{"id":3784,"date":"2026-06-08T00:15:59","date_gmt":"2026-06-08T03:15:59","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=3784"},"modified":"2026-06-08T00:24:17","modified_gmt":"2026-06-08T03:24:17","slug":"maysa-a-voz-que-cantou-o-amor-e-sua-dor-de-amar-por-flavio-chaves","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=3784","title":{"rendered":"Maysa: a voz que cantou o amor e sua dor de amar. Por Fl\u00e1vio Chaves"},"content":{"rendered":"<h5 data-start=\"116\" data-end=\"273\"><strong data-start=\"116\" data-end=\"273\">No m\u00eas em que celebramos seu nascimento, a cantora e compositora segue viva como uma das interpreta\u00e7\u00f5es mais intensas e emocionantes da m\u00fasica brasileira<\/strong><\/h5>\n<p data-start=\"275\" data-end=\"627\"><strong>Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. Foi Delegado Federal\/Minc\u00a0 \u2013\u00a0 <\/strong>Certos artistas pertencem a uma \u00e9poca. Outros atravessam o tempo como se nunca tivessem partido. Maysa est\u00e1 entre estes \u00faltimos. Nascida em 6 de junho de 1936, a cantora, compositora e atriz tornou-se uma das vozes mais marcantes da m\u00fasica popular brasileira, dona de uma interpreta\u00e7\u00e3o inconfund\u00edvel, carregada de beleza, melancolia, coragem e verdade.<\/p>\n<p data-start=\"629\" data-end=\"1010\">Falar de Maysa \u00e9 abrir uma porta para a nostalgia. \u00c9 lembrar de um Brasil em que a can\u00e7\u00e3o rom\u00e2ntica tinha densidade, em que a dor de amor era cantada com eleg\u00e2ncia, e em que uma mulher, diante de uma sociedade conservadora, ousou transformar seus sentimentos em arte. Ela n\u00e3o apenas cantava: confessava. Cada verso parecia nascer de uma ferida \u00edntima, mas tamb\u00e9m de uma for\u00e7a rara.<\/p>\n<p data-start=\"1012\" data-end=\"1341\">Maysa Figueira Monjardim Matarazzo ficou consagrada no universo do samba-can\u00e7\u00e3o, g\u00eanero que ajudou a projetar com uma dramaticidade pr\u00f3pria. Seu primeiro disco, <strong data-start=\"1173\" data-end=\"1203\">\u201cConvite para ouvir Maysa\u201d<\/strong>, lan\u00e7ado em 1956 pela RGE, trazia composi\u00e7\u00f5es suas e marcou o in\u00edcio de uma carreira que logo chamaria a aten\u00e7\u00e3o do p\u00fablico e da cr\u00edtica.<\/p>\n<p data-start=\"1343\" data-end=\"1687\">Entre suas can\u00e7\u00f5es mais lembradas est\u00e3o <strong data-start=\"1383\" data-end=\"1393\">\u201cOu\u00e7a\u201d<\/strong>, <strong data-start=\"1395\" data-end=\"1415\">\u201cMeu Mundo Caiu\u201d<\/strong> e <strong data-start=\"1418\" data-end=\"1429\">\u201cAdeus\u201d<\/strong>, esta \u00faltima composta ainda na adolesc\u00eancia. Em \u201cMeu Mundo Caiu\u201d, talvez uma de suas obras mais emblem\u00e1ticas, Maysa sintetizou como poucos a dignidade de quem sofre, mas n\u00e3o se entrega \u00e0 vulgaridade da m\u00e1goa. Sua tristeza tinha classe. Sua voz tinha abismo.<\/p>\n<p data-start=\"1689\" data-end=\"2076\">Maysa tamb\u00e9m foi uma mulher \u00e0 frente de seu tempo. Viveu amores, enfrentou julgamentos, exp\u00f4s fragilidades e pagou caro por n\u00e3o se enquadrar no papel silencioso que muitos esperavam das mulheres de sua gera\u00e7\u00e3o. Em tempos em que a fama feminina era frequentemente vigiada com severidade, ela escolheu existir com intensidade. E essa intensidade foi, ao mesmo tempo, sua marca e seu fardo.<\/p>\n<p data-start=\"2078\" data-end=\"2458\">Seu canto dialogou com a chamada \u201cfossa\u201d, com o samba-can\u00e7\u00e3o e tamb\u00e9m com a gera\u00e7\u00e3o da bossa nova, especialmente ap\u00f3s sua mudan\u00e7a para o Rio de Janeiro, onde passou a conviver com nomes importantes daquele ambiente musical. Mas Maysa nunca coube inteiramente em r\u00f3tulos. Era maior que o g\u00eanero, maior que a moda, maior que a moldura. Tinha uma presen\u00e7a que dispensava explica\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p data-start=\"2460\" data-end=\"2774\">A trajet\u00f3ria foi breve, mas definitiva. Maysa morreu em 22 de janeiro de 1977, aos 40 anos, v\u00edtima de um acidente automobil\u00edstico na ponte Rio\u2013Niter\u00f3i. A partida precoce apenas ampliou o mito em torno de sua figura: a mulher dos olhos verdes, da voz grave, da interpreta\u00e7\u00e3o cortante, da alma exposta sem disfarces.<\/p>\n<p data-start=\"2776\" data-end=\"3121\">Quase cinco d\u00e9cadas depois de sua morte, Maysa permanece atual porque cantou sentimentos que n\u00e3o envelhecem. A solid\u00e3o, o amor perdido, o orgulho ferido, o desejo de recome\u00e7ar, a coragem de dizer \u201cn\u00e3o\u201d e a delicadeza de continuar amando mesmo depois da queda. Sua obra segue ecoando porque nasce de uma mat\u00e9ria-prima universal: o cora\u00e7\u00e3o humano.<\/p>\n<p data-start=\"3123\" data-end=\"3465\">Celebrar Maysa neste m\u00eas de junho \u00e9 reconhecer que a m\u00fasica brasileira tem, em sua hist\u00f3ria, vozes que s\u00e3o mais do que registros fonogr\u00e1ficos. S\u00e3o testemunhos de uma sensibilidade nacional. Maysa foi uma dessas vozes. Uma artista que fez da dor uma est\u00e9tica, da saudade uma linguagem e da pr\u00f3pria vida uma can\u00e7\u00e3o intensa, bela e inesquec\u00edvel.<\/p>\n<p data-start=\"3467\" data-end=\"3560\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\">Salve, Maysa.<br data-start=\"3482\" data-end=\"3485\" \/>A grande dama da can\u00e7\u00e3o brasileira continua falando ao cora\u00e7\u00e3o do Brasil.<\/p>\n<p data-start=\"3467\" data-end=\"3560\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\">Veja o V\u00eddeo:<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" title=\"Maysa 1958 &quot;Ou\u00e7a&quot;\" width=\"640\" height=\"480\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/zdI-nB18QIw?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No m\u00eas em que celebramos seu nascimento, a cantora e compositora segue viva como uma das interpreta\u00e7\u00f5es mais intensas e emocionantes da m\u00fasica brasileira Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. 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