{"id":3940,"date":"2026-06-18T00:11:10","date_gmt":"2026-06-18T03:11:10","guid":{"rendered":"https:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=3940"},"modified":"2026-06-18T00:20:19","modified_gmt":"2026-06-18T03:20:19","slug":"a-assimetria-da-alianca-em-pernambuco","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/gazetapernambucana.com\/?p=3940","title":{"rendered":"A assimetria da alian\u00e7a em Pernambuco"},"content":{"rendered":"<p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal\" data-sourcepos=\"3:1-3:260;41-300\"><strong>Uma manifesta\u00e7\u00e3o do petismo hist\u00f3rico do Recife reacende a pergunta que a c\u00fapula prefere evitar: na sociedade entre PT e PSB, quem depende de quem dentro de Pernambuco? A resposta, examinada \u00e0 dist\u00e2ncia, \u00e9 menos sim\u00e9trica do que o discurso oficial sugere.<\/strong><\/p>\n<p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal\" data-sourcepos=\"7:1-7:820;313-1132\"><strong>GAZETA\u00a0 PERNAMBUCANA &#8211;<\/strong> A frase que circulou nas redes na \u00faltima semana tem a apar\u00eancia de mais um lance da guerra eleitoral, mas vale a pena reparar em quem a pronuncia antes de classific\u00e1-la. Lula n\u00e3o \u00e9 patrim\u00f4nio do PSB, diz a pe\u00e7a assinada por um vereador do Recife. O autor, por\u00e9m, n\u00e3o \u00e9 advers\u00e1rio externo do campo governista. Osmar Ricardo integra a primeira gera\u00e7\u00e3o do Partido dos Trabalhadores na capital, tendo participado da comiss\u00e3o provis\u00f3ria que fundou a legenda no Recife nos anos 80, e preside hoje o diret\u00f3rio municipal do partido. Quando algu\u00e9m com essa biografia afirma que o presidente n\u00e3o pertence ao aliado socialista, o epis\u00f3dio deixa de ser ru\u00eddo de campanha e passa a ser sintoma, o sintoma de um desconforto que cresce dentro do pr\u00f3prio PT diante da exclusividade que o PSB reivindica sobre a marca lulista no estado.<\/p>\n<p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal\" data-sourcepos=\"9:1-9:919;1134-2052\">O desconforto n\u00e3o nasceu agora, mas ganhou contorno n\u00edtido no in\u00edcio de junho. O ministro Wellington Dias, coordenador da campanha de reelei\u00e7\u00e3o de Lula no Nordeste, afirmou em entrevista ao jornal O Globo que o presidente trabalharia com palanque duplo em Pernambuco, apoiando simultaneamente o ex-prefeito Jo\u00e3o Campos, do PSB, e a governadora Raquel Lyra, do PSD. A c\u00fapula socialista reagiu com irrita\u00e7\u00e3o imediata, o pr\u00f3prio Campos procurou o presidente nacional do PT, Edinho Silva, para cobrar desmentido, e dirigentes do partido chegaram a sinalizar que uma divis\u00e3o do apoio poderia comprometer a alian\u00e7a nacional. Em menos de vinte e quatro horas, Edinho recuou, garantindo em nota que Lula tem em Pernambuco um \u00fanico palanque, o de Jo\u00e3o Campos. No plano da ret\u00f3rica, o PSB venceu. A quest\u00e3o que interessa ao analista \u00e9 se, no plano da realidade eleitoral, vencer essa disputa significava conquistar alguma coisa.<\/p>\n<p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal\" data-sourcepos=\"11:1-11:1016;2054-3069\">Os n\u00fameros introduzem aqui um elemento que complica a leitura triunfalista. Em abril, o Datafolha registrava Jo\u00e3o Campos com doze pontos de vantagem sobre a governadora. No fim de maio, o mesmo instituto apurou uma invers\u00e3o, com Raquel \u00e0 frente. E o levantamento mais recente, do IPESPE em parceria com a Folha de Pernambuco, divulgado nesta semana, confirma a tend\u00eancia ao apontar empate t\u00e9cnico, com a governadora nominalmente adiante, inclusive na simula\u00e7\u00e3o de segundo turno. Conv\u00e9m registrar a cautela metodol\u00f3gica de praxe, pois uma virada dessa magnitude admite mais de uma explica\u00e7\u00e3o, e seria leviano atribu\u00ed-la a uma \u00fanica causa. A aprova\u00e7\u00e3o administrativa de Raquel, a reorganiza\u00e7\u00e3o do PSD em torno de sua candidatura e a pr\u00f3pria din\u00e2mica de uma disputa que se acirra podem responder por boa parte do movimento. Ainda assim, o dado \u00e9 incontorn\u00e1vel: o pr\u00e9-candidato que se portava como senhor do estado viu evaporar uma dianteira confort\u00e1vel no exato per\u00edodo em que a alian\u00e7a com o PT entrou em turbul\u00eancia.<\/p>\n<p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal\" data-sourcepos=\"13:1-13:157;3071-3227\">Posta a cena, formula-se a pergunta de forma limpa. Dentro de Pernambuco, e a delimita\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica \u00e9 essencial, quem depende mais de quem nessa sociedade?