{"id":3714,"date":"2026-05-30T16:33:41","date_gmt":"2026-05-30T19:33:41","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=3714"},"modified":"2026-05-30T16:34:07","modified_gmt":"2026-05-30T19:34:07","slug":"arvore-centenaria-figueira-do-rubaiyat-tem-apenas-50-de-estrutura-viva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=3714","title":{"rendered":"\u00c1rvore centen\u00e1ria: Figueira do Rubaiyat tem apenas 50% de estrutura viva"},"content":{"rendered":"<div class=\"entry-header\">\n<div class=\"jeg_meta_container\">\n<div class=\"jeg_post_meta jeg_post_meta_1\">\n<div class=\"meta_right\"><strong>Do Estad\u00e3o \u2013<\/strong>\u00a0Uma figueira de bengala, com cerca de 130 anos e localizada dentro de um dos mais tradicionais restaurantes paulistanos, o Rubaiyat, nos Jardins, hoje est\u00e1 com pouco mais de 50% de sua constitui\u00e7\u00e3o viva. Isso segundo o bi\u00f3logo Italo Mazzarella, que foi quem cuidou da \u00e1rvore por dez anos, se afastou por motivos pessoais, e retomou o trabalho nos \u00faltimos tr\u00eas anos.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"entry-content no-share\">\n<div class=\"content-inner \">\n<p>O Rubaiyat da fam\u00edlia Iglesias, ao lado de outros sobrenomes famosos como Fasano e Mancini, ajudou a transformar S\u00e3o Paulo em refer\u00eancia da gastronomia no decorrer das \u00faltimas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>S\u00f3 que nenhum restaurante em S\u00e3o Paulo tem uma figueira no sal\u00e3o, dividindo espa\u00e7o com mesas, gar\u00e7ons e clientes. Isso sempre foi um diferencial para a casa, mas hoje pode ser encarado como problema por uns, ou como um enorme desafio \u2013 o de manter a \u00e1rvore viva \u2013 para outros.<\/p>\n<h3>Estado da \u00e1rvore requer cuidados<\/h3>\n<p>O estado atual da \u00e1rvore requer cuidados di\u00e1rios, constata\u00e7\u00e3o a que se chega a partir da leitura de documentos elaborados pela Gaia Consultoria e Gest\u00e3o Ambiental, empresa do bi\u00f3logo que cuida da figueira e que foram enviados pelo pr\u00f3prio Italo \u00e0 reportagem.<\/p>\n<p>Um desses documentos, datado de mar\u00e7o de 2026, indica que em 2024 a an\u00e1lise realizada na \u00e1rvore constatou \u201cpontos de necrose e apodrecimento nos troncos principais, desprendimento da casca e sinais de coloniza\u00e7\u00e3o de insetos como brocas e cupins\u201d. Isso, segundo o documento da Gaia, enfraquece a madeira \u201cgerando possibilidade de queda, com riscos \u00e0 vida humana e ao patrim\u00f4nio\u201d.<\/p>\n<p>O documento mostra \u2013 ainda \u2013 o trabalho de recupera\u00e7\u00e3o atualmente em curso. Num dos itens \u2013 \u2018Revigoramento e retardo do processo degenerativo\u2019 \u2013 h\u00e1 a descri\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de nutri\u00e7\u00e3o da figueira, controle de pragas, escoramento, entre outros.<\/p>\n<figure class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.estadao.com.br\/resizer\/v2\/FO6ZP2S5HFAMLPFTZUMENZIZZA.jpg?quality=80&amp;auth=57e6acb5d76bad8570b5acfdff667078999105a69a84377a70c7e7e3006ab1e4&amp;width=1200\" alt=\"Resta 50% de vida para a figueira ic\u00f4nica centen\u00e1ria do Rubaiyat - Estad\u00e3o\" width=\"1200\" height=\"800\" data-pin-no-hover=\"true\" \/><figcaption class=\"wp-caption-text\">Resta 50% de vida para a figueira ic\u00f4nica centen\u00e1ria do Rubaiyat<\/figcaption><\/figure>\n<h3>A indu\u00e7\u00e3o de novas ra\u00edzes e a poda<\/h3>\n<p>Fala-se em indu\u00e7\u00e3o de novas ra\u00edzes a partir da aplica\u00e7\u00e3o de horm\u00f4nio enraizador para estimular \u201co lan\u00e7amento de novas ra\u00edzes (bengalas) para sustenta\u00e7\u00e3o e nutri\u00e7\u00e3o\u201d. O documento relata ainda a realiza\u00e7\u00e3o de implanta\u00e7\u00e3o de \u2018muletas\u2019 nos galhos, tamb\u00e9m amarrados com cabos de a\u00e7o quando necess\u00e1rio, isso visando a seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Esse documento sustenta a resposta dada por Italo, em nome do restaurante, a um auto de infra\u00e7\u00e3o e foi destinado \u00e0 Divis\u00e3o de Fiscaliza\u00e7\u00e3o da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.