{"id":3538,"date":"2026-05-10T15:37:59","date_gmt":"2026-05-10T18:37:59","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=3538"},"modified":"2026-05-10T15:37:59","modified_gmt":"2026-05-10T18:37:59","slug":"a-cronica-domingueira-por-magno-martins-38","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=3538","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica domingueira. Por Magno Martins"},"content":{"rendered":"<div class=\"elementor-element elementor-element-7d2fc729 titulo-post elementor-widget elementor-widget-theme-post-title elementor-page-title elementor-widget-heading\" data-id=\"7d2fc729\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-title.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\"><\/div>\n<\/div>\n<section class=\"elementor-section elementor-inner-section elementor-element elementor-element-7e25a070 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"7e25a070\" data-element_type=\"section\">\n<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-inner-column elementor-element elementor-element-24f401b5\" data-id=\"24f401b5\" data-element_type=\"column\">\n<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-6b34b66e elementor-share-buttons--view-icon elementor-share-buttons--skin-flat elementor-share-buttons--align-right elementor-share-buttons--shape-square elementor-grid-0 elementor-share-buttons--color-official elementor-widget elementor-widget-share-buttons\" data-id=\"6b34b66e\" data-element_type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;share_url&quot;:{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/blogdomagno.com.br\\\/a-cronica-domingueira-80\\\/&quot;,&quot;is_external&quot;:&quot;&quot;,&quot;nofollow&quot;:&quot;&quot;,&quot;custom_attributes&quot;:&quot;&quot;}}\" data-widget_type=\"share-buttons.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div class=\"elementor-grid\">\n<div class=\"elementor-grid-item\">\n<div class=\"elementor-share-btn elementor-share-btn_email\" tabindex=\"0\" aria-label=\"Compartilhar no email\"><strong>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor \u2013\u00a0 <\/strong>O primeiro sentimento de amor que tive, o maior de todos, veio de minha m\u00e3e Margarida na inf\u00e2ncia, que em vida se revelou, literalmente, numa flor margarida. Neste domingo das m\u00e3es, reafirmo que tive uma m\u00e3e doce, am\u00e1vel, mas dura no trato.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-746f5ae4 elementor-widget elementor-widget-theme-post-content\" data-id=\"746f5ae4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-content.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div id=\"ub-expand-ec91ff89-0468-42e3-bd89-2a6621bcb388\" class=\"wp-block-ub-expand ub-expand\" data-scroll-type=\"false\" data-scroll-amount=\"\" data-scroll-target=\"\">\n<div id=\"ub-expand-partial-d8e34db6-d561-425d-88f6-5ac0a8da0a5c\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p>Que o diga meu pai Gast\u00e3o, que perdeu alguns votinhos preciosos para sua elei\u00e7\u00e3o de vereador pelo afobamento de mam\u00e3e. Mas tudo na vida tem l\u00e1 sua raz\u00e3o e limites. Certa vez, mam\u00e3e estava aguando o quintal da nossa casa em Afogados da Ingazeira e se depara com um b\u00eabado intr\u00e9pido, que exige que ela lave os seus p\u00e9s por ser eleitor de meu pai.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-d8e34db6-d561-425d-88f6-5ac0a8da0a5c\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p>Mam\u00e3e pegou ar. \u201cEu n\u00e3o lavo nem os p\u00e9s do meu marido, imagine os de quem n\u00e3o conhe\u00e7o. Tome vergonha na cara!\u201d. E assim foi logo dando o tom da sua indigna\u00e7\u00e3o e depois o expulsou do seu quintal.<\/p>\n<p>Mam\u00e3e era temperamental, de n\u00e3o levar desaforos para casa. Papai j\u00e1 era um tremendo engolidor de sapos, extremamente conciliador. Mam\u00e3e dizia que odiava pol\u00edtica, mas de vez em quando eu a flagrava pedindo votos para o marido amado.