{"id":1252,"date":"2025-07-05T22:00:15","date_gmt":"2025-07-06T01:00:15","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1252"},"modified":"2025-07-05T22:00:15","modified_gmt":"2025-07-06T01:00:15","slug":"flor-que-cai-e-nao-volta-por-flavio-chaves","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1252","title":{"rendered":"Flor que cai e n\u00e3o volta. Por Fl\u00e1vio Chaves"},"content":{"rendered":"<h2 data-start=\"510\" data-end=\"544\"><em data-start=\"545\" data-end=\"595\">Para os que ficaram com metade da alma<\/em><\/h2>\n<p data-start=\"597\" data-end=\"1013\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-173405\" src=\"https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/489730973_656073943888321_9174316108227917775_n-227x300.jpg\" sizes=\"auto, (max-width: 227px) 100vw, 227px\" srcset=\"https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/489730973_656073943888321_9174316108227917775_n-227x300.jpg 227w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/489730973_656073943888321_9174316108227917775_n-493x650.jpg 493w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/489730973_656073943888321_9174316108227917775_n-768x1013.jpg 768w, https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/489730973_656073943888321_9174316108227917775_n.jpg 775w\" alt=\"\" width=\"227\" height=\"300\" \/>\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0<strong>Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. Foi Delegado Federal\/Minc\u00a0 \u2013<\/strong>\u00a0 \u00a0 H\u00e1 aus\u00eancias que n\u00e3o chegam com alarde. Elas apenas come\u00e7am a ocupar o espa\u00e7o do que antes era presen\u00e7a. \u00c9 como uma flor que se desprende da varanda e cai, n\u00e3o por desamor, nem por tempestade, mas porque chegou sua hora de ir. A gente n\u00e3o v\u00ea quando ela solta o caule. S\u00f3 nota quando vai regar e o vaso est\u00e1 vazio. E ent\u00e3o come\u00e7a o luto: n\u00e3o daquele que grita, mas daquele que sussurra dentro de n\u00f3s por muito tempo.<\/p>\n<p data-start=\"1015\" data-end=\"1318\">Perder para sempre n\u00e3o \u00e9 um ato \u00fanico. \u00c9 uma sucess\u00e3o de descobertas do que j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1. \u00c9 quando, sem querer, voc\u00ea prepara duas x\u00edcaras de caf\u00e9. Quando escuta uma m\u00fasica e sorri, para depois chorar. Quando v\u00ea um vestido no arm\u00e1rio e se pergunta por que ele ainda est\u00e1 ali, como um fantasma de tecido.<\/p>\n<p data-start=\"1320\" data-end=\"1719\">Pablo Neruda escreveu:\u00a0<em data-start=\"1343\" data-end=\"1483\">\u201cPosso escrever os versos mais tristes esta noite. Escrever, por exemplo: \u2018A noite est\u00e1 estrelada, e tremem, azuis, os astros, ao longe.\u2019\u201d,<\/em>\u00a0e h\u00e1 noites em que parece que o mundo inteiro ecoa essa dor. Porque a tristeza das estrelas n\u00e3o \u00e9 a escurid\u00e3o, \u00e9 o brilho que continua mesmo depois que algumas j\u00e1 morreram. Como certas pessoas. Como certos amores. Como certas vozes.<\/p>\n<p data-start=\"1721\" data-end=\"2003\">Cec\u00edlia Meireles dizia que\u00a0<em data-start=\"1748\" data-end=\"1784\">\u201ca vida s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel reinventada\u201d<\/em>. E \u00e9 verdade: perder para sempre exige reinven\u00e7\u00e3o. N\u00e3o se trata de esquecer, ningu\u00e9m esquece o que foi raiz. Trata-se de reorganizar o amor dentro da aus\u00eancia. De fazer dele um altar silencioso no cora\u00e7\u00e3o. E como d\u00f3i.