{"id":1046,"date":"2025-06-12T18:37:48","date_gmt":"2025-06-12T21:37:48","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1046"},"modified":"2025-06-12T18:40:25","modified_gmt":"2025-06-12T21:40:25","slug":"video-bern-nada-recife-afunda-por-flavio-chaves","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1046","title":{"rendered":"V\u00eddeo: Bern nada, Recife afunda. Por Fl\u00e1vio Chaves"},"content":{"rendered":"<h2 data-start=\"294\" data-end=\"399\"><em data-start=\"325\" data-end=\"399\">Milh\u00f5es foram para o fundo: O Capibaribe nunca foi Rio, sempre foi cofre<\/em><\/h2>\n<div id=\"2352266\">\n<div><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/s03.video.glbimg.com\/x240\/2352266.jpg\" \/> \u00a0Obras de dragagem no Rio Capibaribe: uma promessa que se repete h\u00e1 d\u00e9cadas, afunda em discursos e nunca chega a emergir na realidade.<\/div>\n<\/div>\n<p data-start=\"401\" data-end=\"1002\">\u00a0\u00a0<strong>Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. Foi Delegado Federal\/Minc\u00a0 \u2013 <\/strong>Na capital da Su\u00ed\u00e7a, uma cena beira o inacredit\u00e1vel para n\u00f3s, brasileiros: ao fim do expediente, homens e mulheres de terno, vestidos e pastas retornam para casa n\u00e3o pela cal\u00e7ada, n\u00e3o pelo tr\u00e2nsito ca\u00f3tico de carros e buzinas, mas flutuando suavemente pelas \u00e1guas cristalinas do rio Aare. Com bolsas imperme\u00e1veis que servem de boia e prote\u00e7\u00e3o para seus pertences, deixam-se levar pela correnteza l\u00edmpida, em uma experi\u00eancia que alia lazer, sustentabilidade e mobilidade urbana. Um ritual que traduz a simbiose entre cidade e natureza, entre planejamento p\u00fablico e bem-estar cotidiano. Bern vive o rio.<\/p>\n<p data-start=\"1004\" data-end=\"1634\">E por que n\u00e3o n\u00f3s? O Capibaribe, se tivesse sido tratado como o Aare, poderia hoje ser muito mais do que a cicatriz cinza que corta o Recife. Poderia ser, por exemplo, uma alternativa vi\u00e1vel e po\u00e9tica ao tr\u00e2nsito sufocante das avenidas asfaltadas. Um corredor urbano de \u00e1gua, naveg\u00e1vel e nad\u00e1vel, para quem quisesse ir e vir com o corpo livre, com o tempo a favor e com a paisagem como companhia. Um espa\u00e7o que unisse turismo, esporte, contempla\u00e7\u00e3o e deslocamento. Um rio vivo, \u00fatil e belo. Mas o que se v\u00ea \u00e9 o contr\u00e1rio: um rio esquecido, malcheiroso, de costas para a cidade e cada vez mais distante de qualquer projeto de vida.<\/p>\n<p data-start=\"1636\" data-end=\"1822\">Desde a d\u00e9cada de 1980, prefeitos e governadores assumem o cargo com o mesmo refr\u00e3o eleitoral: despoluir o Capibaribe e torn\u00e1-lo naveg\u00e1vel. Sem exce\u00e7\u00e3o, todos prometeram. Nenhum cumpriu.<\/p>\n<p data-start=\"1824\" data-end=\"2378\">O que se v\u00ea, ano ap\u00f3s ano, \u00e9 um ciclo de discursos reciclados e or\u00e7amentos robustos. Projetos bilion\u00e1rios, estudos t\u00e9cnicos, audi\u00eancias p\u00fablicas, cerim\u00f4nias de lan\u00e7amento e depois&#8230; o sil\u00eancio da \u00e1gua escura e o mau cheiro. O que \u00e9 mais cavernoso \u00e9 a fortuna j\u00e1 despejada no rio. Quanto se gastou at\u00e9 hoje com consultorias, obras anunciadas e n\u00e3o entregues, barca\u00e7as fantasmas, p\u00ederes abandonados, dragagens inacabadas? Qual o volume de recursos p\u00fablicos jogado no Capibaribe sem que ele, em retorno, tenha sequer voltado a ser um rio minimamente digno?<\/p>\n<p data-start=\"2380\" data-end=\"2780\">Enquanto o Aare \u00e9 um corredor de vida, sa\u00fade e beleza, o Capibaribe tornou-se um canal de frustra\u00e7\u00e3o coletiva, uma cicatriz urbana que corta o Recife e sangra a confian\u00e7a do povo. Ali, em Bern, o rio integra a pol\u00edtica ambiental com a mobilidade urbana e promove cidadania com prazer. Aqui, o Capibaribe \u00e9 usado como ret\u00f3rica de campanha, apenas isso. Um s\u00edmbolo n\u00e3o de transforma\u00e7\u00e3o, mas de in\u00e9rcia.<\/p>\n<p data-start=\"2782\" data-end=\"3220\">A diferen\u00e7a entre os dois rios \u00e9 mais que geogr\u00e1fica. \u00c9 pol\u00edtica. \u00c9 cultural. \u00c9 de compromisso com o bem comum. Se a Su\u00ed\u00e7a nada em um projeto coletivo de sustentabilidade real, o Recife afunda na repeti\u00e7\u00e3o de promessas que, ao longo de d\u00e9cadas, deixaram rastros de in\u00e9rcia e esc\u00e2ndalo. \u00c9 chegada a hora de encarar o Capibaribe como aquilo que ele sempre foi: um rio central para a vida da cidade, n\u00e3o um dep\u00f3sito de ilus\u00f5es ou de esgotos.<\/p>\n<p data-start=\"3222\" data-end=\"3462\">Talvez, um dia, a gente possa tamb\u00e9m tirar os sapatos no fim do dia e mergulhar no cora\u00e7\u00e3o da cidade. Mas, para isso, \u00e9 preciso coragem. Coragem para romper com os ciclos de promessas vazias. Coragem para que o Recife volte a viver seu rio.<\/p>\n<div style=\"width: 576px;\" class=\"wp-video\"><video class=\"wp-video-shortcode\" id=\"video-1046-1\" width=\"576\" height=\"1024\" preload=\"metadata\" controls=\"controls\"><source type=\"video\/mp4\" src=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/AQNFbtjjobHI9tIty32lSdu1LVHlptKfcYwvDFeQj3S26cAcHdqxHQ58WeLxLj8tqrXTba4ExsevgMHWGQwEPRqz.mp4?_=1\" \/><a href=\"http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/AQNFbtjjobHI9tIty32lSdu1LVHlptKfcYwvDFeQj3S26cAcHdqxHQ58WeLxLj8tqrXTba4ExsevgMHWGQwEPRqz.mp4\">http:\/\/gazetapernambucana.com\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/AQNFbtjjobHI9tIty32lSdu1LVHlptKfcYwvDFeQj3S26cAcHdqxHQ58WeLxLj8tqrXTba4ExsevgMHWGQwEPRqz.mp4<\/a><\/video><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Milh\u00f5es foram para o fundo: O Capibaribe nunca foi Rio, sempre foi cofre \u00a0Obras de dragagem no Rio Capibaribe: uma promessa que se repete h\u00e1 d\u00e9cadas, afunda em discursos e nunca chega a emergir na realidade. \u00a0\u00a0Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. 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