{"id":1298,"date":"2025-07-20T18:06:10","date_gmt":"2025-07-20T21:06:10","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1298"},"modified":"2025-07-20T18:06:10","modified_gmt":"2025-07-20T21:06:10","slug":"a-cronica-domingueira-por-magno-martins-5","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1298","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica domingueira. Por Magno Martins"},"content":{"rendered":"<div id=\"ub-expand-full-e929d14f-dddc-41b1-afcb-58cc34095eaf\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-e929d14f-dddc-41b1-afcb-58cc34095eaf\">\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-174361\" src=\"https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/145f65ef-38c5-443b-9f68-a5fa2acbfdb1-225x300.png\" sizes=\"auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px\" srcset=\"https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/145f65ef-38c5-443b-9f68-a5fa2acbfdb1-225x300.png 225w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/145f65ef-38c5-443b-9f68-a5fa2acbfdb1-488x650.png 488w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/145f65ef-38c5-443b-9f68-a5fa2acbfdb1-768x1024.png 768w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/145f65ef-38c5-443b-9f68-a5fa2acbfdb1.png 960w\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" \/>\u00a0\u00a0<strong>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0<\/strong>\u00a0Mesmo com tamanhos avan\u00e7os, especialmente na \u00e1rea industrial e no agroneg\u00f3cio, o Nordeste ainda n\u00e3o conseguiu se livrar de ataques xenof\u00f3bicos. O mais recente veio de uma bailarina paulista, que classificou como lavagem a comida de um restaurante em Floresta, no Sert\u00e3o de Itaparica. Felizmente, pagou o pre\u00e7o, sendo afastada do grupo musical.<\/p>\n<p>Em 1993, quando lancei \u201cO Nordeste que deu certo\u201d, meu primeiro livro, com pref\u00e1cio do ent\u00e3o governador do Cear\u00e1, Ciro Gomes, tentei ir ao programa do J\u00f4 Soares. A obra revela um perfil inovador e desconhecido pela maioria dos brasileiros: na \u00e9poca, uma regi\u00e3o que havia crescido mais do que o Jap\u00e3o, com taxas tamb\u00e9m acima de regi\u00f5es ricas no Pa\u00eds, como o Sul e Sudeste.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-e929d14f-dddc-41b1-afcb-58cc34095eaf\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-e929d14f-dddc-41b1-afcb-58cc34095eaf\">\n<p>A pauta foi rejeitada. Tudo bem! Tudo bem, n\u00e3o fosse um gesto de preconceito estarrecedor 15 dias ap\u00f3s o n\u00e3o da Globo a esse novo Nordeste: no meu lugar, aparece J\u00f4 Soares entrevistando o campe\u00e3o do ranking entre os comedores de banana de um festival folcl\u00f3rico na Zona da Mata pernambucana. Traduzindo: para a Globo, s\u00f3 existe esse Nordeste, do folclore, dos desdentados e da seca.<\/p>\n<p>Ali\u00e1s, a seca nunca deixou de ser tema preponderante na pauta global, enquanto vamos virando a p\u00e1gina, mostrando o Nordeste maior exportador de fruticultura do Pa\u00eds, impulsionado por investimentos em energias renov\u00e1veis, tecnologia e programas sociais, que se destaca no desenvolvimento de tecnologias para otimizar a produ\u00e7\u00e3o das novas energias n\u00e3o poluentes. Em 2024, a taxa de crescimento econ\u00f4mico do Nordeste foi de 4,0%, superando a m\u00e9dia nacional de 3,8%, de acordo com o Boletim Macro Regional da FGV IBRE.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a regi\u00e3o apresentou um crescimento de 26,7% na renda m\u00e9dia entre 2012 e 2024, segundo a FGV Ibre. O Nordeste tem visto um crescimento not\u00e1vel em startups, especialmente no setor de tecnologia, impulsionado por programas de acelera\u00e7\u00e3o como o InovAtiva Brasil. O investimento em programas sociais, como o Luz para Todos e o \u00c1gua para Todos, tamb\u00e9m tem transformado a realidade de milh\u00f5es de nordestinos, combatendo a exclus\u00e3o social e garantindo acesso a servi\u00e7os b\u00e1sicos.