<\/p>\n<p>E depois para Augusto Martins, meu irm\u00e3o, que repetiu a hist\u00f3ria do meu pai: quatro vezes vereador, vice-prefeito do munic\u00edpio. \u201cQuem inventou pol\u00edtica foi o diabo\u201d, dizia ela. Mas mam\u00e3e sabia de tudo que rolava na pol\u00edtica. Foi criada ouvindo as admoesta\u00e7\u00f5es de dom Mota e depois dom Francisco pela r\u00e1dio Paje\u00fa de Afogados da Ingazeira.<\/p>\n<p>Cat\u00f3lica ardorosa, mam\u00e3e me levava para a igreja todos os dias do m\u00eas de maio, o m\u00eas mariano. N\u00e3o sei para que, na verdade, porque mal come\u00e7ava a missa, eu j\u00e1 estava dormindo no seu colo. Que saudade daquele colo cheiroso, caliente e acolhedor! M\u00e3e jamais devia morrer. \u00c9 um ser divino, misericordioso.<\/p>\n<p>Quanta saudade sinto neste Dia das M\u00e3es da minha flor margarida! Era alegre e jovial. Adorava um bom vinho e dizia, em tom de brincadeira: \u201cQuer vinho, venha\u201d. Gostava de dan\u00e7ar. Foi rainha do Clube da Terceira Idade. Ningu\u00e9m animava com tanta energia essa confra do que ela.<\/p>\n<p>Neste Dia das M\u00e3es, o amor est\u00e1 em alta. N\u00e3o h\u00e1 um amor mais natural, sincero e leal do que o amor de m\u00e3e. O amor de m\u00e3e \u00e9 o combust\u00edvel que capacita um ser humano comum a fazer o imposs\u00edvel. M\u00e3e ouve o cora\u00e7\u00e3o bater fora do corpo e se emocionar com cada batida.<\/p>\n<p>Amor de m\u00e3e \u00e9 o \u00fanico que nasce antes mesmo do primeiro olhar e permanece para sempre. M\u00e3e \u00e9 a personifica\u00e7\u00e3o do amor incondicional, a for\u00e7a que nos guia e o ref\u00fagio que nos acolhe.<\/p>\n<p>O amor de m\u00e3e n\u00e3o conhece limites, dist\u00e2ncia ou dificuldade. Se descrever o amor j\u00e1 \u00e9 uma tarefa dif\u00edcil, imagina descrever o amor de m\u00e3e! O amor de m\u00e3e \u00e9 for\u00e7a que enfrenta o imposs\u00edvel, abrigo que acolhe sem limites e entrega que nada exige em troca.<\/p>\n<p>\u00c9 um sentimento \u00fanico, capaz de atravessar desafios e permanecer eterno no cora\u00e7\u00e3o. Reconhecer essa grandiosidade inspira gratid\u00e3o, fortalece v\u00ednculos e ajuda a valorizar o maior amor que existe. O amor de m\u00e3e \u00e9 diferente de qualquer outra coisa no mundo. Ele n\u00e3o obedece lei ou piedade, ousa todas as coisas e extermina sem remorso tudo o que ficar em seu caminho.<\/p>\n<p>E Machado de Assis tinha raz\u00e3o: amor de m\u00e3e \u00e9 a mais elevada forma de altru\u00edsmo. Uma das maiores for\u00e7as do universo reside no amor de m\u00e3e.<\/p>\n<p>\u00c9 de Carlos Drumond, o maior de todos os poetas: \u201cM\u00e3e n\u00e3o tem limite \/ \u00c9 tempo sem hora \/ Luz que n\u00e3o apaga\u201d. \u201cA m\u00e3e d\u00e1 ao filho o que tira de si mesma: o sono, a melhor comida, em alguns casos at\u00e9 a sua sa\u00fade\u201d, protagonizou Friedrich Nietzsche, grande pensador e poeta alem\u00e3o.<\/p>\n<p>Para m\u00e3es ausentes, Carlos Drummond de Andrade reflete sobre como elas sempre permanecem por perto e dentro da gente porque s\u00e3o feitas de eternidade: \u201cMorrer acontece com o que \u00e9 breve e passa sem deixar vest\u00edgio. M\u00e3e, na sua gra\u00e7a, \u00e9 eternidade.\u201d<\/p>\n<p>Com Mario Quintana, aprendemos que as palavras de louvor \u00e0s m\u00e3es nunca ser\u00e3o suficientes se comparadas ao amor que elas nos dedicam. \u201cPara louvar a nossa m\u00e3e, todo bem que se disser nunca h\u00e1 de ser t\u00e3o grande como grande o bem que ela nos quer.\u201d<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor \u2013\u00a0 O primeiro sentimento de amor que tive, o maior de todos, veio de minha m\u00e3e Margarida na inf\u00e2ncia, que em vida se revelou, literalmente, numa flor margarida. Neste domingo das m\u00e3es, reafirmo que tive uma m\u00e3e doce, am\u00e1vel, mas dura no trato. 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