{"id":2587,"date":"2026-02-01T16:19:21","date_gmt":"2026-02-01T19:19:21","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2587"},"modified":"2026-02-01T16:19:21","modified_gmt":"2026-02-01T19:19:21","slug":"a-cronica-domingueira-por-magno-martins-26","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2587","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica domingueira. Por Magno Martins"},"content":{"rendered":"<div class=\"elementor-element elementor-element-7d2fc729 titulo-post elementor-widget elementor-widget-theme-post-title elementor-page-title elementor-widget-heading\" data-id=\"7d2fc729\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-title.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<h1 class=\"elementor-heading-title elementor-size-xl\"><\/h1>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-746f5ae4 elementor-widget elementor-widget-theme-post-content\" data-id=\"746f5ae4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-content.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div id=\"ub-expand-ffae5adc-86aa-42af-8f1b-d9ea70c0752e\" class=\"wp-block-ub-expand ub-expand\" data-scroll-type=\"false\" data-scroll-amount=\"\" data-scroll-target=\"\">\n<div id=\"ub-expand-partial-9275aa99-f1f1-4388-b2f4-32fc957b9ac4\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p><strong>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0 <\/strong>Tucano, a cidade, n\u00e3o a ave, est\u00e1 viva no meu imagin\u00e1rio desde garoto. Em Afogados da Ingazeira, cresci ouvindo Jocelina, a Jo\u00e7a, irm\u00e3 de cria\u00e7\u00e3o de minha m\u00e3e Margarida, enaltecer o munic\u00edpio baiano e, mais do que isso, por v\u00e1rias vezes, juntar seus apetrechos e pegar a estrada em busca do seu para\u00edso.<\/p>\n<p>Na verdade, n\u00e3o era t\u00e3o para\u00edso assim. Jo\u00e7a praticou um \u00eaxodo sem fim para Tucano, mas sempre fazendo o caminho de volta. N\u00e3o tenho a m\u00ednima no\u00e7\u00e3o das suas idas e voltas. Tamb\u00e9m n\u00e3o lembro se havia parentes seus por l\u00e1. S\u00f3 lembro ela comentando comigo e minha fam\u00edlia: \u201cEstou de partida para Tucano. Aqui, n\u00e3o d\u00e1 mais para viver\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-9275aa99-f1f1-4388-b2f4-32fc957b9ac4\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p>Eu n\u00e3o tinha a menor no\u00e7\u00e3o da localiza\u00e7\u00e3o da cidade. S\u00f3 sabia que ficava em territ\u00f3rio baiano, porque ela me dizia. Essas recorda\u00e7\u00f5es mexeram comigo nas f\u00e9rias com um sentimento e uma emo\u00e7\u00e3o fort\u00edssimos. Vi com meus olhos a Tucano de Jo\u00e7a. N\u00e3o sabia, mas estava escrito no roteiro para as cidades hist\u00f3ricas de Minas a passagem por Tucano.<\/p>\n<p>Parei o carro e fotografei a placa indicativa. Ningu\u00e9m do meu grupo de f\u00e9rias entendeu, nem muito menos minha Nayla. Acharam estranho apenas. Por que fotografar uma placa de cidade? A pergunta ficou no ar. A resposta deixei para dar nesta cr\u00f4nica. Tucano faz parte da minha vida, mesmo sem nunca ter ido l\u00e1. Eu ia na imagina\u00e7\u00e3o. Como deve ser essa Tucano, que tanto a saudosa Jo\u00e7a amava?<\/p>\n<p>Para mim, Tucano era apenas uma ave colorida, linda, de bico longo. N\u00e3o uma cidade. A Tucano de Jo\u00e7a era um eldorado, seu mundo de prosperidade. No meu Sert\u00e3o, o \u00fanico \u00eaxodo que conheci era feito pelos deserdados da seca rumo a S\u00e3o Paulo. Mas Jo\u00e7a nunca conheceu S\u00e3o Paulo, provavelmente porque era analfabeta, sem profiss\u00e3o definida e sem sonhos.<\/p>\n<p>Seu sonho era procriar. Vivia com menino na barriga, mas com a sina de perd\u00ea-los para uma doen\u00e7a muito comum que pobre n\u00e3o superava por falta de assist\u00eancia m\u00e9dica no sert\u00e3o: diarreia. Perdeu uma meia d\u00fazia de filhos. Da maldita sina s\u00f3 escaparam dois: Zezinho e Toinho. Ali\u00e1s, um, porque Zezinho era filho de cria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A perda de filhos pequenos para doen\u00e7as evit\u00e1veis, como a diarreia, est\u00e1 ligada \u00e0 falta de \u00e1gua pot\u00e1vel e desnutri\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma das faces mais cru\u00e9is da seca no sert\u00e3o nordestino. Esse drama \u00e9 recorrente na literatura regionalista e na mem\u00f3ria. No sert\u00e3o, a seca n\u00e3o mata s\u00f3 a terra; ela seca o sangue da gente, levando as crian\u00e7as na diarreia, num adeus que a m\u00e3e nunca esquece. O flagelo n\u00e3o \u00e9 apenas a falta de chuva, \u00e9 ver o filho secar por dentro, desidratado, enquanto o a\u00e7ude s\u00f3 tem poeira.<\/p>\n<p>Jo\u00e7a era uma mulher guerreira. Na casa de mam\u00e3e, quando se arrependia de mais uma aventura em Tucano e regressava desiludida, fazia de tudo: cozinhava, lavava pratos, fazia faxina e outros afazeres, entre eles detinha a arte de matar as galinhas de capoeira criadas por papai com uma facada certeira no pesco\u00e7o. Depois, depenava com as m\u00e3os em \u00e1gua fervendo.<\/p>\n<p>Existem cidades que guardamos no mapa do cora\u00e7\u00e3o, lugares que nunca pisamos, mas cujas ruas conhecemos de cor nos nossos sonhos. Assim, para mim \u00e9 Tucano. Nunca fui, avistei de longe agora, arrastando e acolhendo em mim a saudade de Jo\u00e7a. O nome da cidade era um poema chamado Tucano, e eu preferia imagin\u00e1-la como um verso perfeito a conhec\u00ea-la como uma prosa comum.<\/p>\n<p>A verdadeira beleza daquela cidade com nome de uma ave t\u00e3o linda \u00e9 o mist\u00e9rio de nunca ter sido visitada por mim, permanecendo intocada na galeria das minhas fantasias passadas pelas hist\u00f3rias de Jo\u00e7a. Na verdade, s\u00f3 hoje tenho a exata no\u00e7\u00e3o de que o nome da cidade Tucano soava como m\u00fasica, prometendo esquinas que nunca encontrei e rostos que nunca vi.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0 Tucano, a cidade, n\u00e3o a ave, est\u00e1 viva no meu imagin\u00e1rio desde garoto. 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