{"id":2530,"date":"2026-01-25T15:34:42","date_gmt":"2026-01-25T18:34:42","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2530"},"modified":"2026-01-25T15:34:42","modified_gmt":"2026-01-25T18:34:42","slug":"a-cronica-domingueira-por-magno-martins-25","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2530","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica domingueira. Por Magno Martins"},"content":{"rendered":"<div id=\"ub-expand-partial-86c18253-6a38-494d-b57d-2d7af822a75c\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p><strong>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013 <\/strong>Nas f\u00e9rias, que se estendem at\u00e9 o pr\u00f3ximo dia 1, optei por um roteiro cultural, hist\u00f3rico e rom\u00e2ntico: as cidades hist\u00f3ricas de Minas Gerais. Na companhia ador\u00e1vel da minha Nayla, de suas primas Tayse e Kelly, esta com seu esposo Cid Severo, comecei por Diamantina, terra de JK, com suas ruas de pedras e paralelep\u00edpedos constru\u00eddas pelo suor dos nossos ancestrais em busca de ouro e diamante.<\/p>\n<p>Cal\u00e7adas hist\u00f3ricas cobertas de sangue dos chicotes em negros escravizados, lavadas por l\u00e1grimas de dor. Entre montanhas e pedras, a Diamantina de JK \u00e9 uma joia inquebrant\u00e1vel, um tesouro no cora\u00e7\u00e3o de Minas. Tem a musicalidade das serenatas, igrejas bicenten\u00e1rias, cheias de ouro.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2531 aligncenter\" src=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-25-at-07.32.51-225x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-25-at-07.32.51-225x300.jpeg 225w, https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-25-at-07.32.51-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-25-at-07.32.51-1152x1536.jpeg 1152w, https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-25-at-07.32.51.jpeg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-86c18253-6a38-494d-b57d-2d7af822a75c\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p>A cidade, antes conhecida como Arraial do Tijuco, encanta com seu cen\u00e1rio \u00fanico e sua rica heran\u00e7a cultural. \u00c9 pura poesia e hist\u00f3ria. A etapa seguinte foi Ouro Preto, de uma beleza atemporal, tra\u00e7o da arte barroca, onde a alma mineira \u00e9 muito mais expl\u00edcita. Ouro Preto n\u00e3o se visita. Se sente!<\/p>\n<p>Andar pelas ruas de Ouro Preto \u00e9 ter a sensa\u00e7\u00e3o de que na pr\u00f3xima esquina vamos encontrar algum personagem da Hist\u00f3ria, numa volta ao passado em cada esquina, em cada casar\u00e3o ou em cada igreja. Manuel Bandeira tem raz\u00e3o: Ouro Preto \u00e9 a cidade que n\u00e3o mudou, e nisso reside seu incompar\u00e1vel encantamento.<\/p>\n<p>Conhecer Ouro Preto \u00e9 caminhar por ruas que contam hist\u00f3rias, \u00e9 sentir o passado vivo em cada igreja, em cada pedra, em cada detalhe barroco. Ouro Preto \u00e9 o peda\u00e7o das Minas Gerais de Tiradentes que abriga o maior conjunto homog\u00eaneo de arquitetura barroca do Brasil, reconhecido pela Unesco.<\/p>\n<p>No caminhar apaixonante da nossa agenda tur\u00edstica adentramos em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, ber\u00e7o de outro estadista, o ex-presidente Tancredo Neves, a terra onde os sinos falam, marcada pela f\u00e9, tradi\u00e7\u00e3o e arquitetura colonial. Ch\u00e3o de inconfidentes, exala cultura, com ruas charmosas, sinos sonoros e o famoso trem Maria Fuma\u00e7a, encantando visitantes com sua atmosfera \u00fanica de primavera constante.<\/p>\n<p>Em S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei, a surpresa do belo nos espreita de onde n\u00e3o se suspeita nem espera. \u00c9 s\u00f3 abrir os olhos e ver. Percorrer suas ruas \u00e9 viajar no tempo, entre becos coloniais e o som inconfund\u00edvel dos sinos. Entre a Rua das Flores e a Ponte dos Suspiros, S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei se revela um cen\u00e1rio de contos de fadas mineiro.<\/p>\n<p>No nosso roteiro n\u00e3o podia faltar Tiradentes, de grande valor hist\u00f3rico para o pa\u00eds, com muitas atra\u00e7\u00f5es, lugares ricos em hist\u00f3ria, arquitetura e gastronomia. Uma das cidades mais importantes no roteiro tur\u00edstico do Brasil e de Minas Gerais, com uma arquitetura charmosa e que lembra tamb\u00e9m a de Paraty, no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Em Tiradentes, o tempo desacelera, a cidade tem forma de poesia. No fim da tarde, em cada esquina um suspiro po\u00e9tico. S\u00e3o 308 anos de hist\u00f3ria viva, escrita nas pedras das ruas e nas torres das igrejas. O entardecer em Tiradentes tem outro ritmo: o tempo desacelera e a cidade convida a ficar mais um pouco.<\/p>\n<p>Tiradentes \u00e9 mem\u00f3ria, mas tamb\u00e9m \u00e9 presente pulsante, feito de gente, cultura, arte e sabores. Mais que um lugar, uma experi\u00eancia de afeto e aconchego. As origens de Tiradentes remontam aos primeiros anos do s\u00e9culo XVIII, quando da descoberta de minas de ouro na regi\u00e3o da bacia do Rio das Mortes.<\/p>\n<p>A aglomera\u00e7\u00e3o inicial, chamada Arraial Velho, era vinculada \u00e0 vila de S\u00e3o Jo\u00e3o del-Rei. Em 1718, foi elevada \u00e0 categoria de vila e recebeu o nome de S\u00e3o Jos\u00e9. O nome de Tiradentes est\u00e1 escrito no Pante\u00e3o da P\u00e1tria e da Liberdade Brasileira, no Livro dos Her\u00f3is da P\u00e1tria desde 21 de abril de 1992.<\/p>\n<p>A Bandeira de Minas Gerais \u00e9 composta por um tri\u00e2ngulo vermelho sobre fundo branco, contornado pela express\u00e3o em latim \u201cLibertas quae sera tamen\u201d \u2014 lema da Inconfid\u00eancia Mineira \u2014, que significa \u201cLiberdade ainda que tardia\u201d.<\/p>\n<p>E liberdade est\u00e1 associada ao seu grande her\u00f3i, Joaquim da Silva Xavier, o Tiradentes, principal l\u00edder da Inconfid\u00eancia Mineira, movimento separatista contra a domina\u00e7\u00e3o portuguesa. Foi o \u00fanico inconfidente condenado \u00e0 morte, enforcado e esquartejado em 21 de abril de 1792, tornando-se her\u00f3i nacional e m\u00e1rtir da Rep\u00fablica.<\/p>\n<p>Para o homem que trocou a vida pela liberdade do Brasil, escolhi a sua frase mais famosa, antol\u00f3gica, que est\u00e1 no livro \u201cHer\u00f3is da P\u00e1tria\u201d, para encerrar esta cr\u00f4nica: \u201cPois seja feita a vontade de Deus. Mil vidas eu tivesse, mil vidas eu daria pela liberta\u00e7\u00e3o da minha p\u00e1tria!\u201d<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013 Nas f\u00e9rias, que se estendem at\u00e9 o pr\u00f3ximo dia 1, optei por um roteiro cultural, hist\u00f3rico e rom\u00e2ntico: as cidades hist\u00f3ricas de Minas Gerais. 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