<\/p>\n<p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal\" data-sourcepos=\"15:1-15:1383;3229-4611\">A evid\u00eancia mais robusta a favor da tese de que o PSB depende mais do PT n\u00e3o est\u00e1 nas pesquisas, e sim no comportamento. Existe em ci\u00eancia pol\u00edtica o conceito de prefer\u00eancia revelada, a ideia de que os atores demonstram suas reais necessidades n\u00e3o pelo que declaram, mas pelo que fazem quando pressionados. A intensidade da rea\u00e7\u00e3o socialista diante de uma simples hip\u00f3tese de segundo palanque \u00e9, sob essa \u00f3tica, altamente reveladora. Um partido que tratasse o apoio presidencial como acess\u00f3rio n\u00e3o mobilizaria sua dire\u00e7\u00e3o nacional, n\u00e3o acionaria o presidente da legenda parceira e n\u00e3o amea\u00e7aria revisar compromissos para impedir que o aliado acenasse a um terceiro. A despropor\u00e7\u00e3o entre o est\u00edmulo, uma frase de ministro, e a resposta, uma crise de bastidores, mede o tamanho da depend\u00eancia. Soma-se a isso a natureza do capital em disputa. Os votos que Lula det\u00e9m em Pernambuco foram constru\u00eddos em sua pr\u00f3pria trajet\u00f3ria e s\u00e3o, em larga medida, independentes de quem ocupa o Pal\u00e1cio do Campo das Princesas. O presidente pode preserv\u00e1-los com ou sem a candidatura de Jo\u00e3o. O inverso n\u00e3o se sustenta com a mesma facilidade, pois parte expressiva da competitividade do socialista deriva justamente da proximidade com o presidente. A cientista pol\u00edtica Priscila Lapa sintetizou o ponto ao observar que o apoio menos expl\u00edcito de Lula tende a ser estrat\u00e9gico para Lula e n\u00e3o para Jo\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal\" data-sourcepos=\"17:1-17:1059;4613-5671\">Um analista honesto, por\u00e9m, n\u00e3o pode parar aqui, porque a tese encontra obje\u00e7\u00f5es de peso. A primeira \u00e9 que os planos estadual e nacional n\u00e3o s\u00e3o compartimentos estanques. O PSB ocupa a vice-presid\u00eancia da Rep\u00fablica, sustenta o governo no Congresso e figura como o principal aliado nacional do PT, de modo que punir o socialista em Pernambuco acarretaria custos federais que o petismo n\u00e3o pode ignorar. A amea\u00e7a de reavaliar apoios em outros estados n\u00e3o \u00e9 blefe, \u00e9 alavanca real. A segunda obje\u00e7\u00e3o \u00e9 que Lula tamb\u00e9m tem interesse pr\u00f3prio na vit\u00f3ria de Jo\u00e3o, pois um governo estadual aliado e confi\u00e1vel vale mais, em termos de governabilidade, do que uma administra\u00e7\u00e3o apenas cordial. O presidente, portanto, n\u00e3o \u00e9 indiferente ao resultado, ainda que possa preservar seus votos independentemente dele. A terceira \u00e9 que o PT n\u00e3o \u00e9 bloco monol\u00edtico, e a voz que hoje questiona a hegemonia do PSB pertence a uma corrente espec\u00edfica do partido, em um quadro de disputas internas que recomendam prud\u00eancia antes de tomar uma manifesta\u00e7\u00e3o como term\u00f4metro do conjunto.<\/p>\n<p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal\" data-sourcepos=\"19:1-19:1016;5673-6688\">Pesadas as evid\u00eancias e as obje\u00e7\u00f5es, a conclus\u00e3o mais defens\u00e1vel n\u00e3o \u00e9 um veredito de m\u00e3o \u00fanica, e sim uma distin\u00e7\u00e3o entre dois n\u00edveis que os pr\u00f3prios atores costumam confundir. No n\u00edvel da mec\u00e2nica eleitoral do estado, a assimetria favorece a leitura de que o PSB depende mais do PT, porque Jo\u00e3o Campos precisa dos votos de Lula mais do que Lula precisa da candidatura de Jo\u00e3o. No n\u00edvel da arquitetura nacional, a rela\u00e7\u00e3o se inverte ou ao menos se equilibra, porque o PT precisa da alian\u00e7a com o PSB mais do que o PSB precisa de qualquer governo estadual isolado. As duas afirma\u00e7\u00f5es s\u00e3o verdadeiras, operam em camadas diferentes, e o atrito que hoje se observa nasce precisamente de atores que negociam uma camada usando as fichas da outra. O PSB exige exclusividade estadual apoiado no seu peso nacional, e o PT entrega essa exclusividade temendo o mesmo peso, num arranjo em que a parte mais fr\u00e1gil dentro de Pernambuco compra, com capital de fora, uma posi\u00e7\u00e3o que sua for\u00e7a local talvez n\u00e3o sustentasse sozinha.<\/p>\n<p class=\"font-claude-response-body break-words whitespace-normal\" data-sourcepos=\"21:1-21:717;6690-7406\">\u00c9 exatamente nesse ponto que a manifesta\u00e7\u00e3o do petismo hist\u00f3rico do Recife adquire relev\u00e2ncia anal\u00edtica. Ao afirmar que o partido nada deve ao aliado e ao invocar o legado pr\u00f3prio, essa ala fala precisamente do n\u00edvel estadual, aquele em que a conta, examinada friamente, lhe d\u00e1 raz\u00e3o. A disputa, no fundo, n\u00e3o \u00e9 sobre quem ama mais a alian\u00e7a, mas sobre quem paga e quem cobra dentro dela. E a resposta, em Pernambuco, depende menos da ret\u00f3rica dos comunicados e mais de uma aritm\u00e9tica simples, a de que o dono de um patrim\u00f4nio \u00e9 quem pode dele dispor sem se arruinar. Por esse crit\u00e9rio, o patrim\u00f4nio chamado Lula pertence ao eleitor que o constituiu, e n\u00e3o ao partido que, no estado, mais precisa tom\u00e1-lo emprestado.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma manifesta\u00e7\u00e3o do petismo hist\u00f3rico do Recife reacende a pergunta que a c\u00fapula prefere evitar: na sociedade entre PT e PSB, quem depende de quem dentro de Pernambuco? 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