{"id":1817,"date":"2025-09-28T17:04:28","date_gmt":"2025-09-28T20:04:28","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1817"},"modified":"2025-09-28T17:04:28","modified_gmt":"2025-09-28T20:04:28","slug":"conversas-de-1-2-minuto-46-jornalistas-por-jose-paulo-cavalcanti-filho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1817","title":{"rendered":"Conversas de 1\/2 minuto (46) \u2013 Jornalistas. Por Jos\u00e9 Paulo Cavalcanti Filho"},"content":{"rendered":"<p><strong> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-1585\" src=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/11f77e6d8a8e346bc312bf2719fc2e63-2-300x147-1-2.webp\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"147\" \/>\u00a0 Por Jos\u00e9 Paulo Cavalcanti Filho \u00a0\u2013 \u00a0Escritor, poeta, membro das Academias Pernambucana de Letras, Brasileira de Letras e Portuguesa de Letras. \u00c9\u00a0 um dos maiores conhecedores da obra de Fernando Pessoa. Integrou a Comiss\u00e3o da Verdade\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>BARBOSA LIMA SOBRINHO,\u00a0<\/strong><em>presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Imprensa.\u00a0<\/em>Sempre que nos encontr\u00e1vamos, o di\u00e1logo era<\/p>\n<p><em>\u2013 Como vai?, dr. Barbosa.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Como um velho, meu filho, desejando que todos os \u00f3rg\u00e3os envelhe\u00e7am ao mesmo tempo.<\/em><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>CARLOS ALBERTO SARDENBERG,\u00a0<\/strong><em>jornalista.\u00a0<\/em>No Clube dos Ingleses (S\u00e3o Paulo), depois do t\u00eanis, os jogadores conversavam. Ele<\/p>\n<p><em>\u2013 O homem precisa de mulher para tudo.<\/em><\/p>\n<p>Betina, do grupo, completou<\/p>\n<p><em>\u2013 At\u00e9 pra ser corno.<\/em><\/p>\n<p><strong>DI\u00c1RIO DE IGUA\u00c7U (Paran\u00e1).\u00a0<\/strong>Em 03\/05\/2016 deu essa manchete, na capa de sua edi\u00e7\u00e3o,<\/p>\n<p><em>\u2012 Ger\u00eancia de Sa\u00fade afirma que n\u00e3o vai faltar vagina.<\/em><\/p>\n<p>Calma, leitor amigo; que, segundo a ger\u00eancia, n\u00e3o vai faltar.<\/p>\n<p><strong>DUDA GUENNES<\/strong><strong>,\u00a0<\/strong><em>fil\u00f3sofo.\u00a0<\/em>Numa entrevista, sobre Pernambuco (onde nasceu) e o Brasil, declarou que<\/p>\n<ol>\n<li>Est\u00e1 poeticamente provado que o Mundo come\u00e7a em Pernambuco, depois \u00e9 que principia o resto da Geografia.<\/li>\n<li>O Brasil \u00e9 a melhor de todas as\u00a0<em>inven\u00e7\u00f5es<\/em>\u00a0portuguesas, incluindo a\u00ed o bacalhau da Noruega.<\/li>\n<li>O Brasil \u00e9 o melhor Pa\u00eds do Mundo pra sentir saudade.<\/li>\n<\/ol>\n<p>* * *<\/p>\n<p>Inaugura\u00e7\u00e3o do supermercado Pingo Doce, no Rato, pertinho de seu apartamento na Rua da Alegria. Foi cobrir o evento, como jornalista de A Bola, e o diretor do estabelecimento<\/p>\n<p><em>\u2013 O que est\u00e1 a achar?<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Muito bom, porque tem tudo que n\u00e3o preciso.<\/em><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>EVALDO COSTA,\u00a0<\/strong><em>jornalista.\u00a0<\/em>Clonaram seu celular. E soube disso quando recebeu mensagem, no zap,<\/p>\n<p><em>\u2013 Favor mandar 500 reais que estou precisando. Ass., Gustavo Dubeux.<\/em><\/p>\n<p>Respondeu<\/p>\n<p><em>\u2013 Agora n\u00e3o posso, que acabei de emprestar 50 mil a Jo\u00e3o Carlos Paes Mendon\u00e7a.