{"id":3241,"date":"2026-04-12T12:26:20","date_gmt":"2026-04-12T15:26:20","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=3241"},"modified":"2026-04-12T12:26:40","modified_gmt":"2026-04-12T15:26:40","slug":"a-cr-onica-domingueira-por-magno-martins","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=3241","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica domingueira. Por Magno Martins"},"content":{"rendered":"<div class=\"elementor-element elementor-element-7d2fc729 titulo-post elementor-widget elementor-widget-theme-post-title elementor-page-title elementor-widget-heading\" data-id=\"7d2fc729\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-title.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\"><\/div>\n<\/div>\n<section class=\"elementor-section elementor-inner-section elementor-element elementor-element-7e25a070 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"7e25a070\" data-element_type=\"section\">\n<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n<div class=\"elementor-column elementor-col-50 elementor-inner-column elementor-element elementor-element-24f401b5\" data-id=\"24f401b5\" data-element_type=\"column\">\n<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n<div class=\"elementor-element elementor-element-6b34b66e elementor-share-buttons--view-icon elementor-share-buttons--skin-flat elementor-share-buttons--align-right elementor-share-buttons--shape-square elementor-grid-0 elementor-share-buttons--color-official elementor-widget elementor-widget-share-buttons\" data-id=\"6b34b66e\" data-element_type=\"widget\" data-settings=\"{&quot;share_url&quot;:{&quot;url&quot;:&quot;https:\\\/\\\/blogdomagno.com.br\\\/a-cronica-domingueira-76\\\/&quot;,&quot;is_external&quot;:&quot;&quot;,&quot;nofollow&quot;:&quot;&quot;,&quot;custom_attributes&quot;:&quot;&quot;}}\" data-widget_type=\"share-buttons.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div class=\"elementor-grid\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/section>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-7f30e03 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"7f30e03\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\"><strong>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor \u2013\u00a0 <\/strong>Criado no interior, em ch\u00e3o de vidas secas, carrego no corpo e na alma um perfume impregnado pelo tempo. Exala o cheiro da terra, da vida nos sert\u00f5es de veredas, serras e montanhas, de pau a pique. Com o tempo, a profiss\u00e3o me arrastou para arranha-c\u00e9us que se perdem de vista no mundo das civiliza\u00e7\u00f5es modernas, equidistantes em calor humano.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-746f5ae4 elementor-widget elementor-widget-theme-post-content\" data-id=\"746f5ae4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-content.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div id=\"ub-expand-33485a39-8eb3-458e-abc3-4f1c881964ca\" class=\"wp-block-ub-expand ub-expand\" data-scroll-type=\"false\" data-scroll-amount=\"\" data-scroll-target=\"\">\n<div id=\"ub-expand-partial-32ae0c23-665a-4bc6-aa59-f8a98f0272a6\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p>Sou caboclo do sert\u00e3o, s\u00f3 tenho amor no cora\u00e7\u00e3o, diz uma can\u00e7\u00e3o da compositora Rita de C\u00e1ssia, popularizada pelo grupo Mastruz com Leite. Eis a s\u00edntese da valoriza\u00e7\u00e3o da cultura sertaneja e o amor sincero, espont\u00e2neo e natural do homem pela sua vida longe dos agitos nos trevos e eixos cosmopolitas.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-32ae0c23-665a-4bc6-aa59-f8a98f0272a6\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p>Ao adentrar, ontem, na monotonia silenciosa e gostosa da natureza no Vale do Catimbau, para um fim de semana de beijos e abra\u00e7os no mato, ao lado da minha Nayla, me rendi, mais uma vez, a um rito que me chega como eco de advert\u00eancia dela: na ro\u00e7a, Nayla sempre me disse, a simplicidade \u00e9 o tesouro mais valioso.