{"id":3325,"date":"2026-04-19T12:19:29","date_gmt":"2026-04-19T15:19:29","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=3325"},"modified":"2026-04-19T12:19:29","modified_gmt":"2026-04-19T15:19:29","slug":"a-cronica-domingueira-por-magno-martins-35","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=3325","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica domingueira. Por Magno Martins"},"content":{"rendered":"<div class=\"elementor-element elementor-element-7d2fc729 titulo-post elementor-widget elementor-widget-theme-post-title elementor-page-title elementor-widget-heading\" data-id=\"7d2fc729\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-title.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\"><\/div>\n<\/div>\n<section class=\"elementor-section elementor-inner-section elementor-element elementor-element-7e25a070 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"7e25a070\" data-element_type=\"section\">\n<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-inner-column elementor-element elementor-element-24f401b5\" data-id=\"24f401b5\" data-element_type=\"column\">\n<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-6b34b66e elementor-share-buttons--view-icon elementor-share-buttons--skin-flat elementor-share-buttons--align-right elementor-share-buttons--shape-square elementor-grid-0 elementor-share-buttons--color-official elementor-widget elementor-widget-share-buttons\" data-id=\"6b34b66e\" data-element_type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;share_url&quot;:{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/blogdomagno.com.br\\\/a-cronica-domingueira-77\\\/&quot;,&quot;is_external&quot;:&quot;&quot;,&quot;nofollow&quot;:&quot;&quot;,&quot;custom_attributes&quot;:&quot;&quot;}}\" data-widget_type=\"share-buttons.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div class=\"elementor-grid\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-7f30e03 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"7f30e03\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\"><strong>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor \u2013\u00a0 \u00a0<\/strong>Na fala solene em agradecimento ao meu t\u00edtulo de Cidad\u00e3o Triunfense, quinta-feira passada, na C\u00e2mara de Vereadores do Munic\u00edpio, comparei o amor de uma mulher a uma cidade. Ama-se cidades? N\u00e3o se ama uma cidade como se ama uma mulher loucamente, apaixonadamente.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-746f5ae4 elementor-widget elementor-widget-theme-post-content\" data-id=\"746f5ae4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-content.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div id=\"ub-expand-ea146cfc-3789-4262-b510-ffb4cf28922a\" class=\"wp-block-ub-expand ub-expand\" data-scroll-type=\"false\" data-scroll-amount=\"\" data-scroll-target=\"\">\n<div id=\"ub-expand-partial-be6795de-d27c-445f-b2b7-12571d1a8a2c\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p>Amar uma cidade \u00e9 v\u00ea-la num rosto com corpo de pedra, como definiu Machado de Assis, que amou o Rio, amou mulheres, amou a vida. Amar uma cidade \u00e9 semelhante a sensualidade feminina. Seus encantos n\u00e3o se escondem, se revelam como um corpo estrutural de uma mulher.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-be6795de-d27c-445f-b2b7-12571d1a8a2c\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p>Como uma cidade, uma mulher tem que ter qualquer coisa al\u00e9m da beleza. Uma beleza que vem de se saber ser mulher, um molejo de amor que d\u00e1 saudade, seja ela o princ\u00edpio e o fim de todas as coisas.<\/p>\n<p>Antes de amar qualquer cidade, amo minha Nayla, porque me ensinou a amar a vida, n\u00e3o desistir da luta, recome\u00e7ar na derrota. Depois dela, nunca escrevi uma palavra para lamentar a vida. Meu verso \u00e9 \u00e1gua corrente, \u00e9 tronco, \u00e9 fronde, \u00e9 folha, \u00e9 semente, \u00e9 vida!<\/p>\n<p>Amo Triunfo desde o tempo em que o verbo me fez carne, me fez gente. Amo no cora\u00e7\u00e3o do interior dela, no seu profundo sil\u00eancio, que me ensinou a ouvir o meu tempo, um tempo perdido e mais tarde achado em cada esquina dos seus casar\u00f5es coloniais, que revelam a beleza simples de uma cidade que acolhe sem pressa, em forma de poesia.<\/p>\n<p>O tempo tamb\u00e9m se encarregou de transformar seu solo seco, mas f\u00e9rtil, num ref\u00fagio po\u00e9tico, onde Deus colocou a m\u00e3o e desenhou um para\u00edso. Nem de longe Triunfo se confunde com o ch\u00e3o de vidas secas, de Severinas e Jo\u00e3os, de Marias e Jos\u00e9s.