{"id":1280,"date":"2025-07-13T13:52:11","date_gmt":"2025-07-13T16:52:11","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1280"},"modified":"2025-07-13T13:52:11","modified_gmt":"2025-07-13T16:52:11","slug":"a-cronica-domingueira-por-magno-martins-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1280","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica domingueira. Por Magno Martins"},"content":{"rendered":"<div class=\"elementor-element elementor-element-7f30e03 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"7f30e03\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-174332\" src=\"https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/transferir-13-283x300.jpeg\" sizes=\"auto, (max-width: 283px) 100vw, 283px\" srcset=\"https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/transferir-13-283x300.jpeg 283w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/transferir-13.jpeg 440w\" alt=\"\" width=\"283\" height=\"300\" \/>\u00a0<strong>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0<\/strong>A cr\u00f4nica de hoje tem o toque das reminisc\u00eancias, lembran\u00e7as marcantes de momentos do passado. Tem sabor de nostalgia e o tempero da saudade. Lembran\u00e7as evocadas por cheiros, m\u00fasicas e ambientes de inf\u00e2ncia que ainda povoam a minha mente. Escrevo sorrindo com as minhas traquinagens infantis.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-746f5ae4 elementor-widget elementor-widget-theme-post-content\" data-id=\"746f5ae4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-content.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div id=\"ub-expand-a4effb21-d7b6-4cfe-a265-58eadbe77ca9\" class=\"wp-block-ub-expand ub-expand\" data-scroll-type=\"false\" data-scroll-amount=\"\" data-scroll-target=\"\">\n<div id=\"ub-expand-full-a3a470b6-c6f0-4a45-b49d-c90615a52970\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-a3a470b6-c6f0-4a45-b49d-c90615a52970\">\n<p>Tem uma m\u00fasica de Oswaldo Montenegro, que o conheci recentemente num caf\u00e9 da manh\u00e3 em Afogados da Ingazeira sem, no entanto, convenc\u00ea-lo a gravar um Sextou, que diz assim: \u201cQue o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso que eu me lembre ter dado na inf\u00e2ncia\u201d.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-a3a470b6-c6f0-4a45-b49d-c90615a52970\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-a3a470b6-c6f0-4a45-b49d-c90615a52970\">\n<p>Inf\u00e2ncia a gente lembra ao passar pela rua em que fomos criados, a qual nos resta apenas uma grande lembran\u00e7a. Inf\u00e2ncia boa bate saudade de vez em quando, saudade dos velhos amigos que hoje n\u00e3o tenho aqui comigo. Os anos podem passar, a vida pode mudar, mas os melhores momentos o tempo jamais ir\u00e1 nos tirar, independente do que aconte\u00e7a.<\/p>\n<p>Inf\u00e2ncia no sert\u00e3o do meu tempo era empinar papagaio, brincar de esconde-esconde na cal\u00e7ada da igreja, jogar pi\u00e3o e bola de gude, ouvir hist\u00f3rias de trancoso que nos roubavam o sono. Comer tareco e mariola na bodega de Dona Helena, na pra\u00e7a Arruda C\u00e2mara. Sentir o sabor de xer\u00e9m com carne no jantar ou cuscuz com leite no caf\u00e9 da manh\u00e3.<\/p>\n<p>Mam\u00e3e Margarida nos servia ainda jerimum com leite. E ai de quem n\u00e3o comesse! Nos fins de semana, piquenique no s\u00edtio de papai, debaixo dos mangueirais oponentes e sombrios. Cat\u00f3lica fervorosa, minha doce e amada m\u00e3e me botava no seu colo nas missas da Catedral. Enquanto ela rezava por n\u00f3s, eu dormia o sono juvenil em seu colo quente e aconchegante.<\/p>\n<p>Lembrei-me disso ontem ao revisitar os bancos de madeira da Catedral durante a missa de s\u00e9timo dia em sufr\u00e1gio da alma de minha cunhada Socorro Martins, segurando fortemente a m\u00e3o da minha Nayla ante o calor da emo\u00e7\u00e3o do meu agora irm\u00e3o vi\u00favo Augusto Martins e dos seus filhos Olga e Luiz Augusto.