<\/em><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>FERNANDO MENEZES,\u00a0<\/strong><em>jornalista.\u00a0<\/em>Anotou, em Lisboa, grafite comparando Ant\u00f3nio Salazar com Santo Ant\u00f3nio de Lisboa (e de P\u00e1dua)<\/p>\n<p><em>\u2013 Lisboa cidade bela<\/em><\/p>\n<p><em>Que dois Ant\u00f3nios disputa<\/em><\/p>\n<p><em>Um \u00e9 o filho da f\u00e9<\/em><\/p>\n<p><em>O outro\u2026 n\u00e3o \u00e9.<\/em><\/p>\n<p>* * *<\/p>\n<p>Na fila preferencial do Bradesco, esperava sua vez. At\u00e9 que uma jovem, descabelada e com olhos arregalados, entrou na sua frente com um monte de boletos para pagar. Fernando, educadamente, perguntou<\/p>\n<p><em>\u2012 Idosa, vejo que a senhora n\u00e3o \u00e9. Por acaso est\u00e1 gr\u00e1vida?<\/em><\/p>\n<p><em>\u2012 Sim. Estou. N\u00e3o sei quem \u00e9 o pai. E, se n\u00e3o me der sua vez, vou causar aqui um esc\u00e2ndalo.<\/em><\/p>\n<p>Ele, cauteloso, preferiu esperar mais um pouco.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>* * *<\/p>\n<p>Praia da Piedade. Conversava, na frente de nossa casa, com o jornalista Garibaldi S\u00e1. Chega um jovem e pergunta<\/p>\n<p><em>\u2013 O senhor \u00e9 o gordinho que sabe nadar?<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Acho que sou.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Aquele ali (Menezes) mandou buscar nosso amigo que est\u00e1 morrendo afogado.<\/em><\/p>\n<p>Olhei, o rapaz estava bem longe da praia, tinha feito isso j\u00e1 duas vezes antes e sabia qual a t\u00e9cnica. Meia hora depois, afinal, cheguei de volta com o jovem quase morto (mas ainda vivo), depois de beber meio mar. E Fernando, com \u00e1gua na cintura (que nem nadar sabe),<\/p>\n<p>\u2013 Agora, deixe comigo.<\/p>\n<p>P\u00f4s os bra\u00e7os do quase afogado no pesco\u00e7o dele e o arrastou at\u00e9 a areia da praia. Uma pequena multid\u00e3o bateu palmas. Agradeceu, acenando com as m\u00e3os, parecia candidato a prefeito. Corpo no ch\u00e3o fez massagem, bra\u00e7os e pernas, afinal o rapaz reviveu. Levantou e abra\u00e7ou, comovido, seu salvador. Mais palmas. Ap\u00f3s o que Fernando voltou, satisfeito, para o mar (onde permaneci). Ao chegar<\/p>\n<p><em>\u2013 Ainda bem que salvamos uma vida.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Salvamos?<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Foi. Se n\u00e3o mandasse, voc\u00ea n\u00e3o ia pegar ele.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 T\u00e1 certo.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Melhor de tudo \u00e9 que o rapaz pediu meu nome e prometeu que, at\u00e9 morrer, iria rezar por mim todas as noites.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Muito bem, mas por acaso disse que houve mais algu\u00e9m no salvamento?<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 Esqueci. Mas, quando ele rezar, fica impl\u00edcito que voc\u00ea est\u00e1 inclu\u00eddo.<\/em><\/p>\n<p>Pois \u00e9.<\/p>\n<p><strong>\u00a0GERMANO SILVA,\u00a0<\/strong><em>jornalista do Porto\u00a0<\/em>(Portugal)<em>.\u00a0<\/em>No Jornal de Not\u00edcias, redigiu mat\u00e9ria de homem esfaqueado por dama que atuava na Rua do Souto, famosa por suas casas de meretr\u00edcio.