{"id":1521,"date":"2025-08-17T16:27:38","date_gmt":"2025-08-17T19:27:38","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1521"},"modified":"2025-08-17T16:27:38","modified_gmt":"2025-08-17T19:27:38","slug":"1521","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1521","title":{"rendered":""},"content":{"rendered":"<div class=\"elementor-element elementor-element-7f30e03 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"7f30e03\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\"><strong><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"attachment-full size-full\" src=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-08-16-at-19.31.021-1.jpeg\" sizes=\"auto, (max-width: 850px) 100vw, 850px\" srcset=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-08-16-at-19.31.021-1.jpeg 850w, https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-08-16-at-19.31.021-1-300x239.jpeg 300w, https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-08-16-at-19.31.021-1-768x611.jpeg 768w\" alt=\"\" width=\"850\" height=\"676\" \/> <\/strong><\/div>\n<div class=\"elementor-widget-container\"><strong> Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 &#8211;\u00a0<\/strong> O mundo \u00e9 dos retirantes. O que seria de S\u00e3o Paulo sem a m\u00e3o de obra dos nordestinos fugitivos da seca? E de Bras\u00edlia, constru\u00edda por escravos candangos, que com o suor do seu rosto fizeram o sonho de JK virar a obra arquitet\u00f4nica mais bela e apaixonante deste planeta.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-746f5ae4 elementor-widget elementor-widget-theme-post-content\" data-id=\"746f5ae4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-content.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div id=\"ub-expand-b3a40b69-5067-4bb0-9a10-c33f76c78aa7\" class=\"wp-block-ub-expand ub-expand\" data-scroll-type=\"false\" data-scroll-amount=\"\" data-scroll-target=\"\">\n<div id=\"ub-expand-full-f0459cfc-f0d3-4644-a241-b1d6d599a68b\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-f0459cfc-f0d3-4644-a241-b1d6d599a68b\">\n<p>Sou um duplo retirante, na primeira travessia de Afogados da Ingazeira para o Recife, que com o passar do tempo me deu cidadania honor\u00e1ria. Na segunda, da Veneza Brasileira para Bras\u00edlia, que me abra\u00e7ou como filho candango. Foi como aterrissar em outro sert\u00e3o, das terras secas do cerrado sem umidade, tempo e clima de deserto.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-f0459cfc-f0d3-4644-a241-b1d6d599a68b\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-f0459cfc-f0d3-4644-a241-b1d6d599a68b\">\n<p>Percebi que Brasilia \u00e9 um imenso cerrado, onde a vista n\u00e3o alcan\u00e7a, com seus planaltos de terra vermelha, um grande sert\u00e3o de veredas de Guimar\u00e3es Rosa, onde o pensamento da gente se forma mais forte do que o lugar. O Sert\u00e3o com seus vazios, de onde vim, onde manda quem \u00e9 forte, com as ast\u00facias. Sert\u00e3o \u00e9 sem lugar, \u00e9 do tamanho do mundo.<\/p>\n<p>Sou retirante da busca alucinante da not\u00edcia. Roberto Carlos, o nosso rei, \u00e9 retirante t\u00e3o quanto eu, mas da m\u00fasica, das can\u00e7\u00f5es do seu cora\u00e7\u00e3o. Deixou a sua Cachoeiro do Itapemirim, no Esp\u00edrito Santo, para se fazer gente grande no Rio. Sua voz e seus sucessos na Jovem Guarda conquistaram os cora\u00e7\u00f5es cariocas.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil dar adeus ao solo materno para uma viagem em busca de um futuro incerto, na escurid\u00e3o das trevas, sem aquela luz no final do t\u00fanel. Roberto Carlos, mais tarde, j\u00e1 vitorioso e glorificado, rasgou a sua dor maior, as lembran\u00e7as da sua casa materna, com a can\u00e7\u00e3o \u201cAquela casa simples\u201d.<\/p>\n<p>Na sua casa simples, seus pais falaram na despedida, para que tivesse cuidado, para n\u00e3o sofrer com as coisas terr\u00edveis do mundo. Aconselharam, como canta na m\u00fasica, que fosse um bom menino, que trabalhasse muito, que soubesse honrar o nome do seu pai. E nunca fosse um vagabundo.<\/p>\n<p>\u201cAinda n\u00e3o era dia e voc\u00ea me dizia: Deus te aben\u00e7oe, te guarde. Se mantenha sempre em sua companhia. E eu te olhei nos olhos, eu te beijei a m\u00e3o. Eu disse am\u00e9m. E o meu abra\u00e7o fez voc\u00ea ouvir meu cora\u00e7\u00e3o\u201d, diz um trecho da can\u00e7\u00e3o, que tem um refr\u00e3o emocionante: \u201cVida minha, vida minha\u201d.<\/p>\n<p>Quem nunca chorou numa despedida, que atire a primeira pedra! Ainda hoje lembro das l\u00e1grimas dos meus pais escorrendo pelo rosto quando parti de Afogados da Ingazeira, sem len\u00e7o e sem documento, como diz uma can\u00e7\u00e3o de Caetano Veloso. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, mas a vida me ensinou a dizer adeus \u00e0s pessoas que amo, sem tir\u00e1-las do meu cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Com o tempo, fui compreendendo que toda despedida \u00e9 um lembrete de que o tempo \u00e9 valioso e os momentos s\u00e3o preciosos. Nas minhas aventuras pelo mundo, andando pela rua, meu pai estava junto a mim, falando, ensinando os caminhos, dando conselhos. Olhava com ternura.<\/p>\n<p>Como na m\u00fasica de Roberto, a l\u00e1grima molhava meu palet\u00f3 de brim, toda minha bagagem num banco da esta\u00e7\u00e3o. \u201cEra de amor, coragem. As b\u00ean\u00e7\u00e3os do meu pai, a f\u00e9 e um viol\u00e3o. E na cidade grande, tristeza e alegria. Uma saudade imensa. E a solid\u00e3o que eu ainda n\u00e3o conhecia. E o tempo foi passando e ent\u00e3o eu compreendi\u201d, diz outro trecho da mesma melodia.<\/p>\n<p>E complementa: \u201cCada palavra sua naquela manh\u00e3 do dia em que eu parti. Vida minha, vida minha. Vida minha, vida minha. E veio a primavera e as flores do jardim enchiam de perfume. As cartas que chegavam de voc\u00ea pra mim tamb\u00e9m tinham perfume. Mas hoje com sorrisos podemos recordar, sempre que me lembro a emo\u00e7\u00e3o me d\u00e1 vontade de chorar. Vida minha, vida minha. Vida minha, vida minha\u201d.<\/p>\n<p>Ningu\u00e9m nunca sabe quando aquele \u2018at\u00e9 logo\u2019 poder\u00e1 ser, na verdade, um adeus. \u00c0s vezes, a saudade vem antes mesmo do adeus; ela se instala nas entrelinhas de cada \u201cat\u00e9 mais\u201d. A despedida nos ensina que a vida \u00e9 feita de ciclos e que cada um deixa um aprendizado. Na verdade, nunca sabemos quando o \u00faltimo adeus chegar\u00e1. Por isso, deixo sempre o cora\u00e7\u00e3o em cada despedida.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 &#8211;\u00a0 O mundo \u00e9 dos retirantes. O que seria de S\u00e3o Paulo sem a m\u00e3o de obra dos nordestinos fugitivos da seca? 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