<\/p>\n<p>Fiquei a matutar. Pensei comigo pr\u00f3prio no sil\u00eancio sepulcral da catedral: inf\u00e2ncia \u00e9 um jardim florido, o jardim da inf\u00e2ncia. No meu jardim, fiz amizades que s\u00f3 s\u00e3o lembradas ao olhar fotos. At\u00e9 hoje levo algumas dentro dessa m\u00e1quina pulsante que chamam de cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Mem\u00f3rias de inf\u00e2ncia n\u00e3o envelhecem. Voltam em fotos antigas, em frases que nos tocam, em pequenos gestos do presente que resgatam um tempo leve, cheio de descobertas e afeto. Relembrar esses momentos \u00e9 uma forma de preservar aquilo que fomos e valorizar o que vivemos ao lado de quem amamos.<\/p>\n<p>Lembran\u00e7as boas n\u00e3o envelhecem, s\u00f3 se tornam mais doces. Tem lembran\u00e7a que volta com cheiro, cor e som. Outras voltam com um gostinho de inf\u00e2ncia que nem o tempo consegue apagar. O tempo leva os dias, mas n\u00e3o apaga os instantes felizes. Fernando Pessoa, um dos maiores da nossa fauna po\u00e9tica, disse que a inf\u00e2ncia \u00e9 o eterno retorno \u00e0 casa.<\/p>\n<p>Lembrar da inf\u00e2ncia, na verdade, \u00e9 reviver a inoc\u00eancia, a felicidade pura. Quem guarda recorda\u00e7\u00f5es felizes da inf\u00e2ncia estar\u00e1 salvo para sempre. A inf\u00e2ncia \u00e9 o per\u00edodo mais curto da vida, mas o que deixa as lembran\u00e7as mais longas. \u00c9 o terreno que a gente pisa a vida toda. \u00c9 o reino onde a morte n\u00e3o tem lugar.<\/p>\n<p>Toda inf\u00e2ncia feliz deixa marcas invis\u00edveis que o cora\u00e7\u00e3o nunca esquece. A vida muda, mas h\u00e1 risadas da inf\u00e2ncia que continuam ecoando em n\u00f3s. A saudade da inf\u00e2ncia \u00e9 o tipo mais puro de saudade. A escritora Cec\u00edlia Meireles dizia que na inf\u00e2ncia tudo \u00e9 mist\u00e9rio, um reino que o homem come\u00e7a a desconhecer desde que o come\u00e7a a abandonar.<\/p>\n<p>No poema Inf\u00e2ncia, Carlos Drummond de Andrade lembrou que seu pai montava a cavalo, ia para o campo. J\u00e1 sua m\u00e3e ficava sentada cosendo, enquanto o irm\u00e3o pequeno dormia. \u201cEu sozinho menino entre mangueiras lia a hist\u00f3ria de Robinson Cruso\u00e9, comprida hist\u00f3ria que n\u00e3o acaba mais. No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu a ninar nos longes da senzala \u2014 e nunca se esqueceu \u2014 chamava para o caf\u00e9. Caf\u00e9 preto que nem a preta velha, caf\u00e9 gostoso, caf\u00e9 bom\u201d, diz um dos trechos da sua poesia.<\/p>\n<p>Relembrar a inf\u00e2ncia \u00e9 folhear um \u00e1lbum invis\u00edvel onde cada lembran\u00e7a tem som, cor e cora\u00e7\u00e3o. \u00c0s vezes, tudo o que a gente precisa \u00e9 de um instante de sil\u00eancio para voltar \u00e0 inf\u00e2ncia sem sair do lugar. O passar do tempo nos ensina a valorizar o passado, este retrovisor que nos guia para o futuro.<\/p>\n<p>Na minha dura rotina hoje, preciso reviver, mesmo que s\u00f3 na lembran\u00e7a, o que me marcou profundamente, como voltar \u00e0 minha antiga casa, rever a minha inf\u00e2ncia e todos os momentos felizes que l\u00e1 passei. Quem viveu a inf\u00e2ncia raiz sabe: n\u00e3o precisava de muito para ser feliz, s\u00f3 de rua, tempo livre e imagina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Depois de tudo que vivi e vivo na maturidade n\u00e3o tenho a menor d\u00favida: nossos sonhos s\u00e3o arquitetados na inf\u00e2ncia e conquistados no decorrer da vida. Toda vez que recordo da minha inf\u00e2ncia, abra\u00e7o a crian\u00e7a que vive dentro de mim. S\u00e3o la\u00e7os que jamais ir\u00e3o se romper, porque est\u00e3o guardados na alma, impregnados no cora\u00e7\u00e3o pulsante. A rua da minha inf\u00e2ncia era o mundo e eu o dono dele. Sou feliz porque fui uma crian\u00e7a feliz.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0A cr\u00f4nica de hoje tem o toque das reminisc\u00eancias, lembran\u00e7as marcantes de momentos do passado. Tem sabor de nostalgia e o tempero da saudade. 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