{"id":2356,"date":"2025-12-21T18:31:38","date_gmt":"2025-12-21T21:31:38","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2356"},"modified":"2025-12-21T18:31:38","modified_gmt":"2025-12-21T21:31:38","slug":"a-cronica-domingueira-por-magno-martins-21","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2356","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica domingueira. Por Magno Martins"},"content":{"rendered":"<div id=\"ub-expand-partial-ced0e5a0-7e55-4214-8524-d6de77e1285f\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p><strong>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013 <\/strong>Minha rela\u00e7\u00e3o com o Governo Raquel Lyra (PSDB), objeto de questionamentos de leitores vez por outra, n\u00e3o \u00e9 diferente de nenhum outro que a antecedeu. Com Paulo C\u00e2mara (PSB), seu antecessor, as dificuldades foram de igual intensidade. Sequer me dava entrevistas. J\u00e1 Eduardo Campos (PSB), um dos mais explosivos na rela\u00e7\u00e3o, chegou a ficar sem falar comigo por mais de dois anos, mas antes de perder a vida numa fatalidade reatou um conv\u00edvio civilizado.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2357 aligncenter\" src=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-12-20-at-12.29.06-221x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"221\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-12-20-at-12.29.06-221x300.jpeg 221w, https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/WhatsApp-Image-2025-12-20-at-12.29.06.jpeg 469w\" sizes=\"auto, (max-width: 221px) 100vw, 221px\" \/><\/p>\n<p>Foi dele que ganhei o apelido de \u201cMaligno\u201d. Jarbas Vasconcelos, que antecedeu Eduardo, na sua primeira gest\u00e3o perdeu a estribeira, chegando a fazer uma carta de pr\u00f3prio punho cortando completamente qualquer possibilidade de um conv\u00edvio harmonioso. Miguel Arraes era de altos e baixos. Como contei numa postagem por ocasi\u00e3o do anivers\u00e1rio do habilidoso Adilson Gomes, j\u00e1 me expulsou de um evento.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-ced0e5a0-7e55-4214-8524-d6de77e1285f\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p>Joaquim Francisco, a quem assessorei num primeiro momento na sua campanha ao Governo do Estado, em 1990, vindo a ser por um ano seu secret\u00e1rio de Imprensa, brigou comigo e orientou todo o Secretariado a n\u00e3o me passar informa\u00e7\u00f5es. Seu antecessor Carlos Wilson, que governou o Estado por 11 meses, tamb\u00e9m teve um forte atrito comigo n\u00e3o apenas no seu Governo, mas na CPI dos Precat\u00f3rios.<\/p>\n<p>Pol\u00edticos no Brasil em geral, especialmente quando chegam ao poder, t\u00eam enormes dificuldades de conviver com a cr\u00edtica. S\u00f3 querem elogios. Uma curta nota na coluna \u00e9 suficiente para mudar o humor deles. Nunca fiz jornalismo adocicado. Tenho meu estilo pr\u00f3prio. Sempre foi assim e ser\u00e1 para o resto da minha vida.<\/p>\n<p>Jornalismo \u00e9 publicar aquilo que algu\u00e9m n\u00e3o quer que se publique. Todo o resto \u00e9 publicidade, aprendi com Cl\u00e1udio Abramo, um dos mais influentes jornalistas e grande referencial nos bancos universit\u00e1rios, que se orgulhava de duas coisas: ser autodidata e ter sido testamenteiro de Oswald de Andrade, de quem foi amigo. \u00c9 dele tamb\u00e9m a frase: \u201cO jornalismo \u00e9, antes de tudo e sobretudo, a pr\u00e1tica di\u00e1ria da intelig\u00eancia e o exerc\u00edcio cotidiano do car\u00e1ter\u201d.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 pol\u00edtico que n\u00e3o sabe conviver com a cr\u00edtica. Ayrton Senna no auge da sua carreira perdeu o humor e declarou: \u201cSe depender de mim, voc\u00eas, jornalistas, ir\u00e3o esgotar os adjetivos do dicion\u00e1rio\u201d. Chamo jornalismo a tudo que transforma, que revoluciona. O jornalismo \u00e9 a grande trincheira da sociedade. Sem ele, n\u00e3o h\u00e1 revolu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com Eduardo Campos, tive um solavanco hist\u00f3rico, revelado no meu livro \u201cHist\u00f3rias de rep\u00f3rter\u201d. Come\u00e7ou em Petrolina, na \u00e1rea externa das instala\u00e7\u00f5es na TV Grande Rio, e acabou em Araripina, j\u00e1 tarde da noite, no circuito \u201cGoverno nos munic\u00edpios\u201d. A briga me custou caro. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil brigar com o poder, nem muito menos com os poderosos. Nunca conheci um governante que soube usar com tamanha intensidade as suas prerrogativas.