<\/p>\n<p>No \u00faltimo Sextou, programa musical que apresento \u00e0s sextas pela Rede Nordeste de R\u00e1dio, o cantor, sanfoneiro e compositor Dudu do Acordeon disse que comp\u00f4s a can\u00e7\u00e3o \u201cN\u00e3o fico calado n\u00e3o\u201d em resposta a um ataque xen\u00f3fobo ao Nordeste. Xenofobia \u00e9 uma forma de discrimina\u00e7\u00e3o que se manifesta por meio de atitudes hostis, viol\u00eancia, discrimina\u00e7\u00e3o e pol\u00edticas que visam excluir ou marginalizar. O termo vem do grego \u201cxenos\u201d (estranho) e \u201cphobos\u201d (medo).<\/p>\n<p>Pr\u00eamio Nobel da Paz pela sua luta contra o racismo, Nelson Mandela disse que ningu\u00e9m nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religi\u00e3o. \u201cPara odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar\u201d, eis sua grande li\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Racismo, preconceito e discrimina\u00e7\u00e3o em geral \u00e9 uma burrice coletiva que tem explica\u00e7\u00e3o: a m\u00e1 \u00edndole associada a falta de educa\u00e7\u00e3o. Em 2 de outubro de 2022, Bolsonaro votou no Rio de Janeiro com o que parecia ser um coleta \u00e0 prova de balas sob a camiseta. Ap\u00f3s a apura\u00e7\u00e3o, culpou os nordestinos pela sua derrota e os chamou de analfabetos.<\/p>\n<p>Quando um chefe de Na\u00e7\u00e3o faz uma men\u00e7\u00e3o buscando desdenhar e desrespeita de maneira preconceituosa o povo nordestino, refor\u00e7a tamb\u00e9m uma perspectiva preconceituosa de parte de seu eleitorado e at\u00e9 mesmo d\u00e1 raz\u00e3o a uma estrat\u00e9gia de manter o discurso contra os nordestinos. De alguma forma, ele retroalimenta uma forma de representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica baseada no preconceito e valida esse discurso praticamente xen\u00f3fobo na sociedade brasileira.<\/p>\n<p>O estere\u00f3tipo do semi\u00e1rido como uma regi\u00e3o de seca \u2013 logo in\u00f3spita, geradora de mis\u00e9ria, de migra\u00e7\u00e3o e de assistencialismo social \u2013 \u00e9 um dos elementos presentes nas manifesta\u00e7\u00f5es de xenofobia. A origem remete ao Brasil Imp\u00e9rio e a forte estiagem na regi\u00e3o em 1877. Esta culminou em pol\u00edticas que tratavam a seca n\u00e3o como um elemento natural de um bioma, mas como um mal a ser combatido.<\/p>\n<p>Esse imagin\u00e1rio do Nordeste como regi\u00e3o de seca, fome, retirantes, coronelismo e messianismo foi amplamente difundido pela imprensa do Sul. Esses elementos est\u00e3o vivos at\u00e9 hoje e por isso mesmo ainda estamos vulner\u00e1veis. Quem nos ataca, ataca a si mesmo como ser humano. N\u00e3o temos culpa de o Nordeste continuar estampando imorais taxas de desigualdades sociais. Se h\u00e1 algu\u00e9m culpado, que se jogue pedras nos pol\u00edticos desavergonhados.<\/p>\n<p>O Nordeste \u00e9 uma regi\u00e3o de for\u00e7a, cultura e sabedoria. Entre o seu sol forte e o Sert\u00e3o, seu maior s\u00edmbolo, h\u00e1 um Nordeste de hist\u00f3ria e resist\u00eancia. Cada pedacinho de terra carrega a hist\u00f3ria de um povo que n\u00e3o se entrega. Como diz Patativa do Assar\u00e9, n\u00e3o negamos nosso sangue nem nosso nome. Somos da luta, nunca da espera. Mais do que isso, somos a mistura perfeita da beleza, da cultura e da resist\u00eancia.<\/p>\n<p>Aos que n\u00e3o t\u00eam sensibilidade e nos atacam: aqui no Nordeste, at\u00e9 o vento canta. Como disse o imortal Ariano Suassuna, n\u00e3o troco o meu \u201coxente\u201d pelo \u201cok\u201d de ningu\u00e9m. Quanto mais sou nordestino, mais tenho orgulho de ser. Aqui, a f\u00e9 e a esperan\u00e7a brotam mais fortes que o mandacaru<\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u00a0Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0\u00a0Mesmo com tamanhos avan\u00e7os, especialmente na \u00e1rea industrial e no agroneg\u00f3cio, o Nordeste ainda n\u00e3o conseguiu se livrar de ataques xenof\u00f3bicos. O mais recente veio de uma bailarina paulista, que classificou como lavagem a comida de um restaurante em Floresta, no Sert\u00e3o de Itaparica. 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