{"id":2056,"date":"2025-10-19T19:20:27","date_gmt":"2025-10-19T22:20:27","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2056"},"modified":"2025-10-19T19:20:27","modified_gmt":"2025-10-19T22:20:27","slug":"a-cronica-domingueira-por-magno-martins-12","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=2056","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica domingueira. Por Magno Martins"},"content":{"rendered":"<div id=\"ub-expand-full-650f85ca-630d-4322-9324-9ca68f15d713\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-650f85ca-630d-4322-9324-9ca68f15d713\">\n<p><strong>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0 <\/strong>O jornalismo \u00e9 feito de emo\u00e7\u00f5es. J\u00e1 vivi muitos momentos de cora\u00e7\u00e3o pulsante. Estive frente a frente com figuras emblem\u00e1ticas, como Fidel Castro, em Cuba, na resid\u00eancia oficial do ex-presidente cubano. J\u00e1 tive o privil\u00e9gio de almo\u00e7ar com o poderoso Roberto Marinho, do alto do seu sal\u00e3o oval das Organiza\u00e7\u00f5es Globo, no Rio, avistando o Corcovado.<\/p>\n<p>Entrevistei Barbosa Lima Sobrinho em sua casa em Laranjeiras, no Rio. De Jos\u00e9 Sarney at\u00e9 Lula, entrevistei com exclusividade todos os presidentes da Rep\u00fablica. Na arte, Luiz Gonzaga me deu tr\u00eas entrevistas. Quem tem alma de rep\u00f3rter, faro de pedigree, a not\u00edcia \u00e9 trazida pelo vento.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-650f85ca-630d-4322-9324-9ca68f15d713\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-650f85ca-630d-4322-9324-9ca68f15d713\">\n<p>Curtindo o Crato, ontem, com minha Nayla, o vento soprou e me levou a outro momento inesquec\u00edvel no jornalismo: uma visita a dona Almina Arraes, de 101 anos, a \u00fanica irm\u00e3 viva do ex-governador Miguel Arraes.<\/p>\n<p>A encontrei extremamente l\u00facida, embora com fortes ru\u00eddos de audi\u00e7\u00e3o. Simp\u00e1tica, atrav\u00e9s do seu filho Joaquim Bezerra, servidor aposentado do Banco Central, residente no Recife, abriu as portas da sua casa onde j\u00e1 morou dona Benigna, sua m\u00e3e e m\u00e3e de Arraes.<\/p>\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-135470\" src=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-19-at-07.03.391-768x1024.jpeg\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" srcset=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-19-at-07.03.391-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-19-at-07.03.391-225x300.jpeg 225w, https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-19-at-07.03.391-1152x1536.jpeg 1152w, https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/WhatsApp-Image-2025-10-19-at-07.03.391.jpeg 1200w\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"1024\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Dona Almina me levou at\u00e9 o port\u00e3o da sua casa com o filho Joaquim<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Um ambiente aconchegante, pontilhado por imagens hist\u00f3ricas da fam\u00edlia que a poeira do tempo n\u00e3o tirou o brilho nem o cupim roeu, como a foto oficial de Miguel Arraes prefeito do Recife em 1959. Tamb\u00e9m Arraes abra\u00e7ando dona Madalena, sua esposa, ao sair da pris\u00e3o no Rio de Janeiro em plena ditadura do golpe militar de 64.<\/p>\n<p>T\u00e3o logo postei ontem o v\u00eddeo da minha visita, a fam\u00edlia se manifestou. Emocionadas, a deputada Maria Arraes e a ex-deputada Mar\u00edlia Arraes me enviaram mensagens e fotos da fam\u00edlia reunida no casar\u00e3o de dona Almina.<\/p>\n<p>Que momento lindo! Que recep\u00e7\u00e3o carinhosa e vibrante! Dona Almina \u00e9 uma alma iluminada, uma ben\u00e7\u00e3o de Deus. Aos 101 anos, ainda escreve no computador, devora livros e pinta. \u00c9 uma eximia pintora. Suas obras de arte est\u00e3o espalhadas no terra\u00e7o da sua casa, na sala, nos quartos e na sala de estar.<\/p>\n<p>Quando fez 85 anos, segundo o filho Joaquim, entrou num curso de Inform\u00e1tica de seis meses, e colocou numa \u201ccartilha\u201d tudo o que havia aprendido para distribuir aos amigos interessados \u201cem mexer com computador\u201d. Conseguiu, com isso, fazer uma rede virtual, e ainda hoje se comunica com eles tamb\u00e9m dessa forma.<\/p>\n<p>Entre os 80 e 90 anos, fez cursos de artesanato pela internet, lia jornais di\u00e1rios, falava com membros da fam\u00edlia fora do Brasil, baixava m\u00fasicas antigas e j\u00e1 \u201cachou\u201d na rede algumas amigas do seu tempo de inf\u00e2ncia que, como ela, tamb\u00e9m se integraram \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o virtual.