{"id":2104,"date":"2025-10-26T13:06:30","date_gmt":"2025-10-26T16:06:30","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2104"},"modified":"2025-10-26T13:06:30","modified_gmt":"2025-10-26T16:06:30","slug":"a-cronica-domingueira-por-magno-martins-13","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2104","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica domingueira. Por Magno Martins"},"content":{"rendered":"<div class=\"elementor-element elementor-element-7f30e03 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"7f30e03\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\"><strong>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0 <\/strong>Nasci no mato, na caatinga, entre o avel\u00f3s e o mandacaru, mas nem por isso tenho raz\u00e3o de n\u00e3o me apaixonar pelo azul infinito do mar. J\u00e1 minha Nayla nem de sarga\u00e7o gosta, \u00e9 pura flor do mandacaru, mulher guerreira, presa \u00e0s suas raizes. Tem cheiro de marmeleiro, a beleza e sensualidade de um beija-flor.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-746f5ae4 elementor-widget elementor-widget-theme-post-content\" data-id=\"746f5ae4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-content.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div id=\"ub-expand-905f8fa4-f8a0-4be3-943f-1616c65326ee\" class=\"wp-block-ub-expand ub-expand\" data-scroll-type=\"false\" data-scroll-amount=\"\" data-scroll-target=\"\">\n<div id=\"ub-expand-full-97e3776a-4966-4abe-8859-4c23a8870311\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-97e3776a-4966-4abe-8859-4c23a8870311\">\n<p>\u00c9 daquelas sertanejas com alma que flerta os l\u00edrios do campo. Valoriza a vida, a simplicidade da gente que tem paz fazendo a conex\u00e3o com a natureza. Que se encanta e se emociona com a beleza do nascer do sol, o canto dos p\u00e1ssaros, a satisfa\u00e7\u00e3o de plantar e colher. No pomar de nossa choupana em Arcoverde rega as plantas com um sorriso largo.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-97e3776a-4966-4abe-8859-4c23a8870311\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-97e3776a-4966-4abe-8859-4c23a8870311\">\n<p>Como matuto tamb\u00e9m, do santu\u00e1rio Paje\u00fa das flores, onde todas as almas s\u00e3o de cantadores, entendo perfeitamente a alma sertaneja da minha Nayla. O Sert\u00e3o \u00e9 mais do que um lugar, \u00e9 um sentimento de paz e pertencimento. Como disse Jo\u00e3o Guimar\u00e3es Rosa, o Sert\u00e3o \u00e9 onde o pensamento da gente se forma mais forte do que o poder do lugar.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2105 aligncenter\" src=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-25-at-17.21.54-300x226.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"226\" srcset=\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-25-at-17.21.54-300x226.jpeg 300w, https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-25-at-17.21.54-768x579.jpeg 768w, https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-25-at-17.21.54.jpeg 928w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Em \u201cGrande Sert\u00e3o e Veredas\u201d, Jo\u00e3o Guimar\u00e3es Rosa, outro gigante que pintou o sert\u00e3o de todas as cores, fala do encorajamento para a vida que s\u00f3 se observa numa gente que tem o sangue da resist\u00eancia na veia e no cora\u00e7\u00e3o: \u201cO correr da vida embrulha tudo, a vida \u00e9 assim: esquenta e esfria, aperta e da\u00ed afrouxa, sossega e depois desinquieta. O que ela quer da gente \u00e9 coragem\u201d. Com o tempo, dou todas as raz\u00f5es para minha Nayla: \u00e9 em Arcoverde, onde o meu tempo desacelera, que a felicidade se encontra nas pequenas coisas da vida.<\/p>\n<p>\u00c9 onde o meu cora\u00e7\u00e3o encontra seu lugar, longe da correria do mundo. A vida \u00e9 feita de batalhas, ningu\u00e9m compreende melhor isso do que ela, mas nem por isso precisamos viver num campo de guerra. Se o nosso campo n\u00e3o planta, a cidade n\u00e3o janta. A colheita vem para quem tem a paci\u00eancia de cultivar, que est\u00e1 na simplicidade do homem do campo, n\u00e3o entre os homens que guerreiam nos per\u00edmetros urbanos, no asfalto quente e de noites sem orvalho.<\/p>\n<p>Melhor viver entre o canto dos p\u00e1ssaros e o vento nas \u00e1rvores, com um luar na ro\u00e7a a contemplar at\u00e9 adormecer. Para mim, a natureza \u00e9 inspira\u00e7\u00e3o, poesia em forma de paisagem, e o ref\u00fagio onde a alma encontra sossego. Se me pedirem para reduzir ao essencial a diferen\u00e7a entre o campo e a cidade, ent\u00e3o a\u00ed est\u00e1 ela: o efeito que tem em n\u00f3s uma sirene no horizonte. No campo, a sirene vem do canto dos p\u00e1ssaros.<\/p>\n<p>\u00c9 no Sert\u00e3o, para os que n\u00e3o entendem a sua rica cultura que se instala no mato e brota nos ro\u00e7ados, que as abelhas fazem mel enquanto o sol brilha, onde o riso \u00e9 um raio de sol da alma, onde as flores sempre tornam as pessoas melhores, mais felizes e mais prestativas. Luz do Sert\u00e3o \u00e9 alimento e rem\u00e9dio para a mente.<\/p>\n<p>A for\u00e7a que vem de dentro da alma sertaneja de minha Nayla \u00e9 a mesma que fez Cora Coralina transportar o seu Goi\u00e1s para o nosso Sert\u00e3o. \u201cEu sou aquela mulher a quem o tempo muito ensinou. Ensinou a amar a vida e n\u00e3o desistir da luta, recome\u00e7ar na derrota. Fiz a escalada da montanha da vida removendo pedras e plantando flores\u201d.<\/p>\n<p>O grande Jos\u00e9 de Alencar enxergou um Sert\u00e3o de conflitos sociais e pol\u00edticos. A paisagem \u00e1rida \u00e9 um elemento central na sua obra. A seca, a terra e a caatinga s\u00e3o elementos descritos e que moldam a vida de seus personagens. Mas a for\u00e7a do sertanejo se sobrep\u00f5e a tudo isso, at\u00e9 mesmo ao mundo imagin\u00e1rio de Jos\u00e9 Alencar, que viu que o sertanejo \u00e9 antes de tudo um forte.<\/p>\n<p>Forte porque n\u00e3o desiste nunca. Forte porque a sua for\u00e7a \u00e9 maior do que qualquer estiagem. Forte porque o sertanejo planta com f\u00e9 onde falta \u00e1gua, recome\u00e7a quantas vezes for preciso. \u00c9 mais forte ainda porque \u00e9 no ch\u00e3o rachado onde ele semeia o amor.<\/p>\n<p>[arte: Eduardo Lima]<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0 Nasci no mato, na caatinga, entre o avel\u00f3s e o mandacaru, mas nem por isso tenho raz\u00e3o de n\u00e3o me apaixonar pelo azul infinito do mar. J\u00e1 minha Nayla nem de sarga\u00e7o gosta, \u00e9 pura flor do mandacaru, mulher guerreira, presa \u00e0s suas raizes. 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