{"id":1140,"date":"2025-06-28T20:43:13","date_gmt":"2025-06-28T23:43:13","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1140"},"modified":"2025-06-29T15:01:19","modified_gmt":"2025-06-29T18:01:19","slug":"volte-amor-o-tempo-que-danca-no-corpo-do-cinema-video-por-flavio-chaves","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1140","title":{"rendered":"Volte, Amor: o tempo que dan\u00e7a no corpo do cinema; v\u00eddeo. Por Fl\u00e1vio Chaves"},"content":{"rendered":"<p data-start=\"348\" data-end=\"896\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-174180\" src=\"https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/hqdefault-3-300x225.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"225\" \/>\u00a0 <strong>Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. Foi Delegado Federal\/Minc\u00a0 \u2013\u00a0 \u00a0<\/strong>Alguns v\u00eddeos n\u00e3o apenas nos mostram imagens, mas nos atravessam como se tivessem sido colhidos diretamente do cora\u00e7\u00e3o da mem\u00f3ria. A montagem do filme italiano Arroz Amargo, unida \u00e0 can\u00e7\u00e3o Torner\u00f3, que, em portugu\u00eas, ecoa como \u201cVolte, amor\u201d, produz um efeito raro, uma fus\u00e3o entre cena e melodia que provoca arrepio, saudade e desejo. A dan\u00e7a dos corpos cobertos de lama, os olhos acesos de paix\u00e3o contida, o suor que brilha sem pudor. Tudo vibra como se aquele tempo ainda estivesse vivo, escorrendo pela tela com intensidade quente e rom\u00e2ntica.<\/p>\n<p data-start=\"898\" data-end=\"1462\">O que se v\u00ea n\u00e3o \u00e9 apenas um filme antigo, mas o espelho de um tempo em que amar era coisa sagrada. O corpo de Silvana Mangano, sua for\u00e7a sem filtros, sem maquiagens, sem bisturis, \u00e9 mais que uma beleza est\u00e9tica. \u00c9 o s\u00edmbolo de um erotismo que n\u00e3o pedia desculpas por existir. E o homem que dan\u00e7a com ela n\u00e3o \u00e9 apenas um personagem, mas um s\u00edmbolo da conquista primitiva, bruta, mas repleta de ternura. O olhar que ele lan\u00e7a n\u00e3o \u00e9 vulgar, \u00e9 um olhar que pergunta e espera, que insiste sem invadir. Um olhar safado, sim, mas de um safado que ainda sabia ser po\u00e9tico.<\/p>\n<p data-start=\"1464\" data-end=\"2020\">A m\u00fasica, mesmo sem fazer parte da trilha original do filme, parece ter sido composta para ele. Torner\u00f3 n\u00e3o apenas canta um retorno. Ela implora por algo que se perdeu e que, ao mesmo tempo, ainda pulsa em algum lugar. \u00c9 como se dissesse: o tempo passou, mas o sentimento ficou. Ao se encontrar com essas imagens, ela produz uma combust\u00e3o emocional. O filme se transforma em m\u00fasica. A m\u00fasica se transforma em cena. E n\u00f3s, espectadores, nos transformamos em mem\u00f3ria viva de um amor que talvez nunca tenhamos vivido, mas que reconhecemos como se fosse nosso.<\/p>\n<p data-start=\"2022\" data-end=\"2574\">A \u00e9poca retratada, e a que depois revive essas cenas nos anos 60, 70, 80 e 90, \u00e9 de um tipo de amor que ousava mais. Havia f\u00f4lego de eternidade em se tocar uma m\u00e3o. Existia lentid\u00e3o. Existia febre. Existia a espera. Conquistar algu\u00e9m era tarefa de suor, de paci\u00eancia, de pulsa\u00e7\u00e3o. N\u00e3o havia filtros. Nem vozes programadas, afinadas por tecnologia. A voz da mulher era voz mesmo, com textura humana, sem parecer uma mistura de aeromo\u00e7a, GPS, emboladora de coco e cantador de viola \u2014 com todo o respeito a todos eles, claro, mas sem disfar\u00e7ar a ironia.