{"id":2333,"date":"2025-12-14T21:17:31","date_gmt":"2025-12-15T00:17:31","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2333"},"modified":"2025-12-14T21:17:31","modified_gmt":"2025-12-15T00:17:31","slug":"a-cronica-domingueira-por-magno-martins-20","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2333","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica domingueira. Por Magno Martins"},"content":{"rendered":"<div id=\"ub-expand-partial-e5a92cf0-b69b-4ab2-a56e-482df6f65e16\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p><strong>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013<\/strong> Em plena era das can\u00e7\u00f5es de gosto duvidoso, que fazem a cabe\u00e7a das novas gera\u00e7\u00f5es, tratar nesta cr\u00f4nica do romantismo contagiante das serenatas soa como uma provoca\u00e7\u00e3o. Mas as serestas, ou serenatas, est\u00e3o de volta, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, depois de um longo per\u00edodo adormecidas. Em Pernambuco, o grito de renascimento, a ousadia, vem de Santa Maria da Boa Vista, a 605 km do Recife, modelo para outras cidades.<\/p>\n<p>Ali, o cen\u00e1rio pr\u00f3prio e inerente para uma seresta, com ambientes que reportam ao romantismo europeu, de onde surgiram as serenatas, encanta e seduz. Se passa em casar\u00f5es e pr\u00e9dios mais que centen\u00e1rios, beirando o Rio S\u00e3o Francisco, com a luz exuberante da lua cheia estendida sobre as \u00e1guas do Velho Chico, o chamado Rio da Integra\u00e7\u00e3o Nacional.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-e5a92cf0-b69b-4ab2-a56e-482df6f65e16\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" aria-hidden=\"false\">\n<p>Serenatas prescindem da natureza rom\u00e2ntica. Em Floresta, que se inspirou em Santa Maria da Boa Vista, os seresteiros saem tocando e cantando num verdadeiro arrast\u00e3o, de cores e luz, em torno do seu belo s\u00edtio hist\u00f3rico, que enche os olhos de qualquer cora\u00e7\u00e3o com um m\u00ednimo de dosagem tocada pelo romantismo. \u00c9 lindo de se ver. Fui l\u00e1 no seu primeiro ano, com minha Nayla, a convite da prefeita Rorr\u00f3 Mani\u00e7oba e do seu esposo Gat\u00e3o, bo\u00eamio por natureza, cantor e tocador de viol\u00e3o.<\/p>\n<p>Fiquei emocionado ao longo de todo o percurso. Relembrei os saudosos tempos de boemia. O encanto das serenatas reside na sua atmosfera rom\u00e2ntica e tradicional, sendo uma performance musical noturna ao ar livre, com m\u00fasicos cantando e tocando instrumentos (como viol\u00e3o) sob a janela da pessoa amada para cortej\u00e1-la ou homenage\u00e1-la, evocando nostalgia e emo\u00e7\u00e3o com melodias suaves, sendo um ato cultural que une o passado com a celebra\u00e7\u00e3o do amor e da amizade.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2334 aligncenter\" src=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-12-13-1815421-278x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"278\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-12-13-1815421-278x300.jpeg 278w, https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-12-13-1815421-768x828.jpeg 768w, https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/2025-12-13-1815421.jpeg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 278px) 100vw, 278px\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<p>Se Santa Maria e Floresta se descortinam, literalmente, para o abra\u00e7o ao romantismo, imagina se minha Triunfo, com o ambiente mais prop\u00edcio e charmoso para declara\u00e7\u00f5es de amor, com seus casar\u00f5es coloniais, ficaria de fora. J\u00e1 fez o seu festival com esplendor. Chorei de emo\u00e7\u00e3o com aqueles homens de chap\u00e9u branco e gravatas borboletas rondando o cine-teatro, margeando o a\u00e7ude, parando em casar\u00f5es centen\u00e1rios.