\u00a0 Pediu na reda\u00e7\u00e3o, para ilustrar a mat\u00e9ria, uma foto qualquer da respons\u00e1vel por aquela tentativa de assassinato. Assim se deu. E nem se preocupou em conferir. Dia seguinte foi publicada, tal foto, com essa dedicat\u00f3ria<\/p>\n<p><em>\u2012 Ao querido Alfredo, que tanto me consolou da cinta para baixo.<\/em><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>IMPRENSA PORTUGUESA.\u00a0<\/strong>Algumas manchetes estranhas, s\u00f3 uns poucos exemplos<\/p>\n<p><strong>No Jornal de Not\u00edcias<\/strong><\/p>\n<p>\u2012 Carro capota com quatro pessoas e uma mulher.<\/p>\n<p>\u2012 Morreram 430 mortos nas estradas portuguesas.<\/p>\n<p><strong>Legendas na televis\u00e3o CMTV<\/strong><\/p>\n<p>\u2012 Acidente na A1, tr\u00eas viaturas feridas.<\/p>\n<p>\u2012 Dois mortos em fuga.<\/p>\n<p><strong>Na CMTV, essa not\u00edcia<\/strong><\/p>\n<p><em>\u2013 \u201cPortugu\u00eas em Braga engravidou a esposa e a sogra\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Coment\u00e1rio, na mat\u00e9ria, de um telespectador<\/p>\n<p><em>\u2013 Foda-se!!! Ele agora vai ser pai, av\u00f4, marido, genro e sogro!<\/em><\/p>\n<p>Tamb\u00e9m nela, para encerrar, esse coment\u00e1rio<\/p>\n<p><em>\u2013 Portugueses, a pedidos de muitas fam\u00edlias preocupadas, decidem estender a lista de palavr\u00f5es oficialmente proibidos, passando a incluir: breca, caga-foices, cara\u00e7as, coa, credo, cruzes, cuncatano, f\u00f3nix, macacos me mordam, raios e coriscos, trambel\u00f3quio.\u00a0Naturalmente essas regras n\u00e3o se aplicam ao Norte do pa\u00eds, onde podem continuar a dizer que caralho vos apetecer.<\/em><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>JORNAL DO COMMERCIO<\/strong>\u00a0<em>do Rio de Janeiro, edi\u00e7\u00e3o de 18\/03\/1931, p\u00e1g. 4<\/em>. Num tempo em que falsear a verdade valia dinheiro<\/p>\n<p>\u2012 Fugiu no dia 17 do corrente, da ch\u00e1cara da Barreira, no caminho da Gl\u00f3ria, ao p\u00e9 do chafariz, um molecote de na\u00e7\u00e3o monjolo, por nome Digue, acostumado a vender quitanda da ch\u00e1cara; \u00e9 espigado, magro, anda ordinariamente com a boca aberta e mostra os dentes, que s\u00e3o grandes e muito brancos; \u00e9 muito ladino, fala e mente perfeitamente.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>JOS\u00c9 N\u00caUMANNE PINTO,<\/strong>\u00a0<em>jornalista, do Penn Club.<\/em>\u00a0Chegou para conversar com o paraibano (como ele) Jos\u00e9 Amer\u2026 Aqui um problema, que todos se referem a esse grande escritor apenas como\u00a0<em>Z\u00e9 3 Pancadas,<\/em>\u00a0dado que pronunciar seu nome completo \u00e9 pren\u00fancio de cat\u00e1strofe. Toda gente conhece a praga. Se o amigo leitor ainda n\u00e3o sabe de quem se trata basta procurar, na internet, o autor de\u00a0<em>A bagaceira.<\/em>\u00a0N\u00eaumanne<\/p>\n<p><em>\u2012 Como nasceu essa rela\u00e7\u00e3o entre voc\u00ea e o azar?<\/em><\/p>\n<p><em>\u2012 Acho at\u00e9 gra\u00e7a. O avi\u00e3o caiu no mar e eu j\u00e1 quase cego, e aleijado, fiquei sentadinho na asa. Enquanto Antenor Navarro, campe\u00e3o de nata\u00e7\u00e3o, afundou (na verdade nadou, na dire\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria \u00e0 praia, sem que seu corpo tenha sido jamais encontrado). E o povo diz, ainda, que sou azarado\u2026<\/em><\/p>\n<p><em>\u2012 N\u00e3o, Z\u00e9, dizem que voc\u00ea d\u00e1 \u00e9 azar aos outros.<\/em><\/p>\n<p><em>\u2012 A\u00ed pode ser.