00edngua<\/p>\n<p>\u2012\u00a0<em>Paid<\/em>\u00a0(pago).<\/p>\n<p>Na volta, chegou de cara fechada. Dizendo que foi destratada. Margarida quis saber:<\/p>\n<p><em>\u2012 Como \u00e9?, Maria.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2012 Pois imagine que o homem, no fim, teve a cara de pau de me mandar peidar.<\/em><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>PORCO,<\/strong><em>\u00a0encordoador de raquetes<\/em>. Trabalha na sala da casa, onde fica seu equipamento. Encontrou Maria Lect\u00edcia e confessou<\/p>\n<p><em>\u2013 Dona Let\u00edcia, estou vivendo um inferno. \u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Que aconteceu?, Porco.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Silvana tirou 30 dias de f\u00e9rias.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Para voc\u00ea ver a import\u00e2ncia das mulheres, na vida dos maridos.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 \u00a0A senhora n\u00e3o entendeu, dona Lect\u00edcia. Ela est\u00e1 passando f\u00e9rias \u00e9 dentro de casa.<\/em><\/p>\n<p>* * *<\/p>\n<p>Apareceu com uma tatuagem na perna, da fam\u00edlia Chaves, aquele mexicano que passa no SBT. Ao ver essa coisa rid\u00edcula, n\u00e3o resisti<\/p>\n<p>\u2012 Agora tatue a frase\u00a0<em>Eu sou um idiota<\/em>.<\/p>\n<p>\u2012 S\u00f3 se for em grego antigo, doutor. Escrevi num papel<\/p>\n<p>\u2012 Pronto, pode tatuar. E fique tranquilo que ningu\u00e9m vai saber o que est\u00e1 escrito.<\/p>\n<p>\u2012 Mas EU vou saber, doutor.<\/p>\n<p>\u2012 N\u00e3o tem problema, Porco, porque VOC\u00ca \u00e9 mesmo um idiota.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>WHITES ONLY,\u00a0<\/strong><em>Washington DC<\/em>, 1969. Estava indo para encontro com o educador Paulo Freire. Dentro do \u00f4nibus, placa dizia que na primeira metade s\u00f3 poderiam ficar brancos; e, no fundo, negros. Em protesto, sentei atr\u00e1s. Longe dos brancos (at\u00e9 porque, em Harvard, era o mais escuro da classe). Sou\u00a0<em>trigueiro,\u00a0<\/em>assim est\u00e1 no Certificado de Reservista. Um velho negro tocou no meu ombro<\/p>\n<p><em>\u2013 Posso lhe dar um conselho?<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Pois n\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 V\u00e1 para a frente, que \u00e9 seu lugar.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Perd\u00e3o, fiz de prop\u00f3sito, sou contra essa discrimina\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Por favor, v\u00e1 para a frente.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Prefiro n\u00e3o ir.<\/em><\/p>\n<p>Dois outros (arm\u00e1rios, enormes) se levantaram, com cara feia, e insistiram\u00a0<em>\u2013 Volte para seu lugar<\/em>. Voltei, claro, que doido n\u00e3o sou.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Jos\u00e9 Paulo Cavalcanti Filho \u00a0\u2013 \u00a0Escritor, poeta, membro das Academias Pernambucana de Letras, Brasileira de Letras e Portuguesa de Letras. \u00c9\u00a0 um dos maiores conhecedores da obra de Fernando Pessoa. 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