<\/p>\n<p data-start=\"2576\" data-end=\"3182\">Naquele tempo, amar era v\u00edcio. Era acordar pensando no cheiro da nuca. Era desejar o mesmo beijo mil vezes. Era descobrir onde o outro ria e querer provocar esse riso todos os dias. A naturalidade das mulheres encantava. A aus\u00eancia de tintas e luzes fazia o cora\u00e7\u00e3o bater com mais for\u00e7a, porque tudo era verdadeiro. N\u00e3o se precisava moldar o rosto em parede lisa de botox para ser bela. Bastava estar presente, com seus olhos, sua boca, seus gestos. O filme Arroz Amargo, com sua fotografia suada e sua lama sensual, representa esse tipo de amor: o amor com gosto de terra, de \u00e1gua, de vento e de urg\u00eancia.<\/p>\n<p data-start=\"3184\" data-end=\"3630\">A montagem feita com essa can\u00e7\u00e3o, resgatada do fundo do ba\u00fa de um tempo bom, mostra que o amor, quando sincero, resiste at\u00e9 mesmo ao esquecimento. Ele se camufla na mem\u00f3ria, mas basta uma imagem e uma m\u00fasica para que volte com toda a for\u00e7a. N\u00e3o se trata de um passado idealizado. Trata-se de um passado que, mesmo com suas dores e aus\u00eancias, sabia sentir mais fundo. Sentir com o corpo inteiro. Sentir como quem n\u00e3o tem vergonha de se entregar.<\/p>\n<p data-start=\"3632\" data-end=\"4030\">A m\u00fasica \u00e9 um tormento que vai do motivo ao momento no espa\u00e7o do cora\u00e7\u00e3o. E o que esse v\u00eddeo faz \u00e9 transformar imagem e som num abra\u00e7o. Ele n\u00e3o mostra apenas uma cena antiga. Ele nos devolve algo que esquecemos que existia. A coragem de amar de olhos fechados. A beleza da imperfei\u00e7\u00e3o. O arrepio da espera. O alumbramento da entrega. E, acima de tudo, a vontade de gritar para o tempo: volte, amor.<\/p>\n<p data-start=\"3632\" data-end=\"4030\"><strong>Veja o V\u00eddeo:<\/strong><\/p>\n<div style=\"width: 640px;\" class=\"wp-video\"><video class=\"wp-video-shortcode\" id=\"video-1140-1\" width=\"640\" height=\"1138\" preload=\"metadata\" controls=\"controls\"><source type=\"video\/mp4\" src=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/AQMZFGemo3yYWgb_ucZzHvbaMWZq0zdP1DR_xxPnI5w1cPj0DwrhsHHzMVy2ZVD1xWd3VZLZF71WqcmfRWVHngEZ.mp4?_=1\" \/><a href=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/AQMZFGemo3yYWgb_ucZzHvbaMWZq0zdP1DR_xxPnI5w1cPj0DwrhsHHzMVy2ZVD1xWd3VZLZF71WqcmfRWVHngEZ.mp4\">http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/AQMZFGemo3yYWgb_ucZzHvbaMWZq0zdP1DR_xxPnI5w1cPj0DwrhsHHzMVy2ZVD1xWd3VZLZF71WqcmfRWVHngEZ.mp4<\/a><\/video><\/div>\n<div style=\"width: 640px;\" class=\"wp-video\"><video class=\"wp-video-shortcode\" id=\"video-1140-2\" width=\"640\" height=\"635\" preload=\"metadata\" controls=\"controls\"><source type=\"video\/mp4\" src=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Tornero-Version-2010.mp4?_=2\" \/><a href=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Tornero-Version-2010.mp4\">http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/Tornero-Version-2010.mp4<\/a><\/video><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. 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