{"id":1038,"date":"2025-06-10T17:37:35","date_gmt":"2025-06-10T20:37:35","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1038"},"modified":"2025-06-10T17:37:35","modified_gmt":"2025-06-10T20:37:35","slug":"nao-tirem-a-utopia-preciso-do-coracao-para-viver-por-flavio-chaves","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=1038","title":{"rendered":"N\u00e3o tirem a utopia, preciso do cora\u00e7\u00e3o para viver. Por Fl\u00e1vio Chaves"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-174045\" src=\"https:\/\/flaviochaves.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/images-6.jpg\" alt=\"\" width=\"180\" height=\"180\" \/>\u00a0 <strong>Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. Foi Delegado Federal\/Minc\u00a0 \u2013<\/strong>\u00a0 Acordei com a frase inteira dentro de mim. N\u00e3o era sonho nem pensamento solto: era palavra viva, pulsando no limite do indiz\u00edvel, como se tivesse vindo de um lugar anterior \u00e0 linguagem \u2014 talvez de um tempo em que o verbo ainda era sil\u00eancio e o sentimento era o \u00fanico idioma.<\/p>\n<p>Demorei alguns minutos, talvez horas, para entender o que me dizia aquela senten\u00e7a que n\u00e3o me pediu permiss\u00e3o para nascer. Ela n\u00e3o era uma frase qualquer: era um sussurro de urg\u00eancia, um pedido \u00edntimo, um grito calado. Era como se o pr\u00f3prio cora\u00e7\u00e3o,\u00a0esse \u00f3rg\u00e3o insubmisso e rebelde, tivesse encontrado voz para dizer que j\u00e1 n\u00e3o aguenta mais sobreviver sem sonho.<\/p>\n<p>Porque tem dias que o mundo se apresenta \u00e1rido demais. As manchetes escorrem sangue, os sorrisos vestem m\u00e1scaras, as m\u00e3os hesitam, e os abra\u00e7os se escondem entre o medo e o protocolo. Tem dias que at\u00e9 a beleza parece pedir licen\u00e7a para existir. Nesses dias, a esperan\u00e7a se torna um bem escasso. E \u00e9 exatamente nesse v\u00e1cuo , entre o cansa\u00e7o e o desencanto,\u00a0 que a utopia se ergue, n\u00e3o como luxo, mas como necessidade vital.<\/p>\n<p>Aos poucos, como se fosse manh\u00e3 abrindo as janelas do tempo, eu entendi: n\u00e3o era s\u00f3 pensamento. Era confiss\u00e3o. Era defesa. Era sobreviv\u00eancia. E como um eco sa\u00eda de dentro de mim: N\u00e3o tirem a utopia, preciso do cora\u00e7\u00e3o para viver.<\/p>\n<p>A utopia que me sustenta n\u00e3o \u00e9 fuga. \u00c9 f\u00f4lego. N\u00e3o \u00e9 ilus\u00e3o. \u00c9 farol. Ela n\u00e3o se prop\u00f5e a ser alcan\u00e7ada, sua miss\u00e3o \u00e9 manter-nos caminhando. Ela n\u00e3o promete chegada: oferece sentido. E sentido, nestes tempos, \u00e9 mais valioso que vit\u00f3ria.<\/p>\n<p>Para quem sente demais \u2014 e eu sou feito dessa mat\u00e9ria, a utopia \u00e9 b\u00fassola no caos, \u00e9 m\u00fasica no sil\u00eancio, \u00e9 ternura viva diante da brutalidade programada. Arrancar a utopia de algu\u00e9m que ama profundamente \u00e9 empedrar-lhe o peito. E um peito endurecido \u00e9 a antessala do fim.<\/p>\n<p>J\u00e1 vi gente demais desistir de sonhar para n\u00e3o sofrer. Mas eu sei, e voc\u00ea tamb\u00e9m sabe, no fundo, que h\u00e1 dores que s\u00f3 a utopia consola.<\/p>\n<p>N\u00e3o tirem de mim o dom de me encantar com a gentileza, de me ferir com a injusti\u00e7a, de me emocionar com o voo de um p\u00e1ssaro ou com o riso de uma crian\u00e7a. N\u00e3o me supliquem que eu abra m\u00e3o do ideal de um mundo mais justo, mais terno, mais habit\u00e1vel. Porque viver, para mim, nunca foi apenas respirar, cumprir metas ou atravessar calend\u00e1rios.<\/p>\n<p>Viver \u00e9 pulsar com o outro. \u00c9 chorar pelo que ainda n\u00e3o chegou. \u00c9 desejar a beleza como quem deseja abrigo. \u00c9 lutar com ternura. Amar com coragem. Resistir com poesia.<\/p>\n<p>N\u00e3o me pe\u00e7am que eu viva sem sonho.O cora\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 meu \u00faltimo territ\u00f3rio.<br \/>\nE sem ele, tudo vira ex\u00edlio. Tudo se torna deserto.<\/p>\n<p>Mas mesmo no deserto, ainda \u00e9 poss\u00edvel levantar uma tenda de esperan\u00e7a. Uma flor teimosa pode nascer entre as pedras. E eu continuo aqui, respirando fundo, como quem acredita que ainda vale a pena ser abrigo para o que n\u00e3o morreu. E tamb\u00e9m para o que morreu,\u00a0 porque at\u00e9 o que foi sepultado merece uma vig\u00edlia de afeto, um gesto de mem\u00f3ria, um \u00faltimo aceno de luz.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Por Fl\u00e1vio Chaves \u2013 Jornalista, poeta, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras. Foi Delegado Federal\/Minc\u00a0 \u2013\u00a0 Acordei com a frase inteira dentro de mim. 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