{"id":1352,"date":"2025-08-03T16:25:53","date_gmt":"2025-08-03T19:25:53","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1352"},"modified":"2025-08-03T16:25:53","modified_gmt":"2025-08-03T19:25:53","slug":"a-cronica-domingueira-por-magno-martins-6","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1352","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica domingueira. Por Magno Martins"},"content":{"rendered":"<div class=\"elementor-element elementor-element-7f30e03 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"7f30e03\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"attachment-full size-full\" src=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-18.04.411.jpeg\" sizes=\"auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px\" srcset=\"https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-18.04.411.jpeg 750w, https:\/\/blogdomagno.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-18.04.411-300x242.jpeg 300w\" alt=\"\" width=\"750\" height=\"604\" \/><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-746f5ae4 elementor-widget elementor-widget-theme-post-content\" data-id=\"746f5ae4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-content.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div id=\"ub-expand-919421e7-7e95-49cc-9de1-faaaba8d2872\" class=\"wp-block-ub-expand ub-expand\" data-scroll-type=\"false\" data-scroll-amount=\"\" data-scroll-target=\"\">\n<div id=\"ub-expand-full-5e6ad6c2-5788-49cc-b3b7-ca8793ed8fea\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-5e6ad6c2-5788-49cc-b3b7-ca8793ed8fea\">\n<p><strong>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0\u00a0<\/strong>J\u00e1 escrevi muito sobre meu pai Gast\u00e3o Cerquinha, um homem al\u00e9m do seu tempo, fino, extremamente educado e humano. Depois da sua morte, em 2022, choro quase todos os dias de saudade. Acho que se juntasse tudo, daria um comp\u00eandio, incluindo minhas declara\u00e7\u00f5es de amor \u00e0 minha m\u00e3e Margarida, a flor do meu jardim, de quem herdei o temperamento, o pavio curto e a brabeza.<\/p>\n<p>Com eles, aprendi a viver. Entre as li\u00e7\u00f5es, aprendi que a honestidade e a integridade s\u00e3o valores que devem ser cultivados acima de tudo. Embora apaixonado pela minha m\u00e3e, que me chamava carinhosamente de \u201cMaguinho\u201d, como homem me espelhei fortemente no meu pai. A prefer\u00eancia de um filho homem pelo pai, em compara\u00e7\u00e3o com a m\u00e3e, \u00e9 um fen\u00f4meno comum durante o desenvolvimento infantil.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-5e6ad6c2-5788-49cc-b3b7-ca8793ed8fea\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-5e6ad6c2-5788-49cc-b3b7-ca8793ed8fea\">\n<p>Pode ser explicada por diversos fatores, como identifica\u00e7\u00e3o com o g\u00eanero, busca por seguran\u00e7a e o papel desempenhado pelo pai no ambiente familiar. A partir de certa idade, crian\u00e7as do sexo masculino tendem a se identificar com o pai, vendo-o como um modelo de masculinidade e buscando se aproximar dele para aprender sobre o que significa ser homem.<\/p>\n<p>O pai, muitas vezes, \u00e9 percebido como uma figura mais forte e protetora, o que pode gerar uma sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a e conforto para o filho, especialmente em momentos de medo ou incerteza. Como todo filho homem, com meu pai isso se deu fortemente. S\u00e1bio, meu pai sempre me ensinou a import\u00e2ncia do trabalho duro e da perseveran\u00e7a, qualidades que levo comigo at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>Meus amigos dizem que trabalho muito. E \u00e9 fato! Eduardo Monteiro, amigo-irm\u00e3o, que tem uma disposi\u00e7\u00e3o invej\u00e1vel para a labuta di\u00e1ria, administrando usinas, jornal e r\u00e1dio, j\u00e1 me disse, brincando, que diante de mim ele \u00e9 o pai do \u00f3cio. Papai trabalhava dia e noite. N\u00e3o sei onde arranjava tanta energia e tempo para ser servidor federal dos Correios e Tel\u00e9grafos, comerciante, fazendeiro, escritor e pol\u00edtico (quatro mandatos de vereador e um de vice-prefeito de Afogados da Ingazeira).<\/p>\n<p>Papai tamb\u00e9m foi um gentleman! Um homem que praticou o amor, acima de qualquer coisa. A maior li\u00e7\u00e3o que aprendi com ele foi amar incondicionalmente e valorizar o ser humano. Meu pai me mostrou que a verdadeira for\u00e7a reside na humildade e na capacidade de perdoar. Com ele, aprendi a fazer o imposs\u00edvel, at\u00e9 para conseguir ser diferente no mundo.<\/p>\n<p>Papai me ensinou at\u00e9 a embalar ovos no sil\u00eancio da noite no Sert\u00e3o, quando, carinhosamente, preparava caixas e mais caixas de ovos de capoeira para mandar aos amados filhos no Recife. Para ele, o ovo era um dos maiores nutrientes, a prote\u00edna ideal para dar for\u00e7a e disposi\u00e7\u00e3o ao trabalho. Meu pai foi meu primeiro her\u00f3i! Sempre ser\u00e1 minha maior inspira\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Agrade\u00e7o a ele por cada conselho, cada ensinamento e por todo o amor que me dedicou. N\u00e3o importa o que aconte\u00e7a, levarei para sempre comigo os valores e princ\u00edpios que aprendi com ele, no alto da sapi\u00eancia dos seus cabelos brancos, seu sorriso encantador e sua voz mansa tratando todo mundo de \u201cBeleza\u201d. Com meu pai, aprendi que a vida \u00e9 uma jornada de aprendizado constante.<\/p>\n<p>Aprendi que devemos aproveitar cada momento. Seus passos, mesmo no avan\u00e7o do tempo, sempre foram mais r\u00e1pidos do que os meus. Nunca, por mais que me esforce, leia, estude, reflita e busque conhecimento, alcan\u00e7arei a sabedoria dele. Me inspiro no seu amor e na sua paci\u00eancia para construir as bases de quem sou e do que desejo aos meus filhos.<\/p>\n<p>Quando penso sobre o que \u00e9 ser pai, os bons exemplos dele me ajudam a encontrar as palavras certas, as atitudes mais corretas, o melhor caminho para nunca desistir. Um pai presente como ele foi \u00e9 uma luz que guia o peregrino durante sua longa jornada, oferece conforto no lugar do calor, d\u00e1 abrigo e seguran\u00e7a nos momentos mais dif\u00edceis da vida.<\/p>\n<p>O legado de uma fam\u00edlia se constr\u00f3i de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o e, com certeza, pai \u00e9 pe\u00e7a fundamental para manter essa chama familiar acesa, seja por costumes ou por valores. Ao pai, vale a gratid\u00e3o, porque \u00e9 ele que faz tudo para manter um bom legado.<\/p>\n<p>Papai adorava Roberto Carlos, provavelmente por esta can\u00e7\u00e3o, que o fazia ir \u00e0s l\u00e1grimas com saudade do meu av\u00f4 Augusto: \u201cEu j\u00e1 lhe falei de tudo, mas tudo isso \u00e9 pouco diante do que sinto. Olhando seus cabelos, t\u00e3o bonitos, beijo suas m\u00e3os e digo: meu querido, meu velho, meu amigo!\u201d<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0\u00a0J\u00e1 escrevi muito sobre meu pai Gast\u00e3o Cerquinha, um homem al\u00e9m do seu tempo, fino, extremamente educado e humano. Depois da sua morte, em 2022, choro quase todos os dias de saudade. 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