<\/p>\n<p>Ela \u00e9 orgulhosamente do mato, onde a vida \u00e9 mais calma, os vizinhos s\u00e3o amigos e o caf\u00e9 \u00e9 sempre fresquinho. Na quietude do campo, minha Nayla encontra a verdadeira paz interior. No mato, ela aprendeu a valorizar as coisas mais importantes da vida, a ter o cora\u00e7\u00e3o no lugar certo, a certeza de que o rel\u00f3gio s\u00f3 serve de enfeite, porque o tempo d\u00e1 prazer.<\/p>\n<p>Em meio ao verde da ro\u00e7a, ela encontrou paz, tranquilidade e infinitas alegrias. Com minha Nayla, minha inspira\u00e7\u00e3o, aprendi tamb\u00e9m que no mato cada detalhe revela a beleza da simplicidade, o sol brilha mais forte e o sorriso \u00e9 mais sincero. A vida \u00e9 como um balan\u00e7o na varanda: tranquila, suave e cheia de encanto.<\/p>\n<p>Me apaixonei pelo Vale do Catimbau, o segundo maior parque arqueol\u00f3gico do Brasil. Tem 62.00 hectares e abriga reservas arqueol\u00f3gicas e a Reserva Ind\u00edgena Kapinaw\u00e1. Foi eleito um dos principais destinos do ecoturismo no Pa\u00eds. Suas trilhas, obrigat\u00f3rias, oferecem uma vista da paisagem natural \u00fanica e espetacular, como as trilhas de Malhador, Coqueiro, Jib\u00f3ia, Brejo de S\u00e3o Jos\u00e9, Igrejinha, Cerca de Pedra, Pinga, Gog\u00f3 da Ema, Torres e Canyon.<\/p>\n<p>H\u00e1 s\u00edtios arqueol\u00f3gicos com pinturas rupestres e artefatos da ocupa\u00e7\u00e3o pr\u00e9-hist\u00f3rica. Na regi\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel encontrar terrenos antigos com cavernas, c\u00e2nions e lapiais. Al\u00e9m do ecoturismo, os turistas ainda podem aproveitar a vista do c\u00e9u e ter a oportunidade de observar e fotografar estrelas cadentes, sat\u00e9lites, planetas e o nascer da lua atrav\u00e9s de um c\u00e9u limpo.<\/p>\n<p>Na verdade, o Catimbau \u00e9 um tesouro escondido no Sert\u00e3o pernambucano, ainda pouco explorado, mas com grande potencial. Parece coisa de outro mundo, o Vale do Catimbau acabou sendo escolhido como um dos cen\u00e1rios de \u201cMar do Sert\u00e3o\u201d, novela da TV Globo.<\/p>\n<p>Eleita uma das Sete Maravilhas do Estado, o Catimbau \u00e9, desde 2021, a Capital Pernambucana da Arte Rupestre, com cerca de 30 s\u00edtios arqueol\u00f3gicos, dos quais cinco est\u00e3o abertos para visita. O maior deles \u00e9 o Alcoba\u00e7a, pared\u00e3o de 60 metros com grafismos de grandes propor\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Outras op\u00e7\u00f5es s\u00e3o a Loca das Cinzas e a Casa de Farinha, aos p\u00e9s da muralha da Serra de Jerusal\u00e9m. Se tiver disposi\u00e7\u00e3o, d\u00e1 para terminar o dia com p\u00f4r do sol no Chapad\u00e3o, trilha f\u00e1cil de 2km entre a fissura de um c\u00e2nion e um mirante natural, a 300 metros de altura, que se debru\u00e7a sobre um vale em forma de ferradura.<\/p>\n<p>O Catimbau atrai gente de vis\u00e3o. Uma das primeiras a pisar seu solo para criar infraestrutura tur\u00edstica foi a empres\u00e1ria Mar\u00edlia Santos, do grupo Bandeirantes Outdoor. Abriu um bel\u00edssimo equipamento tur\u00edstico, a pousada Vila Mara. A estrutura \u00e9 sensacional, a hospitalidade sem igual. H\u00e1 muito aconchego, um cantinho inspirador, bom para viver, excelente para namorar.<\/p>\n<p>Vou voltar muitas vezes aqui, j\u00e1 disse a Mara, porque a beleza do Catimbau n\u00e3o se explica, se sente: no calor do sol, na areia fofa e na imensid\u00e3o dos c\u00e2nions. Um lugar incr\u00edvel, cheio de hist\u00f3ria, para os de outrora um lar, para os de agora, um renovar, onde a caatinga preserva o passado e o turismo ilumina o futuro.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor \u2013\u00a0 Criado no interior, em ch\u00e3o de vidas secas, carrego no corpo e na alma um perfume impregnado pelo tempo. 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