<\/p>\n<p>Quando deixei a Secretaria de Imprensa do Governo Joaquim Francisco, a quem servi apenas no primeiro ano, em 1991, meu amigo Ant\u00f4nio Camelo, de saudosa mem\u00f3ria, me recebeu de bra\u00e7os abertos de volta ao Di\u00e1rio de Pernambuco. Passei a assinar uma coluna e fazer entrevistas. Jos\u00e9 Jorge, ministro aposentado do Tribunal de Contas da Uni\u00e3o, perdeu o cargo de secret\u00e1rio de Educa\u00e7\u00e3o no Governo de Joaquim, simplesmente porque me deu uma entrevista exclusiva.<\/p>\n<p>Ao inv\u00e9s de chamar Jorge e a ele explicar as raz\u00f5es, Joaquim mandou o ent\u00e3o secret\u00e1rio Luiz Alberto ligar para ele dizendo que estava precisando do cargo. Inacredit\u00e1vel? Jos\u00e9 Jorge est\u00e1 a\u00ed, vivinho da silva, para confirmar!<\/p>\n<p>Na elei\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica de 1986, a volta de Miguel Arraes ao poder, campanha com o mote \u201cEle vai voltar pela porta que saiu\u201d, o velho cacique foi eleito e puxou os dois senadores \u2014 Mansueto de Lavor e Ant\u00f4nio Farias. Com menos de um ano de mandato, Farias sofreu um infarto fulminante, assumindo o primeiro-suplente Ney Maranh\u00e3o, que havia sido indicado para a chapa por Jarbas Vasconcelos, a quem era extremamente ligado.<\/p>\n<p>L\u00facio Costa era editor-geral do Di\u00e1rio de Pernambuco e me escalou para cobrir a chegada de Ney ao Senado, a quem n\u00e3o conhecia. Informou apenas tratar-se de uma figura engra\u00e7ada. Produzi uma p\u00e1gina inteira no velho DP que deixou o senador boiadeiro, como assim se referia a ele o ent\u00e3o colunista Jos\u00e9 Adalberto Ribeiro, lel\u00e9 da cuca.<\/p>\n<p>No dia seguinte, fui fazer uma entrevista com ele sobre seu primeiro dia de senador e levei a pior. Trancou-me no seu gabinete, desligou o ar-condicionado e revelou toda a sua faceta violenta, passando um rev\u00f3lver na minha venta. Mais tarde, o epis\u00f3dio foi superado, Ney virou uma das melhores fontes como l\u00edder da tropa de choque do ent\u00e3o presidente Fernando Collor.<\/p>\n<p>J\u00e1 Jos\u00e9 Mendon\u00e7a Bezerra, pai do deputado federal Mendon\u00e7a Filho, foi um dos pol\u00edticos mais habilidosos que convivi, desde que n\u00e3o pisasse no seu calcanhar. Perdi as contas de quantas vezes fui agredido por ele. Corria o m\u00eas carnavalesco de fevereiro de um ano que n\u00e3o lembro mais, recebi um grosso telefonema dele dizendo que n\u00e3o ia naquele dia a uma famosa pr\u00e9via extremamente concorrida, onde se divertiam pol\u00edticos e jornalistas, para n\u00e3o me esbofetear.<\/p>\n<p>A raz\u00e3o? Uma notinha sobre o filho \u2014 nem lembro o assunto \u2014 que o havia tirado do s\u00e9rio. Mas diferente da maior parte dos pol\u00edticos que perdem a cabe\u00e7a, Mendon\u00e7\u00e3o se arrependia, pedia perd\u00e3o e fazia juras de amor. Era bonach\u00e3o e divertido. S\u00f3 n\u00e3o aceitava bombardeios em dire\u00e7\u00e3o ao amado Mendon\u00e7a Filho, seu herdeiro na vida p\u00fablica.<\/p>\n<p>J\u00e1 na C\u00e2mara dos Deputados, que cubro desde que me entendo por gente, o ent\u00e3o deputado Jos\u00e9 Carlos Vasconcelos, cunhado do ex-senador Marcos Freire, me insultou no restaurante do d\u00e9cimo andar tamb\u00e9m por causa de uma nota na coluna. N\u00e3o chegamos \u00e0s vias de fato gra\u00e7as a coleguinhas que presenciaram a cena.<\/p>\n<p>O ex-deputado Nilson Gibson, por sua vez, muito amigo de Arraes, me ligou para dizer que n\u00e3o aparecesse na C\u00e2mara dos Deputados num determinado dia, bufando de raiva por causa de uma mat\u00e9ria minha no DP, porque tamb\u00e9m iria me bater.<\/p>\n<p>Baixinho e adepto desse tipo de comportamento, Gibson levou um murro de Ricardo Fi\u00faza no plen\u00e1rio da Casa, mas por outro motivo.<\/p>\n<p>Por fim, o deputado Inoc\u00eancio Oliveira, quando ainda n\u00e3o era famoso, integrante do baixo clero na C\u00e2mara, me convidou para editar o jornal dele em Serra Talhada. N\u00e3o gostou das mudan\u00e7as na linha editorial, me chamou de comunista e ainda me expulsou aos gritos da sua fazenda no dia do nosso acerto de contas.<\/p>\n<p>Com o tempo, virou uma boa fonte e at\u00e9 me levou para almo\u00e7ar no Pal\u00e1cio do Planalto quando presidente da Rep\u00fablica interino.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013 Minha rela\u00e7\u00e3o com o Governo Raquel Lyra (PSDB), objeto de questionamentos de leitores vez por outra, n\u00e3o \u00e9 diferente de nenhum outro que a antecedeu. Com Paulo C\u00e2mara (PSB), seu antecessor, as dificuldades foram de igual intensidade. Sequer me dava entrevistas. 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