<\/p>\n<p>No Brasil, a origem das serenatas se deu em 1717, quando o viajante franc\u00eas Le Gentil de La Barbinais a trouxe consigo, mas a sua hist\u00f3ria aparece nos livros desde 1505. Segundo o saudoso C\u00e2mara Cascudo, a seresta \u00e9 a mistura do canto com a m\u00fasica instrumental, executados ao sereno, ao ar livre, diante da casa da amada. A serenata n\u00e3o foi inventada por uma \u00fanica pessoa. Retrata um costume que evoluiu ao longo de muitos s\u00e9culos, originando-se na Europa medieval.<\/p>\n<p>Tratava-se de um evento l\u00edtero-musical em que um amante dedicava versos e m\u00fasicas \u00e0 pessoa amada, geralmente durante a noite e ao ar livre. Entre os exemplos mais famosos da serenata do s\u00e9culo XVIII est\u00e3o os de Mozart, cujas serenatas cont\u00eam uma multiplicidade de movimentos que v\u00e3o de quatro a dez. Suas serenatas eram muitas vezes pe\u00e7as puramente instrumentais, escritas para ocasi\u00f5es especiais, como as encomendadas para cerim\u00f4nias de casamento.<\/p>\n<p>As famosas serenatas de Mozart incluem Haffner, a Serenata notturna, e um de seus mais famosos trabalhos, Eine Kleine Nachtmusik. Acredita-se que as ra\u00edzes da serenata remontam aos trovadores dos s\u00e9culos XII a XIV, que usavam m\u00fasica e poesia para expressar emo\u00e7\u00f5es, muitas vezes sobre amores imposs\u00edveis. A pr\u00e1tica floresceu durante esses per\u00edodos na Europa.<\/p>\n<p>Compositores de m\u00fasica cl\u00e1ssica, como Franz Schubert, fizeram pe\u00e7as instrumentais e vocais chamadas \u201cSerenata\u201d (ou Serenade em alem\u00e3o), que se tornaram obras famosas. No Brasil, o costume foi trazido pelos colonizadores portugueses durante o per\u00edodo colonial. Grupos de m\u00fasicos, conhecidos como seresteiros, cantavam e tocavam instrumentos de corda, como viol\u00e3o e cavaquinho, sob as janelas das pretendidas, \u00e0 luz da lua, um costume bo\u00eamio que se tornou uma tradi\u00e7\u00e3o cultural, especialmente em cidades hist\u00f3ricas como Conservat\u00f3ria, no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>H\u00e1 muitos cl\u00e1ssicos tocados em serenatas, entre elas a can\u00e7\u00e3o brasileira \u201cSerenata\u201d, composta por Silvio Caldas em parceria com Orestes Barbosa. Tamb\u00e9m uma famosa pe\u00e7a cl\u00e1ssica intitulada \u201cSerenata\u201d, composta por Franz Schubert em 1826. J\u00e1 o bombom Serenata de Amor foi criado por Henrique Maia Freund, fundador da empresa Garoto, em 1949.<\/p>\n<p>Neste embalo saudosista do romantismo, Arcoverde, ch\u00e3o das minhas tert\u00falias (por causa da minha Nayla), est\u00e1 se preparando para o seu festival de serestas. Acontece na pr\u00f3xima sexta-feira, iniciativa do presidente da C\u00e2mara de Vereadores, Luciano Pacheco. Minha nova p\u00e1tria ganha um banho de branco pelas suas ruas. Seu coreto, na Pra\u00e7a da Bandeira, nasceu para uma seresta ao amor da sua vida, o destino estava tra\u00e7ado pelo Cardeal Arcoverde.<\/p>\n<p>O romantismo das serestas, se conven\u00e7a, toca no \u00e2mago do cora\u00e7\u00e3o. \u00c9 uma flecha de cupido acertando dire\u00e7\u00e3o, entre a emo\u00e7\u00e3o e o medo, fogo que queima a alma e enche o esp\u00edrito de contentamento. Do coreto, a mo\u00e7a da janela reaparecer\u00e1, embriagada pelas can\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Serenata \u00e9 assim, com a donzela sonhando acordada o sonho alado. As serestas, serenatas ou cantigas para a vida s\u00e3o lenitivos para os amantes na inoc\u00eancia. Penetram em cora\u00e7\u00f5es de pedras duras.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013 Em plena era das can\u00e7\u00f5es de gosto duvidoso, que fazem a cabe\u00e7a das novas gera\u00e7\u00f5es, tratar nesta cr\u00f4nica do romantismo contagiante das serenatas soa como uma provoca\u00e7\u00e3o. Mas as serestas, ou serenatas, est\u00e3o de volta, por incr\u00edvel que pare\u00e7a, depois de um longo per\u00edodo adormecidas. 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