<\/p>\n<p data-start=\"2005\" data-end=\"2402\">Rainer Maria Rilke nos lembrava:\u00a0<em data-start=\"2038\" data-end=\"2084\">\u201cA \u00fanica p\u00e1tria que nos resta \u00e9 a inf\u00e2ncia.\u201d<\/em>\u00a0Talvez por isso a perda doa tanto, porque ela nos arranca da p\u00e1tria. Ela nos desterra. Quem perde algu\u00e9m que amava perde tamb\u00e9m um peda\u00e7o do ch\u00e3o onde firmava os p\u00e9s. E ent\u00e3o a vida passa a ser esse caminhar vacilante, tentando se equilibrar entre lembran\u00e7as e rotinas, entre l\u00e1grimas escondidas e sorrisos fingidos.<\/p>\n<p data-start=\"2404\" data-end=\"2810\">Clarice Lispector disse com a coragem dos que sentem:\u00a0<em data-start=\"2458\" data-end=\"2529\">\u201cA saudade \u00e9 um pouco como fome. S\u00f3 passa quando se come a presen\u00e7a.\u201d<\/em>\u00a0Mas e quando a presen\u00e7a n\u00e3o vem mais? E quando o outro virou p\u00f3, sombra, vento, nome? A fome vira costume. E o costume vira parte de quem somos. Como o bra\u00e7o que j\u00e1 n\u00e3o temos, mas que ainda co\u00e7a. Como a voz que j\u00e1 n\u00e3o ouvimos, mas que ainda responde quando a chamamos no sil\u00eancio.<\/p>\n<p data-start=\"2812\" data-end=\"3257\">Drummond, em sua serenidade triste, escreveu:\u00a0<em data-start=\"2858\" data-end=\"2906\">\u201cA dor \u00e9 inevit\u00e1vel. O sofrimento \u00e9 opcional.\u201d<\/em>\u00a0Mas h\u00e1 dores que n\u00e3o permitem escolha. H\u00e1 dores que nos tornam quem somos. Que nos moldam, que nos quebram, que nos ensinam a amar o que resta. E a flor ca\u00edda da varanda \u00e9 s\u00f3 uma imagem. A verdade \u00e9 que todos temos algu\u00e9m que se foi. Todos carregamos um nome tatuado em sil\u00eancio. Todos, mesmo os que sorriem,\u00a0 guardam um pouco da noite dentro de si.<\/p>\n<p data-start=\"3259\" data-end=\"3563\">E sim, a vida segue. As luzes continuam acendendo. As esta\u00e7\u00f5es mudam. Os filhos crescem. Os amigos envelhecem. Os anivers\u00e1rios chegam, mesmo sem bolo, mesmo sem parab\u00e9ns. E a gente aprende a caminhar com a aus\u00eancia \u2014 n\u00e3o como quem supera, mas como quem aceita. Como quem aprende a amar o que j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1.<\/p>\n<p data-start=\"3565\" data-end=\"3840\">A flor que cai da varanda nunca volta ao caule. Mas, um dia, quando voc\u00ea menos esperar, ela nascer\u00e1 de novo em outro canto, talvez no jardim da mem\u00f3ria, talvez no sonho de uma madrugada calma. E voc\u00ea vai reconhec\u00ea-la. N\u00e3o porque \u00e9 igual, mas porque carrega o mesmo perfume.<\/p>\n<p data-start=\"3842\" data-end=\"4182\">Perder para sempre \u00e9 um ato de amor que continua mesmo sem reciprocidade.<br data-start=\"3915\" data-end=\"3918\" \/>\u00c9 continuar escrevendo cartas que nunca ter\u00e3o resposta.<br data-start=\"3973\" data-end=\"3976\" \/>\u00c9 seguir olhando para o c\u00e9u e dizendo:<br data-start=\"4014\" data-end=\"4017\" \/>\u201cSe estiver me ouvindo, saiba que ainda te amo.\u201d<br data-start=\"4065\" data-end=\"4068\" \/>E, no fundo, acreditar que o amor verdadeiro,\u00a0 como a luz das estrelas,<br data-start=\"4140\" data-end=\"4143\" \/>chega mesmo quando parece tarde demais.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para os que ficaram com metade da alma \u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. 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