{"id":2580,"date":"2026-01-31T23:49:39","date_gmt":"2026-02-01T02:49:39","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2580"},"modified":"2026-02-01T13:38:27","modified_gmt":"2026-02-01T16:38:27","slug":"a-bazuca-e-o-carnaval-de-carpina-um-clamor-telurico-de-liberdade-e-festa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2580","title":{"rendered":"GAZETA PERNAMBUCANA &#8211; BAZUCA: A FOLIA TEL\u00daRICA DE CARPINA. Por Fl\u00e1vio Chaves"},"content":{"rendered":"<p data-start=\"606\" data-end=\"1086\"><strong>Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. Foi Delegado Federal\/Minc\u00a0 \u2013\u00a0<\/strong>H\u00e1 cidades que apenas existem. E h\u00e1 Carpina, que respira, canta, dan\u00e7a e se multiplica em vozes quando janeiro se despede e fevereiro se prepara para florescer em cores. L\u00e1, entre as cal\u00e7adas de calor e as esquinas de saudade, vive um Carnaval que n\u00e3o se limita ao calend\u00e1rio: ele habita o esp\u00edrito. E nesse transe de alegria ancestral, a <strong data-start=\"946\" data-end=\"967\">Bazuca Cana Clube<\/strong>, fundada em 1966, se ergue como uma tempestade de riso e rebeldia, soprando sua m\u00fasica como vento que varre a mesmice.<\/p>\n<p data-start=\"1088\" data-end=\"1686\">No princ\u00edpio, era apenas um pequeno anexo: um c\u00f4modo modesto, acanhado em tamanho, mas colossal em destino. Entre paredes simples e janelas que deixavam o sol escorrer em fiapos dourados, nascia um reduto que logo deixaria de ser apenas abrigo de estudos para tornar-se territ\u00f3rio de sonhos. Birau, ao herdar aquele espa\u00e7o deixado pelo irm\u00e3o Edinaldo, plantou ali as sementes da transgress\u00e3o criativa. Cercado por seus companheiros , jovens feitos de carne e sonho, alma e tambor, fez da pequena casa o epicentro de uma revolu\u00e7\u00e3o bem-humorada, onde cada gole de cacha\u00e7a era tamb\u00e9m um brinde \u00e0 liberdade.<\/p>\n<p data-start=\"1688\" data-end=\"2044\">A Bazuca nasceu sob a \u00e9gide de um princ\u00edpio inegoci\u00e1vel: a contesta\u00e7\u00e3o a tudo e a todos, com especial destemor diante do status quo. Era mais que um grito: era gargalhada contra o autoritarismo, deboche diante da caretice e resist\u00eancia embebida em poesia. Cada um de seus fundadores carregava n\u00e3o apenas um nome, mas uma centelha dessa chama inaugural.<\/p>\n<p data-start=\"2046\" data-end=\"2687\">Destacaram-se, ao lado do incans\u00e1vel Birau, Quincas Lapa, dono de uma voz que ecoava como manifesto; Edson Chagas, cora\u00e7\u00e3o cantante das serenatas apaixonadas; os irm\u00e3os <strong data-start=\"2223\" data-end=\"2255\">C<\/strong>hico Merondia, Nen\u00e9m e Joca, arquitetos da harmonia nas cordas dos viol\u00f5es; J\u00f3ia da Celpe, que fazia o cavaquinho conversar com a madrugada; Gilvan Nery, Mauro Luiz Barros, Hildebrando Marques (o lend\u00e1rio Panduca, mestre da sanfona), Lapenda, Quito, Fred Saldanha, Gil Guedes\u00a0 Jairo Cordeiro e\u00a0Fernando Monteiro,\u00a0homens que n\u00e3o apenas fundaram um bloco, mas acenderam uma chama que viraria tocha nos carnavais futuros.<\/p>\n<p data-start=\"2689\" data-end=\"3004\">Ali, as tardes se alongavam em serenatas, as madrugadas amanheciam em rimas, e o verbo era sempre conjugado no tom da ousadia. Inspirados por figuras m\u00edticas da m\u00fasica popular, Noel, Cartola, Pixinguinha, Nelson Gon\u00e7alves, Chico, entre outros, os bazuqueiros criaram um altar profano onde se cultuava o que havia de mais sagrado: a irrever\u00eancia.