{"id":1458,"date":"2025-08-12T15:13:18","date_gmt":"2025-08-12T18:13:18","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1458"},"modified":"2025-08-12T15:14:28","modified_gmt":"2025-08-12T18:14:28","slug":"1458","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1458","title":{"rendered":"A morte da escritora Dima Diab e a ferida aberta da palavra. Por Fl\u00e1vio Chaves"},"content":{"rendered":"<h3 data-start=\"154\" data-end=\"279\">Quando um escritor morre, o mundo perde um peda\u00e7o de si<\/h3>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-174438\" src=\"https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/images-3.jpeg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"168\" \/>\u00a0 <strong>Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. Foi Delegado Federal\/Minc\u00a0 \u2013\u00a0 <\/strong>Em mais um ato de viol\u00eancia que atravessa o corpo e a alma de um povo, a escritora palestina Dima Diab foi assassinada junto com sua fam\u00edlia no sul de Gaza, sob o impacto de um bombardeio israelense que n\u00e3o distingue inocentes de combatentes, livros de armas, mem\u00f3rias de alvos. Foram dias de fuga, de desalento e de esperan\u00e7a rarefeita. Deixaram Rafah sob o peso das ordens militares, buscando ref\u00fagio numa casa que deveria oferecer sil\u00eancio e seguran\u00e7a, mas que foi transformada em p\u00f3 pelo mesmo regime de apartheid que, ao destruir paredes, tenta destruir tamb\u00e9m a possibilidade de um povo contar a sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria.<\/p>\n<p data-start=\"908\" data-end=\"1372\">Poucos dias antes de sua morte, Dima havia compartilhado um v\u00eddeo de sua casa original. As imagens n\u00e3o eram apenas um registro f\u00edsico, eram um abra\u00e7o \u00e0 mem\u00f3ria, uma promessa \u00edntima de retorno, como quem fala a uma casa como se ela fosse m\u00e3e. Ali, o sonho permanecia intacto, ainda que o horizonte estivesse tomado pela guerra. E agora, essa casa vive apenas nos olhos de quem a viu, na voz que se calou, no eco das palavras que a autora deixou gravadas no tempo.<\/p>\n<p data-start=\"1374\" data-end=\"1787\">Dima Diab n\u00e3o era apenas uma escritora. Era guardi\u00e3 da mem\u00f3ria da Palestina, narradora de sua dor e de sua beleza, tecel\u00e3 de hist\u00f3rias que, mesmo quando falavam do sofrimento, carregavam o peso e a dignidade da resist\u00eancia. Sua morte n\u00e3o \u00e9 apenas mais um n\u00famero na contagem sombria das v\u00edtimas. \u00c9 uma mutila\u00e7\u00e3o do esp\u00edrito coletivo, uma amputa\u00e7\u00e3o na literatura, um silenciamento que reverbera para al\u00e9m de Gaza.<\/p>\n<p data-start=\"1374\" data-end=\"1787\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-73588\" src=\"https:\/\/jornalnota.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-92-1024x1024.png\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/jornalnota.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-92-1024x1024.png 1024w, https:\/\/jornalnota.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-92-300x300.png 300w, https:\/\/jornalnota.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-92-150x150.png 150w, https:\/\/jornalnota.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-92-768x768.png 768w, https:\/\/jornalnota.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-92-1170x1170.png 1170w, https:\/\/jornalnota.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-92-585x585.png 585w, https:\/\/jornalnota.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/image-92.png 1200w\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"1024\" \/><strong>Escritora palestina Dima Diab, com seu gatinho<\/strong><\/p>\n<p data-start=\"1789\" data-end=\"2238\">Quando um escritor morre, n\u00e3o \u00e9 apenas uma vida que se extingue. \u00c9 uma biblioteca inteira que se apaga, \u00e9 uma ponte que desmorona entre o que fomos e o que poder\u00edamos ter sido. Sinto, na morte de Dima, o mesmo vazio que sinto quando a p\u00e1gina em branco me olha e n\u00e3o encontro mais palavras. Porque cada escritor que parte leva consigo uma parte invis\u00edvel de todos n\u00f3s que escrevemos, como se o nosso idioma perdesse um tom, uma cor, uma respira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p data-start=\"2240\" data-end=\"2576\">O assassinato de Dima \u00e9 mais do que um crime de guerra. \u00c9 um ataque \u00e0 cultura, \u00e0 arte, \u00e0 palavra como abrigo. \u00c9 a tentativa deliberada de apagar a mem\u00f3ria de um povo, golpeando aqueles que a mant\u00eam viva. Israel n\u00e3o destruiu apenas um lar, destruiu um espa\u00e7o onde a literatura respirava, onde a vida ainda era poss\u00edvel apesar do cerco.<\/p>\n<p data-start=\"2578\" data-end=\"2975\">O mundo das letras est\u00e1 de luto. Este luto n\u00e3o conhece fronteiras, n\u00e3o se limita \u00e0 Palestina, porque a palavra pertence a todos os que t\u00eam sede de humanidade. Hoje, Gaza sangra, mas o sangue \u00e9 de todos n\u00f3s. E a nossa resposta, diante de tanta morte, s\u00f3 pode ser a defesa incondicional da vida, onde quer que ela respire, porque matar um escritor \u00e9 tentar matar a pr\u00f3pria possibilidade de sonhar.<\/p>\n<p data-start=\"2977\" data-end=\"3153\">E enquanto houver algu\u00e9m capaz de lembrar o nome de Dima Diab, nenhuma bomba ter\u00e1 conseguido destruir completamente a sua casa, porque as paredes feitas de palavras n\u00e3o caem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando um escritor morre, o mundo perde um peda\u00e7o de si \u00a0 Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. 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