{"id":1257,"date":"2025-07-06T14:57:38","date_gmt":"2025-07-06T17:57:38","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1257"},"modified":"2025-07-06T14:57:38","modified_gmt":"2025-07-06T17:57:38","slug":"a-cronica-domingueira-por-magno-martins-3","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1257","title":{"rendered":"A cr\u00f4nica domingueira. Por Magno Martins"},"content":{"rendered":"<div class=\"elementor-element elementor-element-7f30e03 elementor-widget elementor-widget-image\" data-id=\"7f30e03\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-174300\" src=\"https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/transferir-3-248x300.jpeg\" sizes=\"auto, (max-width: 248px) 100vw, 248px\" srcset=\"https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/transferir-3-248x300.jpeg 248w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/transferir-3-538x650.jpeg 538w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/transferir-3.jpeg 670w\" alt=\"\" width=\"248\" height=\"300\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0<strong>Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0<\/strong>\u00a0Meus av\u00f3s tiveram forte influ\u00eancia na minha forma\u00e7\u00e3o. De todos, o que convivi mais de perto foi Severo Martins, pai da minha m\u00e3e Margarida Martins. Augusto, pai de meu pai Gast\u00e3o Cerquinha, n\u00e3o conheci. Morreu antes do meu grito ao mundo, mas vov\u00f3 Mariinha, sua esposa, me colocou no colo, contou Hist\u00f3rias de Trancoso e povoa a minha mente at\u00e9 hoje com doces recorda\u00e7\u00f5es.<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"elementor-element elementor-element-746f5ae4 elementor-widget elementor-widget-theme-post-content\" data-id=\"746f5ae4\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"theme-post-content.default\">\n<div class=\"elementor-widget-container\">\n<div id=\"ub-expand-367ac992-88ae-4987-9715-19608b454851\" class=\"wp-block-ub-expand ub-expand\" data-scroll-type=\"false\" data-scroll-amount=\"\" data-scroll-target=\"\">\n<div id=\"ub-expand-full-607384d6-9e84-41f9-b9d8-9b19dfa04247\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-partial wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-607384d6-9e84-41f9-b9d8-9b19dfa04247\">\n<p>Foi longeva: morreu com mais de 90 anos num acidente de carro em Cabrob\u00f3, vindo de um passeio em S\u00e3o Paulo. Adorava viajar, fumava cachimbo, viciada no jogo do bicho. Todo dia me perguntava se havia sonhado com algum animal para fazer a sua aposta. Vov\u00f3 Maria Corn\u00e9lia de Souza, esposa do meu av\u00f4 Severo, m\u00e3e de mam\u00e3e, morreu cedo, n\u00e3o a conheci.<\/p>\n<\/div>\n<div id=\"ub-expand-full-607384d6-9e84-41f9-b9d8-9b19dfa04247\" class=\"ub-expand-portion ub-expand-full wp-block-ub-expand-portion\" tabindex=\"0\" role=\"button\" aria-expanded=\"false\" aria-controls=\"ub-expand-full-607384d6-9e84-41f9-b9d8-9b19dfa04247\">\n<p>Namorador, vov\u00f4 Severo cuidou de arranjar logo uma companheira, Abigail, que virou nossa av\u00f3 por extens\u00e3o. Vindo de Monteiro (PB), vov\u00f4 era motorista de caminh\u00e3o e duro no trato. Eu mesmo morria de medo dos seus gritos, da sua cara carrancuda. Ele s\u00f3 dava umas risadinhas quando tomava uma cervejinha antes do almo\u00e7o. Sua morte foi sem dor: numa cadeira de balan\u00e7o em meio ao cochilo p\u00f3s-almo\u00e7o.<\/p>\n<p>Vez por outra, suas admoesta\u00e7\u00f5es recheiam minha mente com doces recorda\u00e7\u00f5es. Av\u00f3s desempenham papel fundamental na vida familiar, transmitindo valores, sabedoria e amor incondicional. S\u00e3o fontes de hist\u00f3rias, experi\u00eancias e um porto seguro para netos de todas as idades. A presen\u00e7a deles enriquece a vida familiar, proporcionando mem\u00f3rias preciosas e um senso de continuidade.