<\/em><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>MARIA LUIZA BORGES,\u00a0<\/strong><em>jornalista.\u00a0<\/em>No Vaticano, sala Paulo VI, ela e a m\u00e3e, a grande Marieta Borges (em sua cadeira de rodas). Para ver Francisco. Um funcion\u00e1rio da C\u00faria informou que os cadeirantes iriam para a primeira fila. Seus acompanhantes receberiam la\u00e7os vermelhos e ficariam de lado. Dando-se que o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco apossou-se da cadeira de Marieta e disparou, at\u00e9 a frente, na esperan\u00e7a de bater foto com o Papa. Foi quando Maria Luiza saiu desesperada correndo atr\u00e1s dele, aos berros,<\/p>\n<p><em>\u2013 Devolva minha m\u00e3e!, devolva minha m\u00e3e!!<\/em><\/p>\n<p><strong>Condessa MAURINA DUNSHEE DE ABRANCHES PEREIRA CARNEIRO,\u00a0<\/strong><em>dona do Jornal do Brasil\u00a0<\/em>(depois da morte do marido, em 1954, o\u00a0<em>conde papal\u00a0<\/em>pernambucano Ernesto Pereira Carneiro).\u00a0 No Campo das Princesas o comendador Jord\u00e3o Emerenciano, secret\u00e1rio do Governo (Cordeiro de Farias), tentava adular a grande dama da imprensa brasileira. Quase um tonel e horrorosa, bom lembrar. Com aquela voz dele, bem fininha, come\u00e7ou<\/p>\n<p><em>\u2012 Que fazeis, divina Condessa, para manter tanta formosura?<\/em><\/p>\n<p>Ela, irada com o que considerou fosse goza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o contemporizou<\/p>\n<p><em>\u2012 Tr\u00eas coisas, senhor comendador: beber todo u\u00edsque do mundo, n\u00e3o deixar merda azedar e manter escovado o bucet\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p>Perd\u00e3o, amigo leitor, mas foram precisamente essas as palavras \u2013 a partir do depoimento de muitos que presenciaram a cena.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>NELSON CUNHA,\u00a0<\/strong><em>jornalista.<\/em>\u00a0Na praia, foi testemunha da cena. Crian\u00e7a, com mais ou menos cinco anos, pergunta a um salva-vidas<\/p>\n<p><em>\u2013 O senhor n\u00e3o viu por a\u00ed uma mulher gorda sem uma menina como eu de lado?<\/em><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>OLBIANO SILVEIRA,\u00a0<\/strong><em>jornalista e editor.\u00a0<\/em>Seu av\u00f4, Vicente Janu\u00e1rio, tinha uma bodega na periferia de Mossor\u00f3 (RGN), especializada em fumo de rolo. Certo dia chegou por l\u00e1 dona Etelvina, cliente antiga,<\/p>\n<p><em>\u2013 Seu Vicente, o sinh\u00f4 tem fumo dos forte?<\/em><\/p>\n<p>O velho entregou um pedacinho para ela provar<\/p>\n<p><em>\u2013 Descurpe, tem mais forte?<\/em><\/p>\n<p>Outro<\/p>\n<p>S\u00f3 que, depois de mastigar, soltou um pum daqueles hist\u00f3ricos, monumentais. Como se n\u00e3o fosse a respons\u00e1vel, continuou<\/p>\n<p><em>\u2013 Ser\u00e1 que tem ainda mais forte?<\/em><\/p>\n<p><em>\u2013 N\u00e3o, senhora, o de cagar j\u00e1 acabou<\/em>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Por Jos\u00e9 Paulo Cavalcanti Filho \u00a0\u2013 \u00a0Escritor, poeta, membro das Academias Pernambucana de Letras, Brasileira de Letras e Portuguesa de Letras. \u00c9\u00a0 um dos maiores conhecedores da obra de Fernando Pessoa. Integrou a Comiss\u00e3o da Verdade\u00a0 BARBOSA LIMA SOBRINHO,\u00a0presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Imprensa.\u00a0Sempre que nos encontr\u00e1vamos, o di\u00e1logo era \u2013 Como vai?, dr. 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