{"id":1498,"date":"2025-08-14T19:24:11","date_gmt":"2025-08-14T22:24:11","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1498"},"modified":"2025-08-14T19:24:11","modified_gmt":"2025-08-14T22:24:11","slug":"museu-carlos-pena-filho-ou-uma-brisa-azul-por-luiz-otavio-cavalcanti","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1498","title":{"rendered":"Museu Carlos Pena Filho. Ou uma brisa azul. Por\u00a0Luiz Otavio Cavalcanti"},"content":{"rendered":"<header class=\"grid_12 prefix_2\">\n<div class=\"tituloNoticia\">\n<h1 class=\"tituloNoticiaDet\"><\/h1>\n<\/div>\n<div class=\"descricaoNoticia\">\n<aside class=\"dataAutor\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-1499\" src=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/download-46-1-241x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"241\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/download-46-1-241x300.jpeg 241w, https:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/download-46-1.jpeg 249w\" sizes=\"auto, (max-width: 241px) 100vw, 241px\" \/>\u00a0 <strong>Por Luiz Otavio Cavalcanti, advogado, economista e escritor\u00a0 &#8211;\u00a0 Folhape<\/strong><\/aside>\n<\/div>\n<\/header>\n<article class=\"grid_8 prefix_2 textoArea\">\n<blockquote><p>\u201cEste campo vasto e cinzento, n\u00e3o tem come\u00e7o nem fim.<br \/>\nNem de leva desconfia, das coisas que v\u00e3o em mim\u201d.<br \/>\n<em>Carlos Pena Filho, em Mem\u00f3rias do boi Serapi\u00e3o<\/em>.<\/p><\/blockquote>\n<p>Primeiro, foi Maria T\u00e2nia Carneiro Le\u00e3o. Ela disse que tem trabalhos in\u00e9ditos e objetos de Carlos. Depois, foi Flavio Chaves. Que defendeu a instala\u00e7\u00e3o de um museu para o poeta.<br \/>\nA poesia pernambucana espera esse museu. O Recife e Olinda esperam este museu. O azul espera este museu. O tempo da maresia disse: passou do tempo. A pernambucanidade replicou: Carlos \u00e9 Pernambuco. E Pernambuco \u00e9 Carlos. No transit\u00f3rio do crep\u00fasculo. E no permanente das estrelas.<\/p>\n<p>A poesia de Carlos \u00e9 um artesanato pernambucano. Artesanato da alegria, no olhar a magia do mundo, da mulher e das cores. E artesanato de insubmiss\u00e3o, contra a feiura do fazer, as car\u00eancias e a desigualdade.<\/p>\n<p>A poesia de Carlos \u00e9 local. E universal. Borda os caminhos do lirismo. E do moderno. Como Manuel Bandeira visitou a casa de seu av\u00f4. Como Jo\u00e3o Cabral de Melo Neto pintou cores do Agreste. Como Joaquim Cardozo edificou a concretude nas palavras.<\/p>\n<p>Essa cole\u00e7\u00e3o de sentimentos e express\u00f5es reclamam um espa\u00e7o. N\u00e3o s\u00f3 como mem\u00f3ria do sentir e do ver do homem do tr\u00f3pico. Mas como testemunho e ato de defesa do patrim\u00f4nio imaterial de Pernambuco.<\/p>\n<p>E n\u00e3o h\u00e1 lugar mais apropriado para instal\u00e1-lo. Olinda. Que \u00e9 origem e destino da obra do poeta. E, em Olinda, no Centro de Conven\u00e7\u00f5es. Que \u00e9 tra\u00e7o de uni\u00e3o f\u00edsica entre o Recife e Olinda. Assim como a poesia de Carlos \u00e9 conjun\u00e7\u00e3o inspiradora entre mascates recifenses e jangadeiros olindenses.<\/p>\n<p>O Museu Carlos Pena Filho \u00e9 um aceno ao passado. E uma carta ao futuro. Volta-se para o que foi. E diz: vem, na continuidade da beleza e da imagina\u00e7\u00e3o. Dirige-se para o que vir\u00e1. E diz: ser\u00e1s sempre, na pedra perp\u00e9tua do reconhecimento vivo de Pernambuco.<br \/>\nEis um trecho da carta de Jorge Amado a Carlos. Ao saber de sua morte, em 1960.<br \/>\n\u201cCarlinhos,<\/p>\n<p>N\u00e3o, n\u00e3o desejo ir ao Recife, nem mesmo para chorar com T\u00e2nia e Ot\u00edlia, para fitar em sil\u00eancio a face de Eufr\u00e1sio, para acariciar a cabe\u00e7a de Clarinha. Nem mesmo para sentar-me com os amigos, com Rui e Paulo, com Caio e Z\u00e9 Cond\u00e9, e para recordar palavras tuas, momentos, hist\u00f3rias, gargalhadas. Nem mesmo para reencontrar-te nas pontes sobre o Capibaribe, no fundo da livraria, no bar, na casa do mestre Gilberto. Porque ainda n\u00e3o pude aceitar a ideia de que jpa n\u00e3o est\u00e1s.\u201d<\/p>\n<p>Concluo com os versos iniciais do Soneto do desmantelo azul:<\/p>\n<blockquote><p>\u201cEnt\u00e3o, pintei de azul os meus sapatos, por n\u00e3o poder de azul as ruas. Depois, vesti meus gestos insensatos e colori as minhas m\u00e3os e as tuas\u201d.<\/p><\/blockquote>\n<\/article>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Por Luiz Otavio Cavalcanti, advogado, economista e escritor\u00a0 &#8211;\u00a0 Folhape \u201cEste campo vasto e cinzento, n\u00e3o tem come\u00e7o nem fim. Nem de leva desconfia, das coisas que v\u00e3o em mim\u201d. Carlos Pena Filho, em Mem\u00f3rias do boi Serapi\u00e3o. Primeiro, foi Maria T\u00e2nia Carneiro Le\u00e3o. Ela disse que tem trabalhos in\u00e9ditos e objetos de Carlos. 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