<\/p>\n<p>A justificativa visava explicar aos t\u00e9cnicos da gest\u00e3o p\u00fablica os motivos para a realiza\u00e7\u00e3o de uma poda considerada ent\u00e3o dr\u00e1stica na figueira. A Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente confirmou \u00e0 Coluna que o auto visava obter esclarecimentos a respeito da poda e que o respons\u00e1vel pelo im\u00f3vel \u201capresentou autoriza\u00e7\u00e3o\u201d para a poda, \u201cbem como laudo t\u00e9cnico emitido pela Subprefeitura de Pinheiros\u201d.<\/p>\n<p>Especificamente sobre as podas, o documento de Italo fala em evitar quedas de galhos. \u201cDado o local onde se desenvolveu e \u00e0 idade avan\u00e7ada, ela se encontra em processo de morte e degenera\u00e7\u00e3o, sendo poss\u00edvel identificar galhos e troncos j\u00e1 mortos, com possibilidade de queda, trazendo riscos \u00e0 vida humana e ao patrim\u00f4nio\u201d, conclui.<\/p>\n<p>Belarmino Iglesias, da segunda gera\u00e7\u00e3o do Rubaiyat, que comandou o grupo at\u00e9 2017, antes de passar a responsabilidade para os filhos, diz que o foco \u00e9 recuperar a \u00e1rvore, descartando sua remo\u00e7\u00e3o; ele diz gastar entre R$ 700 mil e R$ 1 milh\u00e3o por ano com a figueira.<\/p>\n<p>\u201cVoc\u00ea tem bi\u00f3logo, voc\u00ea tem engenheiro agr\u00f4nomo, engenheiro qu\u00edmico\u201d, explica o restauranter. \u201cOs detergentes que a gente usa para lavar a cal\u00e7ada da Figueira s\u00e3o detergentes neutros, que n\u00e3o afetam a ra\u00edz\u201d. Italo tamb\u00e9m diz que n\u00e3o \u00e9 caso para remo\u00e7\u00e3o. \u201cComo ela est\u00e1 viva, n\u00e3o tem como discutir. N\u00e3o entrego a camisa, ela tem partes vivas\u201d.<\/p>\n<p>Mas se o gasto com a figueira \u00e9 consider\u00e1vel, se os esfor\u00e7os para cuidar da \u00e1rvore s\u00e3o extensos e constantes, como ela chegou a essa situa\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>\u201cFalam de figueiras de mil anos, mas no ambiente dela. Numa cidade com esses ataques\u2026 a gente n\u00e3o pode afirmar, mas eu acho que tem muito mais chances de ataques externos que prejudicaram e que fizeram eventualmente um envelhecimento precoce\u201d, sup\u00f5e Belarmino, indicando a mudan\u00e7a urbana do entorno, por exemplo, e tamb\u00e9m a polui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>O fator urban\u00edstico e a figueira<\/h3>\n<p>O processo de deteriora\u00e7\u00e3o da ic\u00f4nica \u00e1rvore pode ser fruto da localiza\u00e7\u00e3o da figueira. De acordo com o bi\u00f3logo do Instituto de Bioci\u00eancias da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) Greg\u00f3rio Ceccantini, antigamente, essas \u00e1rvores ficavam em grandes jardins, por exemplo.<\/p>\n<p>Conforme pr\u00e9dios, casas, estabelecimentos comerciais e restaurantes foram se espalhando, os exemplares perderam espa\u00e7o: \u201cO que acontece \u00e9 que acabam cortando parte das ra\u00edzes laterais para fazer as funda\u00e7\u00f5es de im\u00f3veis e parte dos terrenos (no entorno) vai sendo impermeabilizado\u201d.<\/p>\n<p>A falta de condi\u00e7\u00f5es \u2013 como nutri\u00e7\u00e3o e irriga\u00e7\u00e3o adequadas \u2013 torna as esp\u00e9cies mais suscet\u00edveis a pragas e doen\u00e7as. Ceccatini lembra de figueiras na Avenida Pacaembu que ficaram debilitadas e foram atacadas por moscas brancas. O bi\u00f3logo destaca, no entanto, que seria preciso examinar a figueira do Rubaiyat de perto para obter conclus\u00f5es mais aprofundadas.<\/p>\n<p>O cliente mais atento, ou que frequenta mais assiduamente o restaurante Figueira Rubaiyat, deve ter notado uma placa afixada no local onde se l\u00ea a inten\u00e7\u00e3o de que a atual figueira continue a crescer saud\u00e1vel pelos pr\u00f3ximos 125 anos. N\u00e3o deixa de ser um plano.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Do Estad\u00e3o \u2013\u00a0Uma figueira de bengala, com cerca de 130 anos e localizada dentro de um dos mais tradicionais restaurantes paulistanos, o Rubaiyat, nos Jardins, hoje est\u00e1 com pouco mais de 50% de sua constitui\u00e7\u00e3o viva. 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