{"id":1471,"date":"2025-08-13T20:05:42","date_gmt":"2025-08-13T23:05:42","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1471"},"modified":"2025-08-13T20:39:38","modified_gmt":"2025-08-13T23:39:38","slug":"quem-ama-o-recife-nao-o-abandona-por-flavio-chaves","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1471","title":{"rendered":"Quem ama o Recife n\u00e3o o abandona. Por Fl\u00e1vio Chaves"},"content":{"rendered":"<h2 data-pm-slice=\"1 1 []\"><strong>Um testamento de amor \u00e0 cidade hist\u00f3rica<\/strong><\/h2>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-174447\" src=\"https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/ba52b0c6-c5b3-4263-af1e-3ff98843b5d1-300x300.png\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" srcset=\"https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/ba52b0c6-c5b3-4263-af1e-3ff98843b5d1-300x300.png 300w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/ba52b0c6-c5b3-4263-af1e-3ff98843b5d1-650x650.png 650w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/ba52b0c6-c5b3-4263-af1e-3ff98843b5d1-150x150.png 150w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/ba52b0c6-c5b3-4263-af1e-3ff98843b5d1-768x768.png 768w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/ba52b0c6-c5b3-4263-af1e-3ff98843b5d1-144x144.png 144w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/ba52b0c6-c5b3-4263-af1e-3ff98843b5d1.png 1024w\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0<strong data-start=\"149\" data-end=\"168\">\u00a0Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. Foi Delegado Federal\/Minc\u00a0 \u2013\u00a0 \u00a0<\/strong>Recife n\u00e3o \u00e9 apenas um lugar. \u00c9 um estado de esp\u00edrito. Uma cidade que pulsa na mem\u00f3ria do Brasil, que guarda em suas ruas o perfume da hist\u00f3ria, o som do frevo, o sussurro das mar\u00e9s. \u00c9 onde o passado e o presente se d\u00e3o as m\u00e3os em pedra, suor e poesia. Por isso, qualquer gesto que mexa com suas entranhas exige mais que administra\u00e7\u00e3o: exige amor.<\/p>\n<p>E foi exatamente esse amor que se sentiu ferido quando a Prefeitura do Recife anunciou que colocaria a Rua do Bom Jesus para \u201cado\u00e7\u00e3o\u201d por empresas privadas. A mesma rua eleita como uma das mais bonitas do mundo. A mesma que abriga a primeira sinagoga das Am\u00e9ricas. A mesma que acolhe, todo domingo, a feirinha de artesanato, de mem\u00f3rias, de resist\u00eancias.<\/p>\n<p>Ao propor esse gesto, travestido de moderniza\u00e7\u00e3o, a gest\u00e3o municipal abriu ferida profunda no cora\u00e7\u00e3o do Recife. Porque o que se entrega n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 a rua, mas o direito da cidade de cuidar da sua hist\u00f3ria com\u00a0as pr\u00f3prias m\u00e3os. E diante disso, uma pergunta passou a ecoar: ser\u00e1 que o prefeito est\u00e1 querendo se ver livre do Recife?<\/p>\n<p>A resposta pode estar nas a\u00e7\u00f5es. Primeiro vieram os parques, entregues \u00e0 iniciativa privada. Agora, a rua mais simb\u00f3lica da cidade. Tudo com a justificativa de que \u00e9 melhor \u201cado\u00e7\u00e3o\u201d do que abandono. Mas e o papel do poder p\u00fablico? Onde est\u00e1 o compromisso de manter vivo o que nos define?<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que o Recife parece, hoje, uma cidade deixada \u00e0 pr\u00f3pria sorte. A gest\u00e3o atual j\u00e1 n\u00e3o governa com os olhos voltados para a capital, mas com a ambi\u00e7\u00e3o projetada para 2026. A candidatura de Jo\u00e3o Campos ao Governo de Pernambuco j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 bastidor, \u00e9 estrada aberta. Ele circula pelo interior, constr\u00f3i palanques, mas deixa Recife sem rumo.<\/p>\n<p>E a pergunta que muitos fazem nas redes sociais \u00e9 inevit\u00e1vel: se eleito governador em 2026, o prefeito vai fazer o mesmo que est\u00e1 fazendo com o Recife? Vai abandonar Pernambuco para cuidar da sua candidatura \u00e0 presid\u00eancia? Do Pal\u00e1cio das Princesas, mirar Bras\u00edlia?<\/p>\n<p>Nas redes sociais, o sentimento \u00e9 cada vez mais forte. Como disse o jornalista Otac\u00edlio B. Carazzin: \u201cest\u00e1 definitivamente comprovado que o prefeito Jo\u00e3o Campos n\u00e3o ama o Recife\u201d<strong>.<\/strong>\u00a0Uma frase que resume o que milhares sentem. Um lamento que \u00e9 tamb\u00e9m grito.<\/p>\n<p>Mas nem tudo est\u00e1 perdido. Ainda h\u00e1 tempo de reconectar a cidade ao seu destino. Ainda h\u00e1 for\u00e7a nas m\u00e3os do povo para exigir respeito, transpar\u00eancia, compromisso. O Recife n\u00e3o quer ser mercadoria simb\u00f3lica, nem vitrine de projeto pessoal. Quer ser cuidado. Quer ser amado.<\/p>\n<p>Porque quem ama o Recife, n\u00e3o o abandona. E quem o abandona, perde o direito de represent\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o nosso testamento. Assinado em pedra, mem\u00f3ria e sangue.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um testamento de amor \u00e0 cidade hist\u00f3rica \u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. Foi Delegado Federal\/Minc\u00a0 \u2013\u00a0 \u00a0Recife n\u00e3o \u00e9 apenas um lugar. \u00c9 um estado de esp\u00edrito. 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