<\/p>\n<p>Dona Almina Arraes de Alencar Pinheiro nasceu em Araripe (CE), em 03.08.1924, filha de Jos\u00e9 Almino de Alencar e Silva e Maria Benigna Arraes de Alencar. Foi a sexta filha deste casal, que teve tamb\u00e9m Miguel, Maria Alice, Anilda, La\u00eds, Alda e Violeta. Em 1928, a fam\u00edlia mudou-se para Crato, a fim de proporcionar uma melhor educa\u00e7\u00e3o formal aos filhos. Dois anos antes, a Diocese da cidade havia implantado o Col\u00e9gio Diocesano de Crato (para educa\u00e7\u00e3o masculina) e, posteriormente, criou tamb\u00e9m o Col\u00e9gio Santa Teresa de Jesus, (destinado \u00e0 educa\u00e7\u00e3o feminina).<\/p>\n<p>Ambos os educand\u00e1rios proporcionavam o ensino dos primeiros anos do curso m\u00e9dio completo. Foram neles que estudaram os filhos do casal Jos\u00e9 Almino e Maria Beniga. Dona Almina \u00e9 uma mulher admir\u00e1vel! Conhecida por sua intelig\u00eancia e perspic\u00e1cia, fez o curso prim\u00e1rio (hoje o b\u00e1sico) no educand\u00e1rio Santa In\u00eas, pertencente a tr\u00eas irm\u00e3s que vieram instalar essa escola no Crato. Iniciou o intermedi\u00e1rio no Col\u00e9gio Santa Teresa de Jesus, tamb\u00e9m no Crato, mas veio a concluir esse curso na Escola Normal Rural da cidade de Limoeiro do Norte, no Cear\u00e1.<\/p>\n<p>Almina foi a oradora e a aluna com as melhores notas da sua turma. Voltando ao Crato, depois de formada, exerceu o magist\u00e9rio at\u00e9 a chegada dos primeiros filhos, frutos do seu casamento, em 1946, com C\u00e9sar Pinheiro Teles. Da uni\u00e3o nasceram 6 filhos: Maria Edite, Joaquim, Jos\u00e9 Almino, Maria Am\u00e9lia, Maria Benigna e Ant\u00f4nio C\u00e9sar. As obriga\u00e7\u00f5es com a casa e a cria\u00e7\u00e3o dos filhos n\u00e3o inibiram a criatividade de Almina.<\/p>\n<p>Esta foi sempre uma caracter\u00edstica dela: usar seu pouco tempo livre lendo e pesquisando, como forma de preencher as atividades do seu dia a dia, virtude essa que conservou at\u00e9 hoje. Foi da iniciativa de Dona Almina os manuscritos que proporcionaram o primeiro livro de poesias do consagrado e conhecido poeta Patativa do Assar\u00e9. Almina copiava em cadernos os versos ditados por ele. Suas anota\u00e7\u00f5es chegaram \u00e0 editora Borsoi, no Rio de Janeiro, que publicou o primeiro livro de Patativa, em 1953, com o sugestivo t\u00edtulo de \u201cInspira\u00e7\u00e3o Nordestina\u201d.<\/p>\n<p>Dona Almina pintou mais de 100 quadros. L\u00e1 atr\u00e1s, ainda bem ativa, sens\u00edvel \u00e0 crise no setor da produ\u00e7\u00e3o das conhecidas redes artesanais do Cear\u00e1, dona Almina montou um cons\u00f3rcio para dar sa\u00edda \u00e0 produ\u00e7\u00e3o feita nos teares artesanais, ajudando muitas mulheres \u201crendeiras\u201d, na obten\u00e7\u00e3o de emprego e renda.<\/p>\n<p>Esta iniciativa foi destacada na edi\u00e7\u00e3o da revista \u201cContinente\u201d, da Companhia Editora de Pernambuco\u2013CEPE, edi\u00e7\u00e3o de 01.07.2012. Depois que atingiu os 90 anos, dona Almina passou a dedicar parte do seu tempo pesquisando m\u00e9todos artificiais de poliniza\u00e7\u00e3o de plantas. Essa pr\u00e1tica foi usada no seu jardim dom\u00e9stico, um dos mais bonitos e bem cuidados do Crato.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m desenvolveu uma chocadeira adaptando caixas de isopor para multiplica\u00e7\u00e3o de codornas, dotada de sensores e term\u00f4metros para controlar a temperatura. Pesquisei e encontrei um depoimento muito interessante sobre Dona Almina, de autoria de Jorge Furtado, roteirista da Rede Globo.<\/p>\n<p>Em 2015, o cineasta Guel Arraes, sobrinho dela, esteve com uma equipe da TV Globo no Cariri produzindo uma reportagem sobre o Projeto Casa Grande, na vizinha cidade de Nova Olinda. Jorge Furtado, integrante da equipe, assim registrou a visita que fez a Dona Almina, \u00e0quela \u00e9poca com 91 anos de idade. Num artigo que publicou, Jorge Furtado encerrou com a seguinte frase: \u201cDona Almina ainda n\u00e3o sabe o que vai ser quando crescer\u201d.<\/p>\n<p>Dona Almina \u00e9 um dos maiores patrim\u00f4nios humanos do Brasil. Um patrim\u00f4nio moral, \u00e9tico, um dos \u00edcones da cultura do Crato, segundo definiu o escritor Armando Lopes Rafael, conterr\u00e2neo do Crato, numa homenagem pela passagem do centen\u00e1rio dela, ano passado.<\/p>\n<p>Confira, em v\u00eddeo, a visita a casa da dona Almina\u00a0<a href=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/uma-visita-historica-a-dona-almina-unica-irma-viva-de-miguel-arraes\/\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/uma-visita-historica-a-dona-almina-unica-irma-viva-de-miguel-arraes\/\">aqui<\/a>.<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0 O jornalismo \u00e9 feito de emo\u00e7\u00f5es. J\u00e1 vivi muitos momentos de cora\u00e7\u00e3o pulsante. Estive frente a frente com figuras emblem\u00e1ticas, como Fidel Castro, em Cuba, na resid\u00eancia oficial do ex-presidente cubano. 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