<\/p>\n<p>Como n\u00e3o se render a beleza da n\u00e9voa seca que escorre dos c\u00e9us de Triunfo e repousa sobre telhados antigos como se o pr\u00f3prio c\u00e9u suspirasse na cidade? O calend\u00e1rio do tempo de Triunfo de hoje e n\u00e3o o de ontem, que ficou para tr\u00e1s. \u00c9 como a fotografia dolorida de Drumond na parede da sua Itabira, que d\u00f3i muito.<\/p>\n<p>A cidadania honor\u00e1ria \u00e9 o la\u00e7o de sangue que o cora\u00e7\u00e3o escolheu para firmar com a cidade. Ningu\u00e9m nasce cidad\u00e3o de um lugar, torna-se cidad\u00e3o atrav\u00e9s de suas a\u00e7\u00f5es e do amor pela comunidade.<\/p>\n<p>Vasculhando meu livro do tempo encontrei um cabedal de declara\u00e7\u00f5es de amor a Triunfo. Servi\u00e7o prestado a uma cidade n\u00e3o se traduz apenas em obras concretas, de pau e pedra. Se traduz tamb\u00e9m em palavras que o vento n\u00e3o leva.<\/p>\n<p>Em palavras que difundem e a valorizam, que viram chama para atrair turistas e movimentar a economia. Como jornalista, foi assim que ajudei Triunfo, ser\u00e1 no exerc\u00edcio deste of\u00edcio que prometo continuar o hoje e o amanh\u00e3, com uma caneta sempre recheada, que nunca vai secar.<\/p>\n<p>Nos meus manuscritos amarelados pelo tempo escrevi que Triunfo \u00e9 um peda\u00e7o do c\u00e9u no mundo, poesia em cada bot\u00e3o que se abre. \u00c9 a prova de que o Sert\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 verde, \u00famido e cheio de vida.<\/p>\n<p>\u00c9 o retrato da n\u00e9voa dan\u00e7ando com o sol, o frio que aconchega o peito.<br \/>\nTriunfo \u00e9 estado de alma, um desses espa\u00e7os em que a geografia se curva \u00e0 poesia e o tempo parece andar de mansinho, com passos de neblina.<\/p>\n<p>Em Triunfo, quando a n\u00e9voa escorre dos c\u00e9us e repousa sobre seus telhados antigos \u00e9 como se o pr\u00f3prio c\u00e9u suspirasse. E nesse suspiro, o mundo todo se cala para ouvir o sert\u00e3o respirando, Pernambuco latejando.<\/p>\n<p>Eu sou t\u00e3o apaixonado por Triunfo que do alto de seus mirantes, com o som distante do sino da matriz rompendo o sil\u00eancio, a sensa\u00e7\u00e3o que tenho \u00e9 que o mundo parece se encolher. Se imp\u00f5e por for\u00e7a, por grandeza geopol\u00edtica, pela altivez de sua beleza escondida, quase secreta.<\/p>\n<p>Triunfo, envolta em brumas, como disse o poeta Fl\u00e1vio Chaves, \u00e9 um altar erguido \u00e0s tradi\u00e7\u00f5es, \u00e0 mem\u00f3ria e \u00e0 identidade nordestina em sua forma mais plena, mais sutil, mais sagrada. \u00c9 como se o ch\u00e3o seco do Nordeste vestisse um casaco de inverno, s\u00f3 para nos surpreender. E o resultado n\u00e3o \u00e9 contraste, \u00e9 composi\u00e7\u00e3o. \u00c9 poesia.<\/p>\n<p>Uma poesia que n\u00e3o se escreve com palavras, mas com neblina, pedras antigas, sil\u00eancio e cheiro de caf\u00e9 coado na varanda. Em Triunfo, tudo vira poesia e encantamento: o hist\u00f3rico Teatro Guarany, o Telef\u00e9rico, o Pico do Papagaio, os Caretas, o singular Lago Jo\u00e3o Barbosa, a Cachoeira do Pinga, o Museu do Canga\u00e7o, Engenho S\u00e3o Pedro, o Betos Bar, a Casa de Almas.<\/p>\n<p>Eu n\u00e3o tenho d\u00favida de que os habitantes primitivos da Serra da Baixa Verde, antiga denomina\u00e7\u00e3o de Triunfo, no final do s\u00e9culo XVIII, os \u00edndios Cariris, tamb\u00e9m usavam o dialeto da poesia. No abra\u00e7o com a natureza, eles introduziram cultura, uma rica hist\u00f3ria que se reflete na arquitetura colonial e na hospitalidade do povo triunfense.<\/p>\n<p>Para ser adotado filho Triunfense, eu n\u00e3o vim de longe. Vim de Afogados da Ingazeira, do Paje\u00fa das Flores, da terra onde as almas s\u00e3o todas de cantadores, parodiando Rogaciano Leite. Nasci entre garranchos e espinhos, ao som da viola de trovadores com suas cal\u00e7as riscadas, cantando a fome e o amor.<\/p>\n<p>Vim da terra da for\u00e7a do sol, da beleza do rouxinol, da bravura do canga\u00e7o, da esperan\u00e7a da chuva, do sil\u00eancio profundo que ecoa a sabedoria da terra.<\/p>\n<p>Como disse Guimar\u00e3es Rosa: no sert\u00e3o, o correr da vida embrulha tudo, a vida \u00e9 assim: esquenta e esfria, aperta e afrouxa, sossega e desinquieta. O que ela quer da gente \u00e9 coragem.<\/p>\n<p>Ter nascido por aqui \u00e9 carregar no peito a for\u00e7a do sol, no cora\u00e7\u00e3o o brilho da lua, a f\u00e9 que n\u00e3o falha, a esperan\u00e7a que nunca morre. Podemos bater no peito e com orgulho proclamar: somos da terra onde o mandacaru floresce e a vida vence a seca.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor \u2013\u00a0 \u00a0Na fala solene em agradecimento ao meu t\u00edtulo de Cidad\u00e3o Triunfense, quinta-feira passada, na C\u00e2mara de Vereadores do Munic\u00edpio, comparei o amor de uma mulher a uma cidade. Ama-se cidades? N\u00e3o se ama uma cidade como se ama uma mulher loucamente, apaixonadamente. 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