<\/p>\n<p>M\u00e3e Quit\u00e9ria (na foto que ilustra a cr\u00f4nica), como tratava minha Nayla a sua av\u00f3 materna, teve papel preponderante na forma\u00e7\u00e3o dela, uma raiz que alimenta a sua vida como uma \u00e1rvore frut\u00edfera. Em Sert\u00e2nia, foi um abrigo de sentimentos bons, um presente de Deus para minha Nayla. A todo instante, abra\u00e7ava o cora\u00e7\u00e3o dela, para superar a aus\u00eancia de Ivete, a m\u00e3e, for\u00e7ada a tentar um novo eldorado em S\u00e3o Paulo para dar uma vida digna \u00e0 filha.<\/p>\n<p>Na minha conviv\u00eancia di\u00e1ria com minha Nayla fico a matutar com as cita\u00e7\u00f5es que faz sobre o aprendizado de vida com sua M\u00e3e Quit\u00e9ria. Diante de uma situa\u00e7\u00e3o que algu\u00e9m n\u00e3o consegue lidar com uma tarefa aparentemente mais f\u00e1cil, recorre a velha m\u00e1xima aprendida com a av\u00f3-m\u00e3e: \u201cQuem n\u00e3o pode com o pote, n\u00e3o pega na rodilha\u201d.<\/p>\n<p>Para minha Nayla, M\u00e3e Quit\u00e9ria transformou o simples em especial com amor, sua ternura fez o mundo dela o lugar mais gentil. Foi a b\u00fassola que a guiou com sabedoria, dando muito amor, um amor que nunca envelheceu. Diante de tantas li\u00e7\u00f5es que Nayla me passa a cada dia, fico convencido de que av\u00f3s s\u00e3o deposit\u00e1rios dos valores fundamentais da vida.<\/p>\n<p>Crian\u00e7a, ela ouviu muitas hist\u00f3rias de sua M\u00e3e Quit\u00e9ria que deram o prumo da vida dela. Afinal, ouvir as hist\u00f3rias dos nossos av\u00f3s \u00e9 aprender com a sabedoria do tempo. M\u00e3e Quit\u00e9ria deu duas vezes carinho e duas vezes amor \u00e0 minha Nayla. Foi, sem d\u00favida, um anjo aben\u00e7oado.<\/p>\n<p>Traduzindo para os tempos atuais de globaliza\u00e7\u00e3o, M\u00e3e Quit\u00e9ria foi o Google da minha Nayla: teve respostas para todas as perguntas e compartilhou hist\u00f3rias incr\u00edveis. Foi aquele abra\u00e7o quentinho em um dia frio, que aquece o cora\u00e7\u00e3o, um tesouro precioso, guia e protetora, um exemplo de que o amor foi a resposta para todos os problemas e as dificuldades enfrentadas por ela, que, como eu, na inf\u00e2ncia venceu as adversidades do sert\u00e3o de vidas secas.<\/p>\n<p>Tem coisa melhor do que casa de av\u00f3s? N\u00e3o, porque \u00e9 abrigo de sentimentos bons, comida quentinha, travessuras e muito amor. Local onde o amor se expande, onde h\u00e1 sorrisos a todos instante, onde Deus se faz Gigante. Ora\u00e7\u00f5es de av\u00f3s, dizia minha av\u00f3 Mariinha, valem mais do que diamante.<\/p>\n<p>Av\u00f3s criam mem\u00f3rias, eternizam momentos, seus bra\u00e7os abrigam os melhores abra\u00e7os. Seu amor \u00e9 gigante que nem d\u00e1 para medir, somente sentir. S\u00e3o pingos de esperan\u00e7a que Deus deposita nas nossas vidas. M\u00e1gicos, em qualquer momento trazem de volta os sabores da inf\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Recorrendo a Rachel de Queiroz, que frequentemente explorava o tema do tempo e da mem\u00f3ria em suas obras, os av\u00f3s, com suas hist\u00f3rias e lembran\u00e7as, s\u00e3o guardi\u00f5es dessas mem\u00f3rias familiares, conectando o passado ao presente. S\u00e3o, segundo a autora de O Quinze, a mistura perfeita de risadas, hist\u00f3rias e amor.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 \u00a0\u00a0Por Magno Martins \u2013 Jornalista, poeta e escritor\u00a0 \u2013\u00a0\u00a0Meus av\u00f3s tiveram forte influ\u00eancia na minha forma\u00e7\u00e3o. De todos, o que convivi mais de perto foi Severo Martins, pai da minha m\u00e3e Margarida Martins. Augusto, pai de meu pai Gast\u00e3o Cerquinha, n\u00e3o conheci. 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