{"id":1676,"date":"2025-09-09T20:41:33","date_gmt":"2025-09-09T23:41:33","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1676"},"modified":"2025-09-09T20:44:52","modified_gmt":"2025-09-09T23:44:52","slug":"sheikha-moza-nasser-a-forca-visivel-de-um-protagonismo-feminino-global","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1676","title":{"rendered":"Sheikha Moza Nasser: a for\u00e7a vis\u00edvel de um protagonismo feminino global. Por Fl\u00e1vio Chaves"},"content":{"rendered":"<p data-start=\"379\" data-end=\"940\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1677\" src=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/download-18-300x198.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"198\" srcset=\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/download-18-300x198.jpeg 300w, https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/download-18-1024x675.jpeg 1024w, https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/download-18-768x506.jpeg 768w, https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/download-18.jpeg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>\u00a0 <strong data-start=\"149\" data-end=\"168\">Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. Foi Delegado Federal\/Minc\u00a0 \u2013<\/strong>\u00a0 Num tempo em que a pol\u00edtica internacional ainda insiste em tratar as vozes femininas como notas de rodap\u00e9, Sheikha Moza bint Nasser se ergue como corpo de texto principal. Sua presen\u00e7a n\u00e3o se mede pelo barulho do mundo, mas pela densidade que sua figura imp\u00f5e ao espa\u00e7o que ocupa. H\u00e1 nela a for\u00e7a das mar\u00e9s que avan\u00e7am sem pressa, mas que ningu\u00e9m consegue deter. Sua eleg\u00e2ncia n\u00e3o \u00e9 ornamento, \u00e9 disciplina est\u00e9tica; sua firmeza n\u00e3o \u00e9 rigidez, \u00e9 consci\u00eancia do peso que cada gesto pode carregar; sua escuta n\u00e3o \u00e9 subservi\u00eancia, \u00e9 forma refinada de autoridade.<\/p>\n<p data-start=\"942\" data-end=\"1551\">Fundadora da <em data-start=\"955\" data-end=\"987\">Education Above All Foundation<\/em>, Sheikha Moza transformou a educa\u00e7\u00e3o em ferramenta de insurg\u00eancia contra a barb\u00e1rie. Cada escola aberta em zonas esquecidas do mapa global n\u00e3o \u00e9 apenas tijolo e cimento: \u00e9 farol aceso em regi\u00f5es que o mundo preferia manter na sombra. Cada menina alfabetizada \u00e9 mais do que estat\u00edstica: \u00e9 como um campo florescendo em pleno deserto, um milagre social que prova que a vida insiste em nascer mesmo quando os imp\u00e9rios decretam sil\u00eancio. Ali onde outros enxergam apenas n\u00fameros, ela enxerga destinos. Onde outros projetam relat\u00f3rios, ela constr\u00f3i sementes de futuro.<\/p>\n<p data-start=\"942\" data-end=\"1551\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1678 aligncenter\" src=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/HH03-200x300.webp\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/HH03-200x300.webp 200w, https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/HH03.webp 425w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\" data-start=\"942\" data-end=\"1551\"><strong>Sheikha Moza bint Nasser em encontro da ONU: eleg\u00e2ncia que se traduz em autoridade e educa\u00e7\u00e3o como gesto de poder.<\/strong><\/p>\n<p data-start=\"1553\" data-end=\"2098\">Nas tribunas da ONU e nos encontros multilaterais, Sheikha Moza n\u00e3o disputa os microfones pelo volume da voz, mas pelo alcance da palavra. Sua fala \u00e9 contida, mas carrega o peso de milh\u00f5es. \u00c9 como o golpe certeiro de uma flecha: n\u00e3o precisa ser ensurdecedora, precisa apenas atingir o centro. Ao defender a educa\u00e7\u00e3o como pilar de paz, ela n\u00e3o argumenta com ret\u00f3rica abstrata; apresenta a urg\u00eancia concreta de crian\u00e7as privadas do amanh\u00e3, de juventudes enterradas antes de florescer. Sua palavra n\u00e3o \u00e9 eco vazio, \u00e9 martelo que forja civilidade.<\/p>\n<p data-start=\"2100\" data-end=\"2743\">O feminismo de Sheikha Moza n\u00e3o se escreve em slogans ocidentais nem em bandeiras de ocasi\u00e3o. \u00c9 um feminismo subterr\u00e2neo e enraizado, que brota de valores pr\u00f3prios e se manifesta em gestos que n\u00e3o precisam de espet\u00e1culo para transformar. \u00c9 como a seiva que alimenta a \u00e1rvore: invis\u00edvel aos olhos, mas indispens\u00e1vel \u00e0 vida. Ela emancipa sem confronto est\u00e9ril, governa sem alarde, protege sem precisar gritar. \u00c9 justamente essa intelig\u00eancia t\u00e1tica que a torna refer\u00eancia global: a capacidade de mostrar ao mundo que \u00e9 poss\u00edvel ser mulher, mu\u00e7ulmana, poderosa e transformadora sem renunciar \u00e0 identidade, sem pedir licen\u00e7a para existir inteira.<\/p>\n<p data-start=\"2745\" data-end=\"3300\">No palco internacional, Sheikha Moza n\u00e3o \u00e9 convidada coadjuvante. Ela escreve o roteiro. N\u00e3o \u00e9 exce\u00e7\u00e3o que confirma a regra, mas pren\u00fancio de um futuro poss\u00edvel. Um futuro em que as mulheres n\u00e3o apenas participam da pol\u00edtica, mas a pensam; n\u00e3o apenas ocupam espa\u00e7os, mas fundam institui\u00e7\u00f5es; n\u00e3o apenas sonham com igualdade, mas moldam na\u00e7\u00f5es. Sua atua\u00e7\u00e3o \u00e9 a prova viva de que educar n\u00e3o \u00e9 apenas ensinar a ler e escrever: \u00e9 um ato radical de poder, \u00e9 escrever a hist\u00f3ria no plural, \u00e9 redistribuir a dignidade como quem planta trigo em terra devastada.<\/p>\n<p data-start=\"3302\" data-end=\"3778\">E assim, no tablado do mundo, Sheikha Moza revela sua verdadeira dimens\u00e3o: a rainha do gesto contido que, paradoxalmente, se torna soberana no palco expandido da humanidade. Onde houver uma menina sem escola, ali ecoar\u00e1 sua miss\u00e3o como um sino que desperta aldeias. Onde houver um povo em ru\u00edna, ali se anunciar\u00e1 sua chama, como fogo que aquece sem destruir. Sheikha Moza bint Nasser \u00e9 a imagem de um poder feminino que n\u00e3o precisa se exibir como espet\u00e1culo para ser eterno.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. 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