<\/p>\n<p data-start=\"3006\" data-end=\"3494\">Cada sexta-feira da semana pr\u00e9-carnavalesca era um com\u00edcio da alegria. Os bazuqueiros, depois de sacramentarem o esp\u00edrito com goles generosos de cana, sa\u00edam pelas ruas da cidade como se fossem cometas de carne e osso, brilhando em cada esquina, desafiando os muros invis\u00edveis da ordem. Sobre bancos de feira, palanques improvisados, proferiam discursos incendi\u00e1rios, enquanto a sanfona, os viol\u00f5es e o cavaquinho costuravam os sentimentos em can\u00e7\u00f5es que vibravam como estandartes sonoros.<\/p>\n<p data-start=\"3496\" data-end=\"3769\">A autoridade tentou silenciar a festa, a pol\u00edcia se posicionou, a Igreja bradou. Mas a Bazuca n\u00e3o se deteve. Passou, com seus refr\u00f5es desafiadores, como um cortejo de luz atravessando as sombras do conservadorismo. Era mais que carnaval. Era liberdade encarnada em marcha.<\/p>\n<p data-start=\"3771\" data-end=\"4076\">Na sede, onde os homens se reuniam para discutir o mundo entre uma dose e uma met\u00e1fora, falava-se de tudo: pol\u00edtica, filosofia, amores, pecados, e at\u00e9 da vida alheia com a delicadeza de quem esculpe uma est\u00e1tua com palavras. Ali se forjavam ideias como quem comp\u00f5e um samba: com cad\u00eancia, ironia e paix\u00e3o.<\/p>\n<p data-start=\"4078\" data-end=\"4770\">E neste Carnaval de 2026, o tempo faz uma rever\u00eancia em tom maior a tr\u00eas nomes que s\u00e3o colunas memor\u00e1veis da hist\u00f3ria da festa. Gil Guedes, lideran\u00e7a que defendeu com garra o Clube Lenhadores, tratando-o como templo sagrado da cultura; Haroldo Salgado, guardi\u00e3o da hist\u00f3ria e da institucionalidade carnavalesca, era presen\u00e7a firme nos dias de gl\u00f3ria e nos momentos de luta. E Pitaco, foli\u00e3o de raiz, dono de uma borracharia que era mais um ponto de encontro da alegria. Pitaco, que cantava loas \u00e0 burra que comia milho e, aperreada, comia arroz, como quem transforma at\u00e9 a dureza da vida em rima popular. Um trovador das ruas, um s\u00edmbolo da espontaneidade que a Bfesta de Momo celebra.<\/p>\n<p data-start=\"4772\" data-end=\"5103\">Com o passar dos anos, a Bazuca se expandiu como o pr\u00f3prio Carnaval de Carpina: agregando trios el\u00e9tricos, bandas, orquestras, agremia\u00e7\u00f5es irm\u00e3s de outras cidades. Cada nova gera\u00e7\u00e3o que vestia a camisa da Bazuca recebia, junto ao copo cheio da cerim\u00f4nia de batismo, a responsabilidade de carregar o estandarte invis\u00edvel da ousadia.<\/p>\n<p data-start=\"5105\" data-end=\"5306\">E se hoje ela segue desfilando, n\u00e3o \u00e9 por nostalgia,\u00a0 \u00e9 por pertin\u00eancia. Porque ainda h\u00e1 muros a serem pulados, ordens a serem subvertidas e can\u00e7\u00f5es a serem cantadas como atos de resist\u00eancia e ternura.<\/p>\n<p data-start=\"5308\" data-end=\"5470\" data-is-last-node=\"\" data-is-only-node=\"\">Porque, no fim, ser Bazuqueiro \u00e9 isso: olhar o mundo com olhos de folia e dizer, entre um gole e um refr\u00e3o, que a liberdade tamb\u00e9m sabe frevar e sonhar.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. Foi Delegado Federal\/Minc\u00a0 \u2013\u00a0H\